Não dei ouvidos à personalidade crítica e praticante do ateísmo que me habita, acompanhada de outras três: uma boazinha e gaga; outra, indiferente; e, por fim, a tímida e temerária — excessivamente temerária — Alto Estima. Mas isso não é assunto para o público, sabe? É que sou muito introspectivo.
Onde eu parei? Não parei: estou parado. Onde deixei o aparelho pró-Gênesis, aquele, sabe? O de um novo céu e de uma nova terra. Acho possível, desde que venha com mais dois pares de cromossomos. Digo isso porque não posso falar de evolução apenas de fora para dentro, com o passado desalinhando meu terno de linho e mentindo ao meu ego.
A manhã segue, pois há um conflito interno grave: estou só, mas não desisto.
É isto aí!

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