quinta-feira, 20 de maio de 2021
Classificados do Diário Real da Pitangueira (Edição da Tarde)
Desculpe o transtorno!!!!
Prezado/a leitor/a que navega por este Reino da Pitangueira,
O Blog, como pode perceber, inclusive lendo esta carta na data de hoje, passou por uma manifestação dos tempos modernos e precisou fechar para balanço. A princípio seria por dez dias, mas amanhã, 21 de maio, retornaremos, afinal toda tempestade uma hora acaba.
Não foi ataque político, ideológico ou partidário, antes que se sinta interessado/a em saber. Foi uma tentativa de alcançar dados, ou algo parecido, mas o mais importante, suponho, seria alcançar dados. Tomamos as providências necessárias, além dos cuidados já pré-estabelecidos.
Viver nas ruas altas horas era perigoso, depois foi sendo ampliado, depois foi invadindo as redes, enfim, o mal é mutante e nunca dorme. Mas eu durmo bem prá caramba, pois sei que é impossível fechar todas as portas, então faço o que posso, o que não posso, Deus no comando.
Bem, amanhã, bem cedo, de volta ao Reino, e aguardo não termos mais nenhuma surpresa nas próximas horas/dias..
É isto aí!
quarta-feira, 19 de maio de 2021
Sobre a lei natural das fotos
terça-feira, 18 de maio de 2021
Moça linda bem tratada, (Mário de Andrade)
Moça linda bem tratada,
Três séculos de família,
Burra como uma porta:
Um amor.
Grã-fino do despudor,
Esporte, ignorância e sexo,
Burro como uma porta:
Um coió.
Mulher gordaça, filó,
De ouro por todos os poros
Burra como uma porta:
Paciência...
Plutocrata sem consciência,
Nada porta, terremoto
Que a porta do pobre arromba:
Uma bomba.
Mário de Andrade
A ponta da cidade e o campo limpo.
Nasci na Ponta da Cidade, numa casa simples, com parteira e água na bacia. Crescemos um amontoado de crianças felizes, até que um dia a fábrica fechou, vieram as máquinas e destruíram tudo. Algumas máquinas sem olhos e sem modos atingiram algumas pessoas, como meu pai, por exemplo. É tudo que lembro da Ponta da Cidade.
A Mata do Boi era o local onde a gente catava lenha na adolescência e caçava uns coelhos para reforçar a canja. Um dia vieram e cercaram a mata toda, pessoas de muitas ferramentas de lançamento de projéteis de vários tamanhos apareceram. Eram surdos e mudos, andavam em bando dia e noite. De longe ouvíamos as máquinas roncando, zoando, e à noite passos pesados, até que a mata acabou. Hoje tem umas aroeiras, capim e pronto.
A Praça Abandonada ficou sendo o depósito das máquinas que vieram. Foram enferrujando e destruindo a praça, o parque e as tardes de domingo. Virou o habitat de pessoas estranhas ao nosso convívio, de hábitos peculiares, digamos assim. Virou a Praça Proibida.
O Rio do Peixe foi secando, secando, até que um dia nas andanças da juventude descobrimos que havia sido desviado para outras terras de outras pessoas que não gostam de conversar com quem perdeu o que a natureza deu de presente. Vi muitos daqueles homens surdos/mudos naquelas bandas, naqueles dias de longos invernos.
O Lado Limpo era chamado assim por causa do descampado, para onde correram os sobreviventes das dores daqueles outonos. Saí do Lado Limpo no findar da juventude, fui para a capital, e me fiz uma pessoa bem sucedida. Estou voltando para rever alguns amigos, passados vinte anos e chego no meio de uma cena já marcada a ferro e fogo na infância. Máquinas avançam sobre tudo e todos no Campo Limpo.
É isto aí!
segunda-feira, 17 de maio de 2021
A bicicleta era dela!!!
