
Não posso deixar passar em branco seu aniversário. É verdade, sei que a data não é esta e sei também que isso não faz a menor diferença.
Deixei debaixo do travesseiro um poeminha com versos ridículos e pueris, mas estão lá, na segunda gaveta da cômoda do corredor, os votos da promessa que um dia fiz e que agora cumpro.
Fiz o café, sem açúcar e sem afeto. Apenas o fiz para despertarmos deste sonho louco e cairmos na dura e pesada realidade de que não somos aquilo que sonhamos. O resto é poesia.
Um beijo, um abraço, uma saudade e até um dia, numa destas esquinas da vida.
É isto aí!
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Gratidão!