terça-feira, 25 de março de 2014

A Funkeira prá presidente


PSDB e PSB se fortaleceriam com a candidatura de determinada e famosinha (gostosinha também) funkeira para presidenta. Faz tudo para mostrar que mudou, Só que não! Não muda a voz, os gostos e o ritmo:

“Não tenho mais defeito”, diz a moça em entrevista exclusiva à Bobo (igual Dom Fernando, o Velho), que segue no texto abaixo.

Depois de passar por cirurgias nos seios, no nariz e na barriga, a moça finalmente mostrou como está diferente todo seu visual. Em entrevista ao "Fanático", ela falou sobre as intervenções estéticas que fez.
(Nada mais Oposição do que sair bem no Fanático)

Ela está namorando herdeiro de rádio do Rio de Janeiro, diz a repórter.
(Nada mais Oposição do que ter um caso com a Mídia)

A mocinha fez cirurgia de redução dos seios (Nada mais oposição que uma repaginada no visual sem mudar o conteúdo):
“Eu descobri que meu nariz estava obstruído por conta da cirurgia anterior que não deu certo. E eu falei aproveita e deixa ele bonito, que eu acho ele horroroso?'. E ele deixou e tirei pneuzinho. Agora eu não tenho mais defeito, agora acabou, nem a saúde, está tudo maravilhoso”, declarou. (é a revolução da massa cheirosa!)

A redução de seios, segundo ela, foi feita por uma questão de saúde (ela já havia feito esta cirurgia aos 18 anos, mas eles voltaram a crescer). "Porque eu não deveria ter feito tão nova. Aí eu deixo um recado para todas as meninas. Não façam isso. Quando vocês pensarem em corrigir algum problema, com calma, pesquisa, vê direito que isso é muito sério. É importante. Mas eu sempre fui muito ansiosa. Eu queria fazer porque pesava demais. Era muito incômodo", conta. (Não façam isto - esqueçam tudo o que escrevi!)

Nas redes sociais, fotos da moça antes da fama impressionam pela diferença das fotos dela atuais - nem parece a mesma pessoa. (o antes: Dom Fernando, o Velho e o agora: Dom Neves, o Neto)

Mas a cantora afirma que não se importava muito com questões de beleza. (Nunca se apegaram às coisas sociais, nem ao patrimônio público):

"Eu não me preocupava tanto com isso. Sabia? Com estética e tudo o mais. Depois que eu passei a trabalhar com isso e depender disso que eu passei a me preocupar. Antes eu nunca ligava. Nunca pensaria nisso. Acho que a gente muda de opinião às vezes, sabe? Nem sempre a gente está pensando exatamente a mesma coisa. Somos todos humanos. A gente troca de roupa, troca de namorado, enfim", disse a rainha do Funk. (Nunca souberam que existe povo, agora que descobriram, tentam ensaiar um afago, de luvas, mantendo distância, é claro)

segunda-feira, 24 de março de 2014

Não é mole não!


Desvendando o mistério das bananas


Divulgada a primeira imagem da versão live action de Toy Story


Nsala, um congonlês


Esse é Nsala, um congolês que vivia no Estado Livre do Congo, no fim do século XIX. Apesar do nome, o Congo não era um Estado nem era livre. Era propriedade pessoal de Leopoldo II, o rei da Bélgica. Leopoldo II promoveu um regime cruel e genocida que escravizou a população para coletar marfim e borracha.

Essa foto foi tirada por Alice Seeley Harris, uma missionária inglesa que visitava o país tentando mostrar à comunidade internacional o que acontecia lá (Leopoldo II alegava que fazia um trabalho humanitário protegendo a população).  Enquanto Alice estava nessa vila, Nsala se aproximou com um saco e despejou seu conteúdo no chão.

Eram as mãos e pés de sua filha de 5 anos, que foi mutilada por funcionários do governo porque ele fora incapaz de coletar a cota mínima diária de borracha.