Naquela tarde trazia comigo apenas mais uma versão de desânimo. Não era a melhor versão, mas a que acreditava que seria a única. Cheguei no endereço depois de andar duas horas. Encostada na parede uma bicicleta que sempre sonhei. Entrei, conforme fui orientado, e era uma casa bem simples, chão batido, dois bancos de madeira, toscos, enfileirados, uma mesa velha e manca. No canto, sobre uma bancada, um filtro de barro. quatro canecas de alumínio esmaltado e uma vela acesa. No final da pequena sala, numa cadeira, na penumbra, uma mocinha nervosa, de cabeça baixa, apertando os dedos, unindo as mãos e olhando para o vazio do piso.
Tentei puxar conversa, mas arredia, ela se esquivou de qualquer aproximação e sequer levantou o rosto, coberto. Vestia um vestido simples de bolas, de algodão, sem manga, sem decote ousado ou comprimento que permitisse ver acima do joelho. Tudo muito discreto, mas tinha uma aura, um ar de nobreza destes que encanta.
A porta feita de tábuas irregulares rangeu, saiu de lá um homem chorando, cabisbaixo. Uma voz firme falou alto, mansamente, sem gritar - entra a moça. Engraçado era que a porta era irregular, mas não se ouvia nenhuma conversa lá dentro. Reparei que a vela apagava e acendia de uma forma estranha, sem um padrão de tempo. Tirando isto, um silêncio esquisito, e o celular sem sinal. Acho que cochilei.
Senti que alguém tocou levemente meu ombro, por trás, e apontou para a porta de tábuas irregulares - entra o moço. Entrei. A senhora era alta, morena, de voz grave suave. Usava um vestido largo e um lenço, talvez de seda, pelo menos pareceu-me, elegantemente tramado no cabelo. Não sorriu, não disse nada, apenas apontou para uma cadeira onde eu deveria sentar. Ficou em pé e lembro dela ter colocado o dedo indicador no meio da minha testa.
Depois disto nos deslocamos para um descampado, onde podia ver ao longe pessoas felizes, que cantavam, brincavam e divertiam-se em suas roupas coloridas. Voltei os olhos para ela, estava sentada à minha frente. Não disse nada. Novamente colocou o dedo indicador na minha testa e vi coisas, pessoas, eu morando numa cidade bonita, num casa imensa, feliz, uma mulher linda ao meu lado, não conhecia o lugar nem a cidade, mas era uma cidade de média para pequena.
Vi muita riqueza, detalhes da casa, dos carros, minha roupa era muito cara , daí fui tragado para um local com uma casa muito simples, bem cuidada, e a mesma mulher ao meu lado. Estava com uma roupa surrada, limpa, mas bem batida. Voltei à cadeira. Uma voz ecoou dentro de mim - primeiro viu o que virá depois de aceitar a segunda visão. Acredite, será um longo caminho, será com honestidade e perseverança ao lado da companheira que terá ao seu lado. Terá que encontra-la - seu coração dirá quem é.
Ela bateu levemente uma palma e voltamos à sala da porta de tábuas irregulares. Levantei e ao sair olhei nos olhos da mocinha que agora estava sentada no banco tosco, de cabeça erguida. Ela levantou os olhos, nos entreolhamos, começamos a sorrir, fomos rindo, nos aproximando - era ela quem estava na visão. Era um encontro cósmico.
Já fora da casa, trêmulos, nos demos as mãos e sequer sabíamos para onde ir. Mas estávamos de mãos dadas, era isto que importava. Não sei o que virá, mas sei que estarei ao seu lado para sempre, disse. Ela sorriu e me abraçou. Em seguida dirigiu-se à bicicleta - a bicicleta era dela!!!! e voltamos juntos em cima do nosso primeiro patrimônio.
É isto aí!
