quinta-feira, 8 de junho de 2017

Pat Metheny with Charlie Haden - Cinema Paradiso


01 Pat Metheny with Charlie Haden - Cinema Paradiso
Fonte da imagem: Youtube
Vídeo indisponível para reprodução. Assista no Youtube


02 Ennio Morricone: Cinema Paradiso I Thomas beckman (viola) and Kitty Lam (piano):
Fonte Youtube: Thomas Beckman 
Arbutus Duo presents Ennio Morricone's love theme from Cinema Paradiso. Filmed by Darko Sikman inside the Dunbar Theatre.













Pat Metheny - And I Love Her (The Beatles)

Pat Metheny - Fonte da imagem: The Wall Street Journal

Patrick Metheny (Patrick Bruce Metheny) (Kansas City, Missouri, 12 de agosto de 1954) é um guitarrista norte-americano. Vencedor de vinte prêmios Grammy Awards (Wikipédia)

Pat Metheny - And I Love Her (The Beatles)

"The Beatles were huge for me. Without them, I don't know if I even would have become a musician or a guitar player.  When their hits started coming out, I was 8 and 9 years old and it had a tremendous impact on me. I saw the movie "A Hard Day's Night" multiple times when it came out and I always loved that song. It is kind of impossible to imagine doing a record like this without including at least one Beatles song." - Pat Metheny






And I Love Her
The Beatles
Compositores: Composição: John Lennon / Paul McCartney.
Fonte da Letra: Letras Music

I give her all my love
That's all I do
And if you saw my love
You'd love her too
I love her

She gives me everything
And tenderly
The kiss my lover brings
She brings to me
And I love her

A love like ours
Could never die
As long as I
Have you near me

Bright are the stars that shine
Dark is the sky
I know this love of mine
Will never die
And I love her

Bright are the stars that shine
Dark is the sky
I know this love of mine
Will never die
And I love her

Melodia Sentimental (Bidu Sayão)

Com poema de Dora Vasconcelos, Melodia Sentimental é parte integrante da obra A Floresta do Amazonas de Heitor Villa-Lobos, composta nos anos 1950 para o filme "Green Mansions" de Mel Ferrer.

Acorda, vem ver a lua
Que dorme na noite escura
Que fulge tão bela e branca
Derramando doçura
Clara chama silente
Ardendo meu sonhar
As asas da noite que surgem
E correm no espaço profundo
Oh, doce amada, desperta
Vem dar teu calor ao luar
Quisera saber-te minha
Na hora serena e calma
A sombra confia ao vento
O limite da espera
Quando dentro da noite
Reclama o teu amor
Acorda, vem olhar a lua
Que brilha na noite escura
Querida, és linda e meiga
Sentir meu amor é sonhar

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Mmm Mmm Mmm Mmm - Crash Test Dummies (Leg. PT/BR)


Fonte da imagem:  Crash Test Dummies / G1 Globo

Por questões de Direitos autorais, este vídeo somente poderá ser assistido no Youtube. Clique abaixo e será direcionado ao Youtube:



Texto com fonte Wikipédia

"Mmm Mmm Mmm Mmm" é o quinto single da banda Crash Test Dummies, do segundo álbum de estúdio God Shuffled His Feet de 1993.

A canção é também trilha sonora do filme Débi & Lóide: Dois Idiotas em Apuros. E também fez parte da trilha sonora internacional da novela Pátria Minha da TV Globo.

Letra

Cada estrofe descreve a isolação e o sofrimento de uma criança, sendo que duas delas sofrem de alguma anomalia física: o menino que ficou prematuramente grisalho depois de um acidente, e uma garota inteiramente coberta com marcas de nascimento. A terceira criança é um garoto cujos pais o levam para a igreja deles, onde eles costumam "chacoalhar e sacudir" pelo chão. A situação dele é descrita como pior ainda do que a das outras duas crianças.

Uma versão alternativa tocada ao vivo algumas vezes muda a terceira estrofe para a história de um garoto cuja mãe perdeu as amígdalas após uma tonsilectomia, impedindo que ele as levasse para mostrar em uma exposição.

Alguns grupos de discussão na Internet levantaram a hipótese de que o garoto do acidente na primeira estrofe teria sido, na verdade, vítima de abuso sexual dentro de um carro e que os cabelos brancos seriam uma analogia ao amadurecimento precoce em função da violência sofrida. Além disso, as marcas no corpo da garota da segunda estrofe seriam devido à violência doméstica, tendo sido vítima de espancamento pelos próprios pais. Em ambos os casos eles dariam as desculpas de acidente e marcas de nascença para esconder a verdadeira violência sofrida. Ambas as histórias se encaixariam na do garoto da terceira estrofe, que é mais explícita na denúncia.

Caso esses versões sejam verdadeiras, a música deveria ser colocada em um posicionamento diferente do que teve à época, pois levantaria temas de muita importância e poderia estimular crianças na mesma situação a denunciar as violências sofridas.

Clipe
O clipe associado transforma a letra da música em uma peça de teatro em três atos, cada um deles interpretado por crianças. Ao longo do vídeo, as cenas da peça são intercaladas com as cenas da banda Crash Test Dummies tocando a música no palco ao lado.