A vingança de Carlotinha



Carlinhos era um menino bom, tímido e estudioso. Apaixonou-se por Telinha, a menina mais rica e mais bonita da faculdade.

Carlinhos era uma unanimidade de bem querer entre a turma. De família pobre, e com muitas qualidades e virtudes, era bem educado, devido a uma rigidez matriarcal, de maneira que era incapaz de promover quaisquer ações que promovessem uma má interpretação. 

Um dia, e este dia sempre chega, Carlinhos tomou coragem e conversou com Telinha. Deu certo. Rolou um clima romântico entre os olhos que cruzaram libido e desejo.

Telinha agora era a namorada de Carlinhos - sensacional! Todos na sala gostaram da novidade, menos Carlotinha, uma anônima e apagada figura, apaixonada pelo moço, a quem já endereçara diversas mensagens e bilhetes secretamente.

Sabe como são as meninas apaixonadas e obcecadas quando perdem seu objeto de desejo para outra próxima - podem ser capazes de tudo, desde o silêncio até uma das mais cruéis torturas e abusos possíveis para desobstruírem a passagem até atingirem o alvo da sua paixão.

Numa bela manhã de outono, Carlotinha deixou um bombom com um poderoso laxante na carteira de Carlinhos. Era só para dar um susto, ser uma coisa engraçada. Pensando ser de Telinha, comeu com prazer e alegria. Ao chegar, a amada achou o rapaz estranho, mas poderia ser só impressão.

Mas não era impressão, era a pressão relâmpago dos peristaltismos intensos. Carlinhos borrou-se todo ali mesmo, encheu a calça, a carteira e o ambiente de toda a lavagem intestinal pela qual ficou exposto.

O rapaz nunca mais foi visto na escola e nem na cidade; Carlotinha, caindo em si da desgraça da paixão perdida, doente de amor e delirante, perdeu-se no mundo do prazer e da volúpia total, com um sentimento de culpa sem fim e Telinha apaixonou-se por Cafajeste Júnior, um dos meninos mais idiotas da faculdade. 

É isto aí!

A Ruth é boa e a Raquel é má


domingo, 23 de março de 2014

Da série - esta é para casar

Esta é para casar:


Vou-me Embora pra Pasárgada

Vou-me Embora pra Pasárgada

Vou-me Embora pra Pasárgada

Manuel Bandeira


Vou-me embora pra Pasárgada

Lá sou amigo do rei

Lá tenho a mulher que eu quero

Na cama que escolherei


Vou-me embora pra Pasárgada

Vou-me embora pra Pasárgada

Aqui eu não sou feliz

Lá a existência é uma aventura

De tal modo inconseqüente

Que Joana a Louca de Espanha

Rainha e falsa demente

Vem a ser contraparente

Da nora que nunca tive


E como farei ginástica

Andarei de bicicleta

Montarei em burro brabo

Subirei no pau-de-sebo

Tomarei banhos de mar!

E quando estiver cansado

Deito na beira do rio

Mando chamar a mãe-d'água

Pra me contar as histórias

Que no tempo de eu menino

Rosa vinha me contar

Vou-me embora pra Pasárgada


Em Pasárgada tem tudo

É outra civilização

Tem um processo seguro

De impedir a concepção

Tem telefone automático

Tem alcalóide à vontade

Tem prostitutas bonitas

Para a gente namorar


E quando eu estiver mais triste

Mas triste de não ter jeito

Quando de noite me der

Vontade de me matar

— Lá sou amigo do rei —

Terei a mulher que eu quero

Na cama que escolherei

Vou-me embora pra Pasárgada.



Texto extraído do livro "Bandeira a Vida Inteira", Editora Alumbramento – Rio de Janeiro, 1986, pág. 90

Explorando o Centro de Gravidade da moça



Como podemos observar, temos um objeto pequeno, um simples copo azul, que está em equilíbrio através da aplicação de uma única força. Na verdade temos duas forças atuando sobre ele: a força que a moça aplica e a força peso. Sabemos que a força peso resulta da ação atrativa da massa da Terra sobre cada umas das massas que constituem o objeto. 