O coração risonho (Charles Bukowski)
domingo, 16 de maio de 2021
Tudo valeu a pena
sexta-feira, 14 de maio de 2021
Outra sessão parlamentar no Reino da Pitangueira - Ninguém entra, ninguém entra ...
quinta-feira, 13 de maio de 2021
Retorno
"Livre pensar é só pensar" (o título é uma homenagem ao Millôr Fernandes)
O lado bom de pensar é que é livre pensar. Millor Fernandes tinha esta frase como seu slogan - "Livre pensar é só pensar". A liberdade que Millôr tanto prezava em seus trabalhos estendia-se também às convicções pessoais. Autoproclamado "livre-atirador", buscava não se comprometer com qualquer movimento organizado político ou religioso, considerando a ideologia uma "bitola estreita para orientar o pensamento".
Defendia o livre pensar justificando que "não existe pensador católico. Não existe pensador marxista. Existe pensador. Preso a nada. Pensa, a todo risco". O desprendimento a dogmas, conceitos, mitos e sistemas de pensamento não resultava na falta de foco para suas críticas, pelo contrário: o alvo sempre foi o ser humano, o qual considerava "inviável".
Fiquei o dia todo pensando livre, pensando, pensando, como se formam os pensamentos? Não estou aqui querendo entrar na parte pedagógica da formação dos pensamentos, do aprendizado anterior, da educação, dos recursos cibernéticos, audiovisuais, cenestésicos, etc. Como uma energia condensada no cérebro faz gerar sentimentos, palavras e processo lógico numa mentira, numa desculpa retardada, numa protelação, por exemplo?
Livre pensar, livre expressão, livre querer está tudo ficando muito tenso nestes tempos impensáveis até poucos meses atrás.
É isto aí!
quarta-feira, 12 de maio de 2021
Se eu fosse eu - Clarice Lispector
Se eu fosse Eu - (Clarice Lispector)
Till There Was You ⎪Joscho Stephan Trio
Faça o teste e descubra se você ama demais
Alto lá
Este texto e este teste não são meus
O amor pode ser uma doença? Faça o teste e descubra se você ama demais
Ninguém sabe como nasce um amor, muito menos um doentio. Algumas teorias da psicologia, contudo, tentam desvendar quando e como um dos sentimentos mais nobres do mundo torna-se sombrio. Uma delas é a hipótese fundamentada na psicodinâmica. Quem a explica é Andrea Lorena da Costa¹, psicóloga e neuropsicóloga do Programa de Transtornos do Impulso do Instituto de Psiquiatria (IPq), do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP:
- A origem pode ser a vinculação com a mãe ou com o(a) cuidador(a) na primeira infância. Por volta dos quatro anos, a criança está altamente ligada à mãe e vice-versa, e o comportamento materno nesse vínculo, percebido pela criança como inconstante, pode deixar cicatrizes para o relacionamento amoroso.;
Ainda sobre o tratamento recebido durante a primeira infância, Carmita Abdo², psiquiatra coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade da USP e presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), chama atenção para alguns fatores ambientais que podem contribuir para o nascimento do amor sem medidas. Algumas situações vivenciais, como uma perda afetiva importante que se transforma em uma frustração, associada a um perfil de personalidade não trabalhado na infância, acaba levando essa pessoa a desenvolver e a manter essa falta de controle emocional.
Mas quem estaria mais vulnerável ao amor patológico? Ainda de acordo com Carmita, notam-se sinais de risco desde muito cedo. É possível observar que aquela criança que se fixa em determinadas pessoas e tem dificuldade em dividir as amizades acaba tendo mais dificuldade em viver naturalmente os relacionamentos, detalha a psiquiatra.
Muitas vezes o amante patológico acredita que é mais apaixonado do que as demais pessoas ou que tem mais capacidade de se envolver que os outros. Porém, assim como outras enfermidades, o amor patológico apresenta sintomas (como a ilusão de ser "mais entregue" do que o normal). Percebemos que a obsessão evolui e deixa de ser o quadro principal. Deixa de ser caracterizada por afeto profundo e passa a ser definida por uma ansiedade grande, completa Carmita Abdo. Essa pessoa tem a autoestima precária, não respeita sua identidade, se submete a situações constrangedoras, tem instabilidade emocional e pode apresentar problemas afetivos não resolvidos na infância.
