sábado, 8 de agosto de 2015

Era uma vez ...


Alto lá - 70% deste texto não é meu. Copiei e colei a ideia e acrescentei uns 30%, principalmente  a partir da resposta da mocinha.


Autor - O autor original é desconhecido. Possui diversas postagens na Internet, com pequenas alterações entre elas.










Era uma vez, num reino muito muito distante, uma linda e triste moça solteira e pobre. Cansada de ser apenas um rostinho lindo e um corpinho sensual, enviou um e-mail para um grande jornal sediado na capital do Reino, pedindo dicas sobre "como arrumar um marido rico". A mensagem, claro, foi lida por muitos, inclusive um dos mais ricos homens e famosos nobres de todo o reino, que era viúvo e procurava uma moça para ser sua fiel companheira, mas ...









Bem, vamos ver o que escreveu a mocinha:








"Sou uma garota linda de 20 anos, maravilhosamente linda, bem articulada e com classe. Estou querendo me casar com alguém que ganhe no mínimo R$ 500 mil por ano. Asseguro fidelidade conjugal. Tem algum homem sincero que ganhe esse dinheiro ou mais, ou alguma mulher casada com alguém que ganhe isso e que possa me dar algumas dicas? Qual a estratégia correta?".





E assinou: "Raphaella S."







Então, o malvado e insensível empresário muito rico enviou-lhe a resposta:








"Li sua consulta, pensei cuidadosamente no seu caso e fiz uma análise da situação. Primeiramente, eu ganho cerca de R$ 500 mil por ano. Portanto, não estou tomando o seu tempo à toa... Mas, visto da perspectiva de um homem como eu (que tem os requisitos que você procura), o que você oferece é um péssimo negócio.







Deixando as firulas de lado, o que você sugere é uma negociação simples, proposta clara, sem entrelinhas: você entra com sua beleza física e o homem entra com o dinheiro. Mas há um problema. Com toda certeza, com o tempo a sua beleza vai diminuir e um dia acabará, ao contrário do meu dinheiro que, com o tempo, continuará aumentando. Assim, em termos econômicos, você é um ativo sofrendo depreciação e eu sou um ativo rendendo dividendos. E você sofrerá uma depreciação progressiva e acelerada. 







Você tem 20 anos hoje e, admito, deve continuar linda pelos próximos dez anos ou quinze anos, mas sempre um pouco menos a cada ano. E no futuro, daqui a uns vinte e cinco anos, quando você se comparar com uma foto de hoje, verá que virou uma moça com mais experiência e menos beleza. Isto é, hoje você está em 'alta', na época ideal de ser vendida, mas não de ser comprada".





O empresário usa então o linguajar de Wall Street: "Quem a tiver hoje deve mantê-la como 'trading position' (posição para comercializar) e não como 'buy and hold' (compre e retenha), que é para o quê você se oferece...Portanto, ainda em termos comerciais, casar (que é um 'buy and hold') com você não é um bom negócio a médio/longo prazo! Mas alugá-la, sim! Assim, em termos sociais, um negócio razoável a se cogitar é namorar".





E logo vem o arremate: "Para certificar-me do quão 'articulada, com classe e maravilhosamente linda' seja você, eu, na condição de provável futuro locatário dessa 'máquina', quero tão somente o que é de praxe: fazer um 'test drive' antes de fechar o negócio..."







Aí, a singela, pobre e linda e maravilhosa e solteira mocinha indefesa respondeu:







Nossa, adorei o jeito como alguém escreveu por você a sua resposta, seus argumentos, e sobretudo a sua proposta, prá lá de interessante. Por que é impossível acreditar que uma pessoa normal seja capaz de ser tão ridícula com meus sentimentos tão puros. Faz o seguinte, convida a sua mãe.





Foi então eu o malvado e insensível empresário muito rico enviou-lhe a réplica:





Perdoa? Quer casar comigo?





 Eis que a singela, pobre e linda e maravilhosa e solteira mocinha indefesa respondeu:





Quero não.





Em completo desespero, o malvado e insensível empresário muito rico enviou-lhe 





uma dúzia de presentes muito caros e mais uma dúzia de advogados para prepararem a lista do que fosse possível que ela desejasse, desde que dissesse sim. Mas foi em vão, pois os advogados voltaram ao malvado e insensível empresário muito rico com a seguinte resposta da moça:





Prezado Senhor Malvado e Insensível Empresário Muito Rico:





Pensei bem na sua proposta, e prefiro não aceitar, pois daqui a vinte anos estarei menos bela e mais experiente, como disse, mas o senhor, dada a avançada idade, daqui a vinte anos será um grande passivo circulante, muito pouco ativo e com nenhuma capacidade de levantamento de fundos.  





É isto aí!

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