Essas forças de atração são proporcionais às massas e podem ser consideradas paralelas entre si. Portanto devemos nos perguntar onde a moça está a aplicar a força de modo que a força gravitacional seja equilibrada sem que o objeto comece a desequilibrar. 

Raramente nos deparamos com alguma situação semelhante à esta, onde encontramos o ponto de aplicação da força feminina alinhado com o centro do objeto a ser equilibrado, em tão perfeita ordem e sensualidade. Em outras palavras, o ponto de aplicação está alinhado com o centro de massa. 

O que determina este ponto de equilíbrio como acabamos de descrever é a localização do chamado centro de gravidade, que nada mais é que o "ponto de aplicação" da força gravitacional (peso). Quando temos uma situação em que o campo gravitacional pode ser considerado uniforme (ou seja, que tem o mesmo valor em qualquer posição e que pode ser representado por linhas paralelas entre si em regiões próximas), o centro de gravidade coincide com o centro de massa. Este é o motivo de o centro de massa às vezes ser chamado de centro de gravidade.

Em resumo, a moça tem jogo de quadril prá lá de bom demais da conta!

É isto aí!

A Marcha do Fascismo

www.blogdacidadania.com.br
Eu sou Católico Apostólico Romano, não destes romanos imperialistas advindos de Constantino; sou dos Romanos aguerridos, os soldados que deram a sua vida pela causa cristã. É na Epístola de Paulo a estes romanos que está a sustentação teológica da nossa fé.

Quando vejo a Igreja Católica destes constantinoplas apoiar a ditadura, a tortura e todas as formas de ódio, não sinto raiva nem pena - não sinto muito nem pouco - têm meu desprezo - não são de Cristo.

Abaixo, o diálogo do jornalista Eduardo Guimarães com os manifestantes católicos:

Aproximo-me dos “padres” para saber se eram mesmo religiosos ou se estavam apenas fantasiados.

– Vocês são padres mesmo?

– Seminaristas.

(…)

– Vocês apoiam a “intervenção militar”?

– Se for a solução.

– Vocês apoiam um golpe militar?

– Se for a solução, mas não chamaria um golpe. Chamaria (…) de parar o governo para voltar ao início, aonde começou o erro.

(…)

— Mas você, um religioso… Você ficou sabendo de torturas, de assassinatos que a ditadura cometeu?

– Infelizmente fiquei sabendo, sim. Mas tem contrapartes (…)

– Mas você apoia que o Estado brasileiro torture pessoas, mate…

– Jamais.

– Mas foi o que aconteceu. Foi isso que a primeira marcha fez.

– Não foi cem por cento e não foi a marcha (…)

– Mas foi uma ditadura que durou vinte anos, em que mulheres foram estupradas diante dos maridos…

– O senhor está olhando só o lado negativo (…)

Sem entender como pode haver algo positivo em um regime que torturava, estuprava e assassinava pessoas, troco mais algumas palavras de cortesia e me mando de perto de quem, talvez, fosse o mais maluco, ali…

É isto aí!

sábado, 22 de março de 2014

Plutão e a gentalha branquinha, cheirosa e morta.


Não vou perder meu tempo defendendo a Dilma no caso da Petrobrás, por várias razões, mas as principais são a de que não ganho nada com isto e ela não precisa disto, por que só mesmo pessoas com altos interesses políticos em oposição idiota podem disseminar ódio com tanta violência em uma ação comercial plenamente documentada.

Fazendo um parêntese, outro dia li em um blog que acompanho eventualmente (que posso indicar aos que tiverem a curiosidade), o seu proprietário desdenhando de páginas insignificantes como a minha, com apenas cem acessos diários, em média. Afinal seu blog tem vinte mil acessos diários, e tem lá algumas remotas e pequenas coisas boas, e isto reconheço, mas tem vários problemas de ordem psiquiátrica.