O primeiro ato mostra um cruzamento urbano, conta a história de um garoto envolvido num acidente de carro. Quando ele voltou de seu coma profundo , o seu cabelo mudou de preto para branco, devido ao tempo.

O segundo ato conta a história de uma garota que nunca costumava "se trocar com as garotas no vestiário", até que o dia em que as outras garotas (caracterizadas na peça como três detetives) a forçam para que mude de roupa junto a elas, somente para descobrir que seu corpo é repleto de marcas de nascimento.

O ato final mostra um garoto que mostra sob a rígida disciplina de seus pais austeros e como a família frequenta a igreja, onde os frequentadores se chacoalham e balançam durante o culto. Durante a estrofe, o garoto em questão olha nervosamente para um casal na plateia, que parece desconfortável com o assunto, mostrando que os três são a família relatada na canção.

Ao final, a plateia aplaude a peça e as três crianças agradecem juntas. Entretanto, o casal continua não gostando do que vê e aplaude forçadamente. Todos vão embora e a banda continua tocando a música.

Já vi este filme ou : "This is the tragedy of a man who could not make up his mind".

Hamlet, de Laurence Olivier
Nesta sexta pela manhã subi a Colina do Bom Senso do Reino da Pitangueira para avistar a bela e recatada idolatrada, deitada eternamente do outro lado da linha que nos une e nos divide concomitantemente. A palavra do dia dita pelos nativos é gangster. Pois bem, aqui é necessário refletir se uma história se repete como farsa ou como aprimoramento.

A origem dos gangsters aconteceu quando lá no norte alguém de boa-fé proibiu a produção e venda de bebidas alcoólicas (toda a inteligentzia sabia que isto teria efeitos colaterais, mas curiosamente deixaram passar). Assim, várias quadrilhas que faziam pequenos serviços ao redor do poder, passaram a também fazer o contrabando de álcool. 

Em Pindorama a origem é desconhecida, parece que vieram em alguma das caravelas. O fato é que a crise do fogo amigo entre os gangsters caboclos deu-se quando forças globais começaram a fechar o cerco sobre a produção e venda de combustíveis nativos (toda a inteligentzia sabia que isto teria efeitos colaterais, mas curiosamente deixaram passar). Assim, várias quadrilhas que faziam pequenos serviços ao redor do poder, passaram a também fazer o contrabando de derivados ativos de hidrocarbonetos alifáticos, alicíclicos e aromáticos.

Mais tarde, no norte, quando a proibição ficou sem efeito, supostamente ocorreram várias tentativas para desmantelar as organizações criminosas comandadas pelos poderosos contraventores, mas isso não foi possível, porque eles já tinham atingido uma grande força e autonomia. Alguns ficaram tão famosos quanto artistas de cinema ou celebridades.

Daqui, da Colina do Bom Senso, apesar da baixa visibilidade nacional, vejo e escuto aqui e ali que quanto mais ações coercitivas são feitas para combater os suspeitos de sempre, mais ocorrem estranhos fenômenos paranormais, através de fatos bizarros e coisas exóticas hamletianas bem ao estilo  de Laurence Olivier, que retirou toda a discussão política do texto original para promover um drama psicológico - onde já vi isto? Ah, sim, claro - dos simpáticos movimentos pelo direito a liberdade (de quem?) - detesto política, sem politica, sem bandeiras, etc etc etc etc.

No norte, por muitos anos, as famílias andaram se estranhando, invadindo aqui, matando ali, se ferindo lá, tomando um hotel aqui, um cassino ali, enfim, a gula acabou por diluir o poder, que não se acabou, mas profissionalizou-se a ponto de parecer coisa normal, daí virou livros, novelas, filmes, tudo bem romântico. 

Em solo caboclo parece que estão nesta fase. Quem viver ou sobreviver verá que tudo mudará para que nada aconteça de novo sob o sol abaixo da linha do equador (mas aí é outro filme dentro do filme - coisas do paraíso tropical), daí haverão livros, novelas, filmes, tudo bem romântico, mas sem política - afinal eles detestam política.

É isto aí!

quarta-feira, 31 de maio de 2017

O que sua mãe acha disso?


A produção deste vídeo é da Chris Sevla, definida por ela própria como: Escritora, roteirista e peça rara, e a filha menor do Verbo Amar.
Conheça seus livros e muito mais clicando AQUI

Chris Sevla

Sinopse do vídeo: Eva e Diego são os opostos que não se atraem. Mas quando se vêem obrigados a dividir a sala de espera de um consultório, os dois descobrem que podem ter mais em comum do que imaginam...

