sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Já escondi um amor com medo de perdê-lo.

Atenção
Este texto não é meu
Autoria Desconhecida
Confesso que copiei e colei

Antes de falar da autoria, leia o texto abaixo:

O poema "Já escondi um amor com medo de perdê-lo" é de autoria desconhecida, e a sua história é um exemplo clássico de como ocorrem os equívocos de autoria na internet.

Trata-se de um texto apócrifo, ou seja, que circula sem um autor identificado e que é frequentemente atribuído a figuras famosas como Clarice Lispector .

A confusão com Clarice Lispector acontece por alguns motivos:

Estilo e Tom: O texto possui uma profundidade emocional e um tom confessional que o público em geral associa à obra de Clarice .

Falsa Atribuição: Sites, blogs e redes sociais passaram a compartilhar o texto com o nome de Clarice, o que ajudou a perpetuar o erro . É importante saber que Clarice Lispector foi uma consagrada romancista e contista, mas não escrevia poesia . Os poemas que levam seu nome são, na verdade, adaptações de seus textos em prosa feitas por terceiros ou, como neste caso, atribuições equivocadas .
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— Já escondi um amor com medo de perdê-lo, já perdi um amor por escondê-lo.

— Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.

— Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso.

— Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.

— Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.

— Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.

— Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou.

— Já tive tanta certeza de mim, a ponto de querer sumir.

— Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi.

— Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto.

— Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir.

— Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.

— Já tive crises de riso quando não podia.

— Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva.

— Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.

— Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar.

—Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.

—Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros.

— Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz.

— Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava.

— Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade.

— Já tive medo do escuro, hoje no escuro "me acho, me agacho, fico ali".

— Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.

— Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.

— Já corri atrás de um carro por ele levar embora quem eu amava.

— Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda.

— Já chamei pessoas próximas de "amigo" e descobri que não eram. Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.

— Não me deem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre. Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração.

— Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente, sou diferente.

— Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma para sempre.

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