Sinais de um amor enfermo
Prestar cuidados excessivos ao parceiro;
Ter sintomas de abstinência na ausência do parceiro ou diante da ameaça do rompimento, como sudorese e taquicardia;
Tentativas de controlar o comportamento do parceiro;
Sintomas depressivos e ansiosos; Falta de apetite; Insônia; Taquicardia; Falta de ar.
Fonte¹: Andrea Lorena da Costa, psicóloga e neuropsicóloga;
Fonte²: Carmita Abdo, psiquiatra.
Teste:
Sou uma Mulher que Ama Demais?
1) Você se torna obsessiva com os relacionamentos?
( ) Sim ( ) Não
2) Você mente ou evita pessoas para disfarçar o que ocorre numa relação?
( ) Sim ( ) Não
3) Você repete atitudes para controlar a relação?
( ) Sim ( ) Não
4) Você culpa e acusa seus relacionamentos pela infelicidade da sua vida?
( ) Sim ( ) Não
5) Você procura agradar às pessoas com quem se relaciona e se esquece de si mesma?
( ) Sim ( ) Não
6) Você só se sente viva ou completa quando tem um relacionamento amoroso?
( ) Sim ( ) Não
7) Você já tentou diversas vezes sair de um relacionamento, mas não conseguiu?
( ) Sim ( ) Não
8) Você sofre mudanças de humor inexplicáveis?
( ) Sim ( ) Não
9) Você sofre acidentes devido à distração?
( ) Sim ( ) Não
10) Você pratica atos irracionais?
( ) Sim ( ) Não
11) Você tem ataques de ira, depressão, culpa ou ressentimentos?
( ) Sim ( ) Não
12) Você já teve ataques de violência física contra si mesma ou contra outras pessoas?
( ) Sim ( ) Não
13) Você sente ódio de si mesma e se auto justifica?
( ) Sim ( ) Não
14) Você sofre doenças físicas devido às enfermidades produzidas por estresse?
( ) Sim ( ) Não
15) Você cuida excessivamente dos membros de sua família?
( ) Sim ( ) Não
16) Você não consegue se divertir sem a presença do (a) seu (sua) parceiro(a)?
( ) Sim ( ) Não
17) Você se sente exausta por assumir mais responsabilidades em um relacionamento?
( ) Sim ( ) Não
18) Você se sente incompreendida por todos?
( ) Sim ( ) Não
Resultado:
Se você respondeu SIM a duas ou três das perguntas acima, é possível que você seja uma MADA.
Se você respondeu SIM a mais de quatro perguntas, é mais provável que você seja uma MADA.
Atenção:
Mesmo que você não se encaixe nas perguntas acima, mas, ainda assim, sofra por amor e queira ajuda, procure uma reunião do grupo Mada.
Em busca da cura
Natalia* é uma das conselheiras e integrantes do grupo Mulheres que Amam Demais (MADA). O programa, baseado nos 12 Passos e 12 Tradições de MADA é uma adaptação do programa usado pelos Alcoólicos Anônimos (AA). Por meio de reuniões as integrantes conversam sobre amor, dependência, resiliência e superação. O grupo não se apoia em psicólogos, psiquiatras ou terapeutas, mas na empatia. "Acreditamos que a mulher que ama demais veio de uma família disfuncional, o que poderia ser um dos motivos para o problema surgir", explica.
No MADA, apenas a mulher pode se definir como alguém que ama demais. Há, no entanto, formas de se descobrir e de se ajudar (veja quadro acima e faça o teste). De acordo com a filosofia do grupo, a mulher é também livre para escolher se procura tratamento especializado ou não, além do programa de recuperação do MADA.