"O que sua mãe acha disso?" - Filme
Gênero: drama
Duração: 9min
Direção: Chris Sevla
Com: Marco Watanabe e Thaís Luna
Realização: Academia Internacional de Cinema

Músicas neste vídeo

Música 1

I'm Gonna Love You Just A Little More Baby (Single Version)
Artista Barry White
Compositores Barry White
Licenciado para o YouTube por
UMG (em nome de Island Def Jam); CMRRA, Warner Chappell, UNIAO BRASILEIRA DE EDITORAS DE MUSICA - UBEM, LatinAutor - Warner Chappell, BMI - Broadcast Music Inc., Sony ATV Publishing, PEDL, LatinAutorPerf e 11 associações de direitos musicais

Música 2

I'll Be Around
Artista Yo La Tengo
Álbum I'll Be Around
Licenciado para o YouTube por
Beggars (em nome de Matador); Abramus Digital, BMI - Broadcast Music Inc., LatinAutorPerf, IMPEL, UNIAO BRASILEIRA DE EDITORAS DE MUSICA - UBEM, CMRRA, LatinAutor - PeerMusic e 9 associações de direitos musicais

Playing For Change - Stand By Me


Este vídeo está no Youtube - Playing For Change - Stand By Me

Este vídeo é o resultado de um magnifico documental "Playing For Change: Peace Through Music", y "Stand by me" de Ben E. King. É a primeira de varias "canções ao redor do mundo". A obra de arte está interpretada por músicos de várias partes do mundo.

Música Stand by Me (Remastered)
Artista Playing for Change
Álbum Songs Around The World
Compositores Noel Gallagher
Licenciado para o YouTube por
INgrooves (em nome de Playing For Change Records); CMRRA, LatinAutorPerf, LatinAutor - SonyATV, Sony ATV Publishing, UNIAO BRASILEIRA DE EDITORAS DE MUSICA - UBEM, BMI - Broadcast Music Inc., SOLAR Music Rights Management e 10 associações de direitos musicais

Somewhere over the Rainbow

Fonte da imagem Overdriver Duo 
Foto  Jornal do Comércio

OverdriverDuo, com sede no Brasil e acumulando mais de 5,5 bilhões de visualizações até o momento, são um dos poucos artistas em todo o mundo que justificam a descrição de serem verdadeiramente uma ‘sensação’. Suas versões enérgicas e alegres de músicas novas e antigas capturaram a imaginação de milhões de pessoas, combinando vocais de cair o queixo com uma combinação cada vez maior de teclas, ukeleles, bateria e guitarras. Com uma audiência de mais de 6 milhões de pessoas on-line e tendo atuado para grandes multidões em 14 países até o momento, o OD é sem dúvida uma das bandas mais emocionantes e dinâmicas que surgiram na era digital.

Somewhere over the Rainbow foi especialmente composta por Harold Arlen e a letra é de Harburg, para mostrar os talentos de Judy Garland no filme O Mágico de Oz, de 1939. Posteriormente a canção acompanharia a atriz durante sua vida; em todas suas aparições públicas ela era solicitada a cantá-la.


Somewhere  over The Rainbow
Composição: E.Y. Harburg / Harold Arlen.
Fonte: Letras

Somewhere over the rainbow, way up high
There's a land that I heard of once in a lullaby
Somewhere over the rainbow, skies are blue
And the dreams that you dare to dream
Really do come true

Someday, I'll wish upon a star
And wake up where the clouds are far behind me
Where troubles melt like lemon drops
Away, above the chimney tops
That's where you'll find me

Somewhere over the rainbow, blue birds fly
Birds fly over the rainbow
Why then, oh, why can't I?
If happy little blue birds fly beyond the rainbow
Why, oh, why can't I?

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Os Estatutos do Homem (Thiago de Mello)


(Ato Institucional Permanente)
(dedicado a Carlos Heitor Cony)

Artigo I

Fica decretado que agora vale a verdade.
agora vale a vida,
e de mãos dadas,
marcharemos todos pela vida verdadeira.

Artigo II

Fica decretado que todos os dias da semana,
inclusive as terças-feiras mais cinzentas,
têm direito a converter-se em manhãs de domingo.

Artigo III

Fica decretado que, a partir deste instante,
haverá girassóis em todas as janelas,
que os girassóis terão direito
a abrir-se dentro da sombra;
e que as janelas devem permanecer, o dia inteiro,
abertas para o verde onde cresce a esperança.

Artigo IV

Fica decretado que o homem
não precisará nunca mais
duvidar do homem.
Que o homem confiará no homem
como a palmeira confia no vento,
como o vento confia no ar,
como o ar confia no campo azul do céu.

Parágrafo único:
O homem, confiará no homem
como um menino confia em outro menino.

Artigo V

Fica decretado que os homens
estão livres do jugo da mentira.
Nunca mais será preciso usar
a couraça do silêncio
nem a armadura de palavras.
O homem se sentará à mesa
com seu olhar limpo
porque a verdade passará a ser servida
antes da sobremesa.

Artigo VI

Fica estabelecida, durante dez séculos,
a prática sonhada pelo profeta Isaías,
e o lobo e o cordeiro pastarão juntos
e a comida de ambos terá o mesmo gosto de aurora.

Artigo VII

Por decreto irrevogável fica estabelecido
o reinado permanente da justiça e da claridade,
e a alegria será uma bandeira generosa
para sempre desfraldada na alma do povo.

Artigo VIII

Fica decretado que a maior dor
sempre foi e será sempre
não poder dar-se amor a quem se ama
e saber que é a água
que dá à planta o milagre da flor.

Artigo IX
Fica permitido que o pão de cada dia
tenha no homem o sinal de seu suor.
Mas que sobretudo tenha
sempre o quente sabor da ternura.

Artigo X

Fica permitido a qualquer pessoa,
qualquer hora da vida,
uso do traje branco.