Seu dono tem paixão pelos extremistas da direita e mente descaradamente quando quer falar do governo federal. Posiciona-se como um blog cristão do evangelho pleno e da verdade divina, cheio de boas intenções, mas odeia católicos, espíritas, muçulmanos, ateus, judeus, negros, desvalidos, inválidos, gays, lésbicas, etc., colocando-os todos em um só lado, subdividido em duas facções - tem os comunistas que são todos estes citados, mas que não aceitam a bondade do Tea Party da pátria amada, e tem os idiotas, que são todos os citados acima, mas que não são comunistas e não servem ao seu deusinho de merda. 

Os romanos também tinham lá seus deuses considerados da primeira divisão, e seus deusinhos de merda para justificar pecadinhos carnais, digamos assim. Um destes deusinhos foi escalado para estar em São Paulo nesta passeata - Marcha com um deusinho de merda pela liberdade das famílias brancas, lindas e ricas. Pela liberdade de roubarem, usurparem, condenarem, matarem, cheirarem, fumarem, alucinarem, em paz.

A simpática elite local que se julga branca (mesmo sabendo do nariz torcido do velho continente) acha lindo ter coisas high-tech, ser branquinho e engomadinho, com seus filhinhos fazendo uma brilhante carreira e aspirando maiores vôos. Para eles, o que estraga é esta gentalha, esta choldra mal cheirosa, desprezível e se achando no direito de ser alguma coisa na vida. Daí eu achar que esta marcha deve ser com o deusinho Plutão, o deus da morte para os romanos.

No mais, é isto aí!

sexta-feira, 21 de março de 2014

Sequoia 75 metros

Presidente é uma sequoia de 75 metros de altura e 8,2 metros de largura. Por volume estimado, ela é considerada a terceira maior árvore do mundo . Ela fica no Parque das Sequoias, na Califórnia, e essa foi a primeira vez que ela foi capturada inteira em uma foto só.


quarta-feira, 19 de março de 2014

O melhor amigo


Francisca Rebecca Martinni esperou a semana toda pela sexta-feira. Heitor Krafth Heins, seu amado, fiel e romântico namorado havia prometido uma balada inesquecível.

Naquela manhã saiu, comprou uma sandália nova, e depois do almoço partiu para o salão lotado, onde ficou quatro horas, entre cabelo, escova, pés e mãos.

Heitor Krafth Heins passou pontualmente às 21 horas, dirigindo seu impecável conversível preto. Trajava uma caríssima calça jeans, tênis top de linha, uma blusa de manga comprida de famosa estilista sobre uma tradicional camiseta branca de fios de algodão egipcio, além do seu Rolex de ouro..

Francisca Rebecca Martinni torceu seu delicado narizinho, mas ainda acreditava no amor e nos quatrocentos e oitenta reais que investira naquela saída com sua alma gêmea.

Heitor Krafth Heins sugeriu que fossem ao Rebolation Tutti, o mais famoso bar dançante da cidade, onde poderiam tomar alguma coisa, enquanto dava hora para irem ao Teatro Nacional assistir a uma famosa peça com atores de fama mundial, sucesso por cinco anos na Broadway. Em seguida, com ingressos adquiridos com seis meses de antecedência, rumariam para a Casa de Shows Four Hands,  onde a melhor banda de jazz do planeta Terra iria fazer apresentação única.

Mas algo deu errado naquela noite. Ao chegarem ao Rebolation Tutti, uma torrencial chuva de verão inundou todos os caminhos, inviabilizando quaisquer intenções de deslocamento. Como estavam bem acomodados por ali, resolveram ficar, pois era possível que ainda daria para assistir ao Jazz na Four Hands.

