Estava refletindo quanto a isto tudo e algumas coisas a mais, quando de repente, espera, eu disse de repente e mudei de ideia. Dei uma freada abrupta no meu possante condutor de vagas. Vagas para a plebe são ondas enormes, sabe? Daquelas que nunca surfei, nem nas melhores das minhas decisões.
Pauso para o drama Quanto tempo ainda tenho? Muitos? Poucos? Tensos? Intensos? Daqui do alto da cabeça meus olhos não vêm as horas nestes ponteiros díspares atados ao confuso e retórico pensamento.
Vocês já andaram no mato? Não aquele mato urbanizado. É uma coisa assustadora quando não se conhece o caminho. Sim, há caminhos por entre as árvores, cipós, arbustos, etc. Jurei nunca mais andar embrenhado na mata, mas ninguém tira o que estava escrito para ser. Ninguém que bate bem das válvulas do cérebro, turbinado e protegido por uma rede neural intracraniana, é normal.
Acho que os remédios acabaram. Também acho o que acho porque às vezes nem procuro. Imagine você. Também é assim, não é? Por isso sorriu, que eu vi. Acredito que depositamos essas esquisitas atividades que o cérebro nos faculta observar devido a esta inenarrável habilidade que temos de refletir e analisar situações para tomar decisões melhores, o que faz de nós, suponho, bípedes pensantes em fase crucial na vida moderna.
Desejaram tanto que fui aos exames para ver se ainda tinha lucidez. Imagine você o que seria de mim lúcido enfrentando todas estas frentes nefastas, malvadas, rudes, desumanas tanto quanto as faturas de cartão de crédito vencidas.
O doutor e as duas doutoras por onde passei não encontraram nada além da vã filosofia, que graças a Deus, quem me viu e quem me vê sabe que devo ter alguma coisa, sei lá o que, vai ver sou só esquisito mesmo.
É isto aí!

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