Artigo XI

Fica decretado, por definição,
que o homem é um animal que ama
e que por isso é belo,
muito mais belo que a estrela da manhã.

Artigo XII

Decreta-se que nada será obrigado
nem proibido,
tudo será permitido,
inclusive brincar com os rinocerontes
e caminhar pelas tardes
com uma imensa begônia na lapela.

Parágrafo único:
Só uma coisa fica proibida:
amar sem amor.

Artigo XIII

Fica decretado que o dinheiro
não poderá nunca mais comprar
o sol das manhãs vindouras.
Expulso do grande baú do medo,
o dinheiro se transformará em uma espada fraternal
para defender o direito de cantar
e a festa do dia que chegou.

Artigo Final.

Fica proibido o uso da palavra liberdade,
a qual será suprimida dos dicionários
e do pântano enganoso das bocas.
A partir deste instante
a liberdade será algo vivo e transparente
como um fogo ou um rio,
e a sua morada será sempre
o coração do homem.


Santiago do Chile, abril de 1964

Templo da Sacra Verità dos Homens de Bem



Entrou no Templo da Sacra Verità dos Homens de Bem em silêncio. Procurou um local discreto, afastado dos holofotes da Luz Celestial. Ajoelhou-se com extrema dificuldade devido ao excesso de peso e da artrite instalada há muito tempo. Postou os cotovelos sobre o encosto do banco da frente, uniu as mãos e fez sua prece aos homens de bem, em voz alta como manda a tradição da Companhia de Bem:

Oh, Senhor Mestre dos Mestres dos Mestres dos Mestres, Pai de todas as Companhias de Bem, beijo-te a mão e vos imploro:

- Fazei de mim um homem livre dos pecados descobertos, mas acobertai os escondidos.

- Que eu perca só o que foi denunciado, mas preserve o roubo acumulado.

- Que eu seja esquecido pela mídia.

- Que eu não sofra muitos achaques, se sofrer que sejam pequenos e breves.

- Que meus amigos desapareçam e meu inimigos me evitem.

- Que minhas contas em sete paraísos fiscais permaneçam intactas.

e por fim, já que só posso fazer sete pedidos:

- Que a Gildinha seja fiel, além da minha esposa, é claro. Como? Só uma? Que seja a Belinha, então, afinal ela é mais, humm, digamos assim, mais dentro do meu padrão de adiposidade tateável.

Amém!!!!

Assim disse o Mestre dos Mestres dos Mestres dos Mestres, Pai de todas as Companhias de Bem:

Vá, poveraccio, tua fé nos salvou!

É isto aí!

Hanine - Arabia



Fonte imagem: revistamaisbonita



Fonte: ArtCult

Violinista Libanesa Hanine El Alam é uma talentosa e linda artista que mescla a dança com seu toque suave no violino.

A artista excepcionalmente talentosa, Hanine El Alam nasceu em 1986 em Baskinta, aldeia próxima de Beirute, e cresceu na cidade de Dhour El Choueir.
Começou seus estudos de violino aos 9 anos, motivada e sempre guiada pelo seu pai. Formou-se no Conservatório Superior Nacional Libanês de Música, em Beirute, onde obteve mestrado em Pedagogia Musical. Além de instrumentista Hanine é também ótima bailarina e sempre mescla música e dança em seus espetáculos.

Seu trabalho expressa profundo respeito pelas tradições musicais árabes, as quais ela adiciona elementos das muitas músicas do mundo e a energia da natureza.


Sobre o vídeo:

Fonte: Hanine El Alam (Youtube)

A idéia principal sobre a qual o vídeo foi construído foi principalmente a batida, pois a música já havia sido escrita para um dançarino em um clube onde Hanine costumava tocar violino árabe.

Ao ouvi-lo, Hanine decidiu alterar alguns de seus elementos, marcando uma transição de batidas de dança pura para uma peça mais musical e mais oriental de violino.

Como ela acredita firmemente que muito pouco pode esperar competir com batidas orientais, sua missão era provar ao seu público que, enquanto ela - como um violinista árabe internacional - abraça a diversidade na música, ela deve ao seu próprio conhecimento da música oriental para garantir As músicas árabes prevalecem quando o poço contra as batidas ocidentais.

E embora o violino árabe tenha sido, por tempos imemoriais, associado à desleixamento e aos pensamentos relativamente sombrios, ela procurou alterá -lo e acabar com o estereótipo, criando batidas mais animadas e felizes que pode atrair diferentes públicos.

Um show de violino da violinista Hanine El Alam, faixa de dança Arábia.
Novo videoclipe lançado 2018:

  • Hanine o Oriente ...
Para reservas, entre em contato conosco: hanine.elalam@gmail.com
Celular/whatsapp: +9613608442








domingo, 28 de maio de 2017

Mia Couto - Há quem tenha medo que o medo acabe

Assista no Youtube 

A fala é de 2011, durante a Conferência do Estoril daquele ano. Em um papo sobre segurança, o escritor moçambicano Mia Couto — um dos meus preferidos e vencedor do Prêmio Camões (2013), o mais importante da língua portuguesa — leu esse texto (escrito para a ocasião) que tem muito, mas muito a ver com várias das coisas que queremos passar aqui no PdH.

