—Nome?
—Tenório Tiamu.
—Humm, entendo...
—Não é o que a senhora está pensando.
—Alto lá! Alto lá! Senhorita, meu bem — senhorita — se-nho-ri-ta.
—Desculpe, senhorita. Apenas deduzi por processos observacionais da minha profissão.
—Já que falou, qual é a sua profissão?
—Ficólogo.
—Para tudo! Mariinha, traz um chá calmante para mim. Fico, logo existo? É isto?
—Eu não disse isso, senhorita... Perdão, mas não sei o seu nome. Eu disse que sou ficólogo.
—E, antes de ser ficólogo, fazia o quê?
—Era chanfrador.
—Uau! Rapaz, você, com essa carinha lerda, vai longe, hein!?
—Mariinha, chama aí o Parreira e o Farias... Precisam ouvir isto.
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