Nisto, passa pela mesa do casal apaixonadíssimo, fugindo da chuva, o Zezinho, amigo de infância de Heitor Krafth Heins, criados juntos na Vila Chapinha, naquele ambiente de pobreza familiar, até que o destino os separou pelos zeros a mais na conta bancária.

Heitor Krafth Heins o chama à mesa, apresenta Francisca Rebecca Martinni, e pedem uma rodada de vodka, o papo está bom outro drink, desta vez mais exótico, outro drink, mais um e bem, resumindo - Totó já estava dormindo no canto do sofá, e Chiquinha no colo de Zezinho iluminava a noite com seu sorriso radiante.

Zezinho levou Totó em casa e depois devolveu Chiquinha ao lar na tarde daquele sábado. Naquela noite Francisca Rebecca Martinni foi pedida em casamento pelo Heitor Krafth Heins, que nunca perguntou e nem quis saber.

É isto aí!


Menina danadinha


terça-feira, 18 de março de 2014

Um avião malaio no balaio


Penso, penso e penso. Retorno ao tema que já fazem onze dias de ocorrido. Um Boeing, senhoras e senhores, um imenso jato com 239 pessoas desapareceu em um dos trechos mais vigiados do planeta. Nada, nenhuma notícia a respeito do paradeiro do avião de bandeira malaia. Então, vai ver, não pode ser achado. Ora, direis, ouvir estrelas! Certo, perdeste o senso!*

Lembro de uma história ouvida na casa do meu avô, que creio, deve ser uma piada, apesar da seriedade com a qual foi dita, levando em conta que meu avô nunca contava anedotas. Acho que queria ensinar uma lição sobre a moral:

"Certa noite, um homem, com gestos de aflição, esta procurando nervosamente por alguma coisa, ao redor do único poste com luz da vila. Cidade pequena, todo mundo sabe de todo mundo, passa um compadre e pergunta para o amigo: 
 - O que você esta procurando ai, será que eu posso te ajudar? 
Daí o sujeito responde:
- Eu estou procurando as chaves da minha casa, que eu perdi. 
E quanto mais o tempo passava mais gente aparecia para ajudar o homem a procurar as chaves. Quando já tinha umas vinte e cinco pessoas ajudando na busca, uma delas dirige-se ate onde o desesperado cidadão está e pergunta:
- O senhor tem certeza que perdeu suas chaves foi aqui mesmo? 
E para espanto geral, o homem responde:
- Humm, veja bem, na verdade eu perdi as chaves no início da rua, na zona boêmia, mas como só tem luz daqui prá frente, eu resolvi começar a procurar onde estava mais claro."

Pois bem, saibam meus diletos amigos, que nada alcança voo abaixo do Equador, sem que o maior poderio bélico deste planeta não tenha conhecimento. É impossível o desaparecimento de uma aeronave controlada e monitorada em tempo integral, no solo e no ar, sem a ciência dos seus fabricantes e sem o aval do serviço de inteligência apache&sioux. Repito - é impossível!

Ontem, 18 de março, a Embaixada de Pequim na Malásia, divulgou oficialmente, através da Agência de Notícias Estatal Xinhua, que a investigação sobre os passageiros chineses no voo MH370 da Malaysia Airlines que desapareceu no último dia 8 não mostrou elementos que indiquem sua participação no desvio da aeronave ou em um atentado. (Eu não entendi o que a China quis dizer, ou entendi errado?)    

Ainda de acordo com a publicação, o governo chinês deu início a operações de busca em seu próprio território, em regiões situadas no corredor aéreo norte.   


OUVIR ESTRELAS - Olavo Bilac
"Ora (direis) ouvir estrelas! Certo
Perdeste o senso!" E eu vos direi, no entanto,
Que, para ouvi-las, muita vez desperto
E abro as janelas, pálido de espanto...
E conversamos toda a noite, enquanto
A via-láctea, como um pálio aberto,
Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,
Inda as procuro pelo céu deserto.
Direis agora: "Tresloucado amigo!
Que conversas com elas? Que sentido
Tem o que dizem, quando estão contigo?"
E eu vos direi: "Amai para entendê-las!
Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas."
(Poesias, Via-Láctea, 1888.)