Bom, nada mais inseguro do que um escritor numa conferência sobre segurança, um escritor que se sente um pouco solitário porque foi o único convidado nesta e na anterior edição. Preciso de um abrigo, preciso de um refúgio. É um texto que vou ler… o presidente tinha dito que eu devia falar espontaneamente. Não sou capaz em sete minutos.
Eu escrevi este texto que vou ler e chama-se Murar o Medo.

Enfim. Melhor que ficar explicando malucamente, mais fácil é assistir ao vídeo — fique tranquilo, ele fala português — com pouco mais de 5 minutinhos.

Há, também, a transcrição completa logo abaixo. Se não conseguir ver o vídeo, vale a leitura dessa fala fantástica e potente demais para os dias de hoje (os grifos são nossos):

Murar o Medo
O medo foi um dos meus primeiros mestres. Antes de ganhar confiança em celestiais criaturas, aprendi a temer monstros, fantasmas e demônios. Os anjos, quando chegaram, já era para me guardarem. Os anjos atuavam como uma espécie de agentes de segurança privada das almas.

Nem sempre os que me protegiam sabiam da diferença entre sentimento e realidade. Isso acontecia, por exemplo, quando me ensinavam a recear os desconhecidos. Na realidade, a maior parte da violência contra as crianças sempre foi praticada, não por estranhos, mas por parentes e conhecidos. Os fantasmas que serviam na minha infância reproduziam esse velho engano de que estamos mais seguros em ambiente que reconhecemos.

Os meus anjos da guarda tinham a ingenuidade de acreditar que eu estaria mais protegido apenas por não me aventurar para além da fronteira da minha língua, da minha cultura e do meu território. O medo foi, afinal, o mestre que mais me fez desaprender. Quando deixei a minha casa natal, uma invisível mão roubava-me a coragem de viver e a audácia de ser eu mesmo. No horizonte, vislumbravam-se mais muros do que estradas.

Nessa altura algo me sugeria o seguinte: que há, neste mundo, mais medo de coisas más do que coisas más propriamente ditas.

No Moçambique colonial em que nasci e cresci, a narrativa do medo tinha um invejável casting internacional. Os chineses que comiam crianças, os chamados terroristas que lutavam pela independência e um ateu barbudo com um nome alemão. Esses fantasmas tiveram o fim de todos os fantasmas: morreram quando morreu o medo.

Os chineses abriram restaurantes à nossa porta, os ditos terroristas são hoje governantes respeitáveis e Carl Marx, o ateu barbudo, é um simpático avô que não deixou descendência. O preço dessa construção de terror foi, no entanto, trágico para o continente africano. Em nome da luta contra o comunismo, cometeram-se as mais indizíveis barbaridades.

Em nome da segurança mundial, foram colocados e conservados no poder alguns dos ditadores mais sanguinários de toda a história. A mais grave dessa longa herança de intervenção externa é a facilidade com que as elites africanas continuam a culpar os outros pelos seus próprios fracassos.

A Guerra Fria esfriou, mas o maniqueísmo que a sustinha não desarmou, inventando rapidamente outras geografias do medo: a Oriente e a Ocidente e, por que se trata de entidades demoníacas, não bastam os seculares meios de governação. Precisamos de intervenção com legitimidade divina.

O que era ideologia passou a ser crença. O que era política, tornou-se religião. O que era religião, passou a ser estratégia de poder.

Para fabricar armas, é preciso fabricar inimigos. Para produzir inimigos, é imperioso sustentar fantasmas.

A manutenção desse alvoroço requer um dispendioso aparato e um batalhão de especialistas que, em segredo, tomam decisões em nosso nome. Eis o que nos dizem: para superarmos as ameaças domésticas, precisamos de mais polícia, mais prisões, mais segurança privada e menos privacidade. Para enfrentarmos as ameaças globais, precisamos de mais exércitos, mais serviços secretos e a suspensão temporária da nossa cidadania.

Todos sabemos que o caminho verdadeiro tem que ser outro. Todos sabemos que esse outro caminho poderia começar, por exemplo, pelo desejo de conhecermos melhor esses que, de um e de outro lado, aprendemos a chamar de “eles”. Aos adversários políticos e militares juntam-se agora o clima, a demografia e as epidemias. O sentimento que se criou é o seguinte: a realidade é perigosa, a natureza é traiçoeira e a humanidade, imprevisível.

Vivemos como cidadãos, e como espécie, em permanente situação de emergência. Como em qualquer outro estado de sítio, as liberdades individuais devem ser contidas, a privacidade pode ser invadida e a racionalidade deve ser suspensa. Todas essas restrições servem para que não sejam feitas perguntas, como por exemplo, estas: por que motivo a crise financeira não atingiu a indústria do armamento? Por que motivo se gastou, apenas no ano passado, um trilhão e meio de dólares em armamento militar? Por que razão os que hoje tentam proteger os civis na Líbia são exatamente os que mais armas venderam ao regime do coronel Kadafi? Por que motivo se realizam mais seminários sobre segurança do que sobre justiça? Se queremos resolver e não apenas discutir a segurança mundial, teremos que enfrentar ameaças bem reais e urgentes.

