sábado, 30 de agosto de 2014

O amor bandido




Eu te amo, mas não consigo deixar de querer te trair. Não é verdade que no plano real tenha feito algo que fisicamente seja considerado traição, a ponto de desmerecer sua confiança, mas no fundo, no fundo sou bandido nas coisa de amor.





Armandinho...





Espera, ainda não falei tudo. Quando minhas mãos nuas tocam seu corpo macio, sua pele, suas coxas torneadas, sabe, eu desejo, excito, deliro, aí quero algo mais. 





Armandinho...





Eu entendo suas reticências, seu olhar perdido, pode acreditar, eu sei exatamente o que significa este teu olhar. Quando ouço meu nome, no exato instante que estamos sós, minha vida está dentro da sua vida. 





Armandinhoooo ...





Escuta, Carminha, para de falar. Serei breve - escuta. Olha, eu não sei como tenho forças e coragem para te dizer o que está preso em mim. Mas quero ardentemente você agora, estou em chamas, preciso de você em mim.





Armandinhooooo, quer parar com isto? Para agora.





Mas que merda, Carminha, por que grita o meu nome insistentemente? Afinal o que você quer?





O que tanto você conversa com esta cabrita, Armandinho? Parece doido. Vem aqui trocar o gás, que acabou.  





É isto aí!

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