É isto aí!

segunda-feira, 17 de março de 2014

O avião malaio



Como está todo mundo falando nisto, também vou dar meu palpite.

Há uma tensão imensa na Crimeia, mas o mundo todo volta-se para o desaparecimento de um avião com 239 pessoas a bordo. Algo como um truque de mágica para desviar o olhar enquanto as coisas acontecem? Não sei, mas nada pode ser descartado.

Como já li quase uma dezena de possibilidades, desde a desintegração total no ar, passando por portal do tempo, sequestro intergaláctico, etc., a mais plausível que achei foi a que trata do desvio de rota, feita por humanos. Para onde se dirigiu, não temos como saber ainda, mas o desvio poderia ter sido realizado de três formas: pelos pilotos à bordo; por sequestradores à bordo; por sequestradores por controle remoto.

A questão do desvio de rota é entender os motivos ou o motivo para que tenha ocorrido. Havia algo naquele avião que necessitava ser entregue sem passar pela alfândega chinesa. Tudo na vida tem um motivo, uma força que proporciona o ato e o fato posterior. Alguns acreditam que eram pessoas a bordo o objeto de interesse de grandes corporações, ou pelo que sabiam ou pelo que poderiam proporcionar.

Outros defendem a tese de que alguma carga complexa, preferencialmente uma de destruição em massa, poderia estar a bordo. Já alguns acreditam que o objeto desejado era a própria aeronave, o que acho pouco provável. Mas uma aeronave deste porte precisaria descer em um local de baixa densidade demográfica, com regime político ditatorial e sem imprensa. Um dos países com este perfil poderia ser, por exemplo, Myanmar.

Avançar mais pelo continente, é claro, seria muito arriscado, mas o que fazer com todas as pessoas a bordo? Dependendo dos interesses, neste momento já não estão mais entre nós, pois iriam expor ao risco o objetivo da operação. Como as potências ocidentais foram alijadas do processo inicial, aumentam as incertezas, pois se havia algo, não deveriam saber de imediato.

Mas se o avião apenas sofreu um pane geral, errou a rota e mergulhou nas profundezas do Oceano, todas as conspirações ficam encerradas, ou não?

É isto aí!

As coxas de Belinha



Este blogueiro não conhece a moça da foto, então resolveu dar-lhe um nome, de maneira que pudesse ficar íntimo da sua personagem. O objetivo aqui não é expô-la a uma situação vexatória, nem a menos promover uma exposição de carne na vitrine de um açougue midiático.

Mas ela é tão bonita, e tem pernas tão lindas que merecem minha atenção. Tem pernas definidas, coxas tangíveis e palpáveis, sem aquela coisa de malhação, musculação, etc. Tem uma feminilidade sedutora. Não está nua, não mostra os seios, e nem precisa. 

Nestes tempos de epidemia de pernas grossas saradas, com um novo padrão de beleza estabelecido por celebridades, eu acredito que estas mulheres têm sua beleza diminuída ao engrossarem as pernas por meio de exercícios físicos com apoio de técnicas nutricionais e farmacológicas. Na minha opinião, há uma masculinização do corpo, um sentido andrógino talvez, enfim, perde-se a graça da natureza feminina. 

Mulher pera, mulher melancia, mulher melão, mulher isto, mulher aquilo, prefiro ainda a maneira tradicional, simples assim - uma moça linda, natural, sem silicones, ao natural. Celulites? E daí? Estrias? E daí? Qual homem se importa com isto? Nenhum que eu saiba.

Nunca ouvi nenhum homem reclamar que não gosta de mulher com celulite - o que é um fato verídico - sem celulite, não é mulher. E viva as coxas da Belinha!

É isto aí!