Há uma arma de destruição massiva que está sendo usada todos os dias, em todo o mundo, sem que seja preciso o pretexto da guerra.

Essa arma chama-se fome.

Em pleno século XXI, um em cada seis seres humanos passa fome. O custo para superar a fome mundial seria uma fração muito pequena do que se gasta em armamento. A fome será, sem dúvida, a maior causa de insegurança do nosso tempo.

Mencionarei ainda uma outra silenciada violência: em todo o mundo, uma em cada três mulheres foi — ou será — vítima de violência física ou sexual durante o seu tempo de vida. É verdade que, sobre uma grande parte do nosso planeta, pesa uma condenação antecipada pelo fato simples de serem mulheres.

A nossa indignação, porém, é bem menor que o medo. Sem darmos conta, fomos convertidos em soldados de um exército sem nome e, como militares sem farda, deixamos de questionar. Deixamos de fazer perguntas e discutir razões. As questões de ética são esquecidas, porque está provada a barbaridade dos outros e, porque estamos em guerra, não temos que fazer prova de coerência, nem de ética nem de legalidade.

É sintomático que a única construção humana que pode ser vista do espaço seja uma muralha. A Grande Muralha foi erguida para proteger a China das guerras e das invasões. A Muralha não evitou conflitos nem parou os invasores. Possivelmente morreram mais chineses construindo a muralha do que vítimas das invasões que realmente aconteceram. Diz-se que alguns trabalhadores que morreram foram emparedados na sua própria construção.

Esses corpos convertidos em muro e pedra são uma metáfora do quanto o medo nos pode aprisionar.

Há muros que separam nações, há muros que dividem pobres e ricos, mas não há hoje, no mundo um muro, que separe os que têm medo dos que não têm medo. Sob as mesmas nuvens cinzentas vivemos todos nós, do sul e do norte, do ocidente e do oriente. Citarei Eduardo Galiano acerca disto, que é o medo global, e dizer:

“Os que trabalham têm medo de perder o trabalho; os que não trabalham têm medo de nunca encontrar trabalho; quando não têm medo da fome têm medo da comida; os civis têm medo dos militares; os militares têm medo da falta de armas e as armas têm medo da falta de guerras.

E, se calhar, acrescento agora eu: há quem tenha medo que o medo acabe.

Muito obrigado.




Gemidos e absurdos a dois

O rapaz era tímido, 
muito muito tímido. 
Primeiramente 
encantou-se por Isadora, 
depois apaixonou-se 
depois permitiu-se aproximar 
e depois o vazio 
dos que amam solitariamente. 

A moça era simples
muito muito simples
Primeiramente
sonhou com João Pedro
depois apaixonou-se
depois permitiu-se aproximar
e depois o vazio
dos que amam solitariamente

O rapaz tímido
cruzou com o destino
por obra do divino 
com a moça simples
deram-se olhares
entregaram as mãos
nomearam-se par
parturientes de mimos
sem a pressa do dia
de serem felizes
e se descobriram
ora ardente ora delirante
ora obscena ora pérfida

Mas cadê o amor por Isadora
Pensou no silêncio do silêncio
Tépida hummm ela era tépida
Naqueles dias vieram orgasmos,
carícias e poliafagos

E João Pedro, o que foi aquilo
meditou a moça
sob a lucidez do silêncio
estúpido hummm ele era estúpido
Naqueles dias vieram beijos, 
gemidos e absurdos a dois

É isto aí!


sexta-feira, 26 de maio de 2017

A poesia não se serve em pratos de balança | Pedro Lamares | TEDxOPorto

Foto de Pedro Lamares




9 de jun. de 2015
Next talk Pedro apresenta a poesia como uma força contra a atual situação económica, atuando como um equilíbrio contra a austeridade e economistas a liderar a sociedade. Dizendo três poemas professando o seu amor por Portugal, a sua talk culmina com a afirmação ‘Portugal, quero beijar-te… na boca!’

Nasceu em 1979 e estudou música e teatro na Escola de Jazz do Porto, Universidade Católica e Academia Contemporânea do Espectáculo. Ator, professor, consultor e formador de comunicação.
Atualmente (2015) apresenta o programa Literatura Agora, da RTP2, onde faz também escolha e leitura de textos. Dedica-se à leitura de poesia como um dos seus ofícios principais.

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Das moças que caminham por aí!


A puta profana
perdoada e santa
para na porta
da igreja
trazendo na bolsa
contida
o pecado diário
a comida
e o batom cereja.

A moça branca
purificada e santa
passa apressada
pela porta
da igreja
levando na bolsa
consigo
a certeza salvífica
e o batom cereja

É isto aí!

Papo de Esquina XXXVII

Eleições indiretas ... então ... tem Fulano de Tal, mas é ladrão.

Se não for ele, pode ser o meliante do Beltrano do Sal, que entende bem do riscado.

Falando em riscado, tem o Ciclano Tchau, bandido bom, conversado, articulado e educado.

Resumindo - Diretas Já!

É isto aí!

segunda-feira, 22 de maio de 2017

A solidão onírica

Havia conhecido a moça num filme 3D. Apaixonaram-se, entregaram-se e se declararam marido e mulher para sempre, até que certa noite, ao chegar em casa, leu um bilhete colado na porta dizendo adeus e ela sumiu de forma tão misteriosa quanto era a relação entre os dois.

Bebeu todas as garrafas que restaram. Nem eram tantas, mas sozinho fez virarem uma tentativa de coma alcoólico. Deitou sobre o catre que restou da separação. Por sobre ele um edredom surrado que encontrou no piso da cozinha. Como travesseiro uma jaqueta jeans muito desgastada e como coberta um fino lençol de fibra sintética.

Acordou com estômago embrulhando, cabeça explodindo, câimbra nas duas panturrilhas, náuseas, ânsia de vômito, vertigem, confusão mental e ... sobretudo sozinho. A noite anterior não havia devolvido o que a vida levou. Rodou com a mão, encontrou o celular e viu cerca de vinte chamadas, tentou retornar, eram todas de um mesmo número, só podia ser ela, arrependida e pedindo para voltar. Retornou a ligação, mas ... estava sem crédito e o número não aceitava chamada a cobrar.

Arrastou-se até a dispensa ... praticamente vazia. Achou uma fração de açúcar cristal disputado por formigas, espalhou por sobre um banco improvisado de mesa, matou quantas pode e aos poucos foi dissolvendo a sacarose na boca ressecada. Era um truque antigo aquele, aprendeu na mocidade. Vai molhando o dedo na boca e catando o açúcar, assim a vida segue sua rotina. Refeito da hipoglicemia, dirigiu-se ao banheiro, onde apenas o cano saia da parede, servindo como pia e ducha gelada naquela manhã de inverno. Queria morrer ... se pudesse.

Banhou-se e ao mesmo tempo hidratou as células que perderam líquido para o álcool. Hidratado e glicosado, fez num café com a borra que estava no coador. Ainda dava um rescaldo, pensou. O estômago não aceitou bem aquela encomenda, mas não devolveu, afinal a cabeça tinha prioridade sobre a gentileza e a delicadeza do sistema digestório.

Vestiu a roupa amarrotada e quase limpa, esfregou o indicador nos dentes com bicarbonato de sódio, calçou o sapato desbotado, colocou seu rayban tailandês e foi à luta, que não passou do portão do prédio. Havia um oficial de justiça requerendo o despejo. Olhou para o oficial, olhou para o documento, enfiou a mão no bolso e entregou-lhe a chave às gargalhadas.

Atravessou a rua, fez aceno para o ônibus e subitamente acordou com a campainha tocando de uma forma insistentemente irritante. Já vai, já vai ... gritou provocando um silêncio irritante no apartamento. Pelo olho mágico viu uma mulher estonteante no corredor. Ao destravar a porta entrou um oficial de justiça e dois policiais aos berros e aos empurrões. 

Antes de atingir o chão a moça do filme 3D o segurou. Acordou completamente suado, esgotado, arfante. Ela não estava ao seu lado, nem havia bilhete de abandono, nem um oficial, nem batidas na porta nem nada. Só a solidão, a infinita e perturbante solidão. Desejou profundamente voltar ao sonho e encontrá-la. 

Naquela noite foi ao cinema. Então era isto - era mocinha na tela, a personagem, foi tudo um sonho, então desta vez acordou e lá estava a moça abraçada ao seu corpo feito uma extensão da sua alma. Jurou para si que estava morto, vai ver estava mesmo. Nunca mais sonhou em 3D.

É isto aí!

sábado, 20 de maio de 2017

Prince Igor (Ópera de Aleksandr Borodin)





Fonte da Imagem: Russian Broadway
Fonte: Jornal GGN
Dica da Fonte: Itárcio Poeta Ferreira

O Príncipe Igor ou Knyaz' Igor é uma ópera de Aleksandr Borodin, escrita em quatro atos com um prólogo. O compositor adaptou o libretto a partir do conto épico Eslavo/Slovo "O plŭku Igorevě" ("o conto da campanha de Igor"), que conta a campanha do príncipe russo Igor, o Bravo contra os invasores polovetsianos, em 1185. A ópera foi deixada inacabada após a morte prematura do compositor em 1887 e foi concluída por Nikolai Rimsky-Korsakov e Alexander Glazunov. A estreia (póstuma) teve lugar em São Petersburgo, no teatro Mariinski, em 4 de novembro de 1890.

A partitura inclui as famosas danças corais, conhecidas como Danças Polovetsianas, frequentemente interpretadas isoladamente em concertos.


Prólogo

Na cidade-estado de Putivl (Rússia), o príncipe Igor com seu filho, Vladimir, reúnem seu exército para uma campanha militar contra os Polovtsianos. Uma súbita eclipse solar põe todos em polvorosa. Os mais íntimos de Igor (os boiardos) assumem isso como um mau presságio e imploram a Igor para adiar a campanha. A esposa de Igor, Yaroslavna, também defende que Igor permaneça em sua terra, mas ele não desiste. O príncipe se despede da esposa e a deixa aos cuidados do príncipe Vladimir Galitsky (irmão de Yaroslavna). O exército de Igor e Vladimir parte para sua campanha. Despercebidos, dois soldados-Skula e Yeroshka - decidem desertar, e voltam para Putivl.

Ato I

Nas estepes Polovtsianas., a batalha é perdida. O exército de Igor é destruído. Igor e Vladimir são feitos prisioneiros de Khan Konchak, o chefe dos Polovtsianos. Em sua mente, o atormentado  Igor repete exaustivamente tudo o que aconteceu. A bela Konchakovna (filha de Khan), que está apaixonada por Vladimir, aparece para ele. Ele pensa em Yaroslavna. Na visão, Ovlur o instiga a fugir do cativeiro. Então, Khan Konchak, pretendendo ganhar um aliado, o visita e oferece sua amizade, declarando-o um convidado de honra. Igor tem uma visão de viver a vida em sua plenitude.

Ato II

No palácio de Yaroslavna. Terríveis pesadelos e premonições assombram Yaroslavna. Não recebe notícias de Igor desde longo tempo. Suas acompanhantes acusam Galitsky de agitação exagerada em Putivl. Elas se queixam que Galitsky raptou uma de suas amigas e pedem à Yaroslavna que intervenha e exija que a moça seja devolvida. Porém, Yaroslavna não tem poder sobre seu irmão. Galitsky ameaça a irmã e Igor.

Na corte do príncipe Galitsky, os homens participam de uma festa regada a bebida alcoólica. Buscando ainda mais poder, Galitsky pretende exílar Yaroslavna em um convento como parte de seu plano para substituir Igor e ser o novo Príncipe de Putivl. Skula e Yeroshka (os desertores)  apoiam as intenções de Galitsky. Numa tentativa desesperada, as jovens donzelas aparecem para pedir diretamente à Galitsky que liberte sua amiga, mas os convidados bêbados desdenham dessas e as expulsam do local. A festa dos bêbados atinge o seu clímax; todo mundo se prepara para a revolta.

No Palácio de Yaroslavna. Os boyars trazem a trágica notícia da destruição do exército e do cativeiro de Igor. Enquanto isso, Galitsky e seus seguidores aproveitam o momento e dão início à revolta. Sinos de alarme anunciam o perigo iminente: o inimigo avança em Putivl. Durante o pânico que se seguiu, Galitsky é morto.

Ato III

Putivl é destruída e deixada em ruínas. Yaroslavna perde todas as esperanças do retorno de Igor e chora a perda do marido. Igor escapa do cativeiro e retorna à destruída Putivl. Visões torturantes continuam a acompanha-lo. Os embriagados Skula e Yeroshka descobrem Igor. A fim de escapar da punição merecida por traição, o astucioso Skula sugere ao companheiro que sejam os primeiros a convocar as pessoas e compartilhar a boa notícia. Igor interrompe o júbilo da multidão e se dirige às pessoas com palavras de arrependimento. Ele se culpa por tudo o que aconteceu, e convida a todos para se unirem e reconstruírem suas vidas.

Fonte do Vídeo YoutubePrince Igor 
Créditos do vídeo:  by Yury Lyubimov - music edit by Pavel Karmanov 
Página de Pavel Karmakov no Youtube: Pavel Karmakov 

Se o vídeo não abrir, clique aqui e vá direto ao Youtube: Prince Igor 




Carta a Jesus, o Cristo.

Senhor Jesus

Eu não estou cristão
pois fui forjado no teu amor.
Que minha vida
Tão pequena, tão modesta
Seja tua, Senhor
Hoje e sempre!

Olhai, Senhor,
para os pobres
os negros, os índios,
Acolhe, Senhor,
os desvalidos,
os desprotegidos
os carentes de humanidade.

Permiti, Senhor,
a redenção dos miseráveis
a cura dos desvalidos,
a saciedade da fome

Teu Corpo me alimenta
Teu Sangue me lava
Transforma-me Senhor
Em ferramenta Tua.

Glorifico, Senhor,
Tua paciência comigo
Tua perseverança
Teu amor eterno.

Transforma, Senhor,
a minha vida, a minha família,
a minha cidade, o meu país.
Vinde, Senhor Jesus!

É isto aí, Jesus!

Cronologia narrativa dos últimos 3 anos. (Fernando Horta)

Alto lá
Este texto não é meu
Copiei e colei (sem delação premiada)
Autor Fernando Horta
Fonte Esquerda Caviar 
Fonte Fernando Horta Facebook

"Não é pelos 20 centavos"

"Não vai ter copa"

"Tchau querida"

"Somos Todos Cunha"

"Minha bandeira não será vermelha"

"A culpa não é minha, eu votei no Aécio"

"Primeiro e gente tira a Dilma, depois tira o resto"

"Não pense em crise, trabalhe"

"Cunha na cadeia!"

"Não tenho bandido de estimação"

"Quero o chefe da quadrilha preso"

"Somos todos Moro"

"Bela, recatada e do lar"

"Não foi 'gópi'"

"Acabou a boquinha"

e agora ... no desespero, sem ter no que se apegar "Todos farinha do mesmo saco"...

Estes são os últimos quatro anos... Estamos há quatro anos sem pensar direito em nossas vidas, carreiras e etc. Tudo porque um bando de milionário resolveu dizer que cansou de brincar de democracia e pagou para outro bando de desocupado para espalharem o velho "medo do comunismo"... Estamos todos pagando pela idiotia e cretinice destes "anti"