"O nosso tratamento se baseia em espelhos, não em conselhos. Ao participar das reuniões do nosso grupo, a pessoa poderá partilhar seu problema e ouvir outras partilhas. Assim, o tratamento acontece", detalha.
"Sugerimos a participação em pelo menos seis reuniões, como se fosse a primeira vez, para que a pessoa se identifique e decida se é uma mulher que ama demais e se o programa tem algo a lhe oferecer." As reuniões são gratuitas e não é necessário confirmar presença, fazer inscrição ou pagar taxas.
É claro que amar em demasia não é o melhor cenário, mas também não é um beco sem saída. O importante, de acordo com a psiquiatra Carmita Abdo, é entender o quadro em sua essência. "Não dá para abrir mão de uma psicoterapia, para a pessoa entender o que está fugindo do controle, trabalhar o apego exagerado e melhorar a autoestima, além de aprender a ter maior domínio sobre suas emoções", argumenta.
Muitas vezes, especialmente no início do tratamento, os pacientes precisam de medicamentos para limitar seus excessos. Por sua atuação em sintomas repetitivos, Carmita Abdo diz que os antidepressivos são, geralmente, a primeira escolha dos médicos. "São medicamentos úteis para controlar sintomas exagerados, quando a pessoa não tem controle dos próprios atos e emoções. Servem para ela ter melhor domínio sobre seus impulsos."
Além da medicina tradicional, há quem encontre ajuda na medicina holística. Márcio Ferrari, terapeuta holístico que acompanha um grupo MADA, baseia seu tratamento em aspectos que vão além do viés psicológico. A construção da personalidade, as crenças limitantes dos antepassados (como mãe, pai, avós) e toda a herança psíquica do indivíduo são levadas em consideração no caminho para a cura. "O holístico considera os problemas como sendo oportunidades de crescimento espiritual", define. "Tudo começa no autoconhecimento."
Para Márcio Ferrari, viemos ao mundo não para amar, necessariamente, mas para aprender a fazê-lo. Segundo ele, observar a repetição de padrões é a chave para se entender. ;É muito comum atrairmos pessoas do mesmo padrão. Acredito em um universo autoconsciente, em que a lei da atração faz com que nos aproximemos do que a gente precisa. O padrão vai se repetir até que a pessoa possa fazer uma mudança vibracional.; Nessa lógica, a dependência seria, então, uma oportunidade para olhar para dentro de si mesmo. ;Mudar não é fácil porque temos uma tendência a nos acostumarmos, inclusive, com a dor, com o sofrimento e com a tristeza;, completa.
O amor de dentro para fora:
"Em que situações negativas são vistas como chances de crescimento e o amor-próprio é considerado prioridade?" seria, para Ferrari, o começo de uma jornada livre das relações patológicas. "A maioria das pessoas têm problemas de relacionamento com elas mesmas. É preciso ter uma percepção de mundo diferente, olhando tudo com mais abrangência e profundidade, pensando". "Porque eu atraí essa pessoa? O que o universo quer me dizer com isso?" Quando a gente se propõe a olhar o amor-próprio, o amor ao próximo acontece.
O som do amor
- O próximo!!!
- Aqui, senhora.
- Nome por favor
- Sibemol Acústico
- O senhor está falando sério?
- Sério??
- Sério.
- Meu Deus do céu!!! Você, quer dizer, estado civil
- Solteiro.
- Filhos?
- Não
- Mora com a família?
- Não, resido sozinho.
- Casa própria?
- Sim, um apartamento.
- Tem mais algum outro bem patrimonial?
- Sim, um carro e um sítio.
- Uau!!!!
- Posso saber por que a senhora está fazendo estas perguntas?
- Como assim?
- Aqui não é o guichet de reclamações desta empresa?
- Sim, mas é que eu precisava ...
- Posso saber o nome da senhora?
- Lá Sustenido ...
- Quer dizer ... quer dizer ...
- Sim ... eu sou a sua outra parte, sua metade, sua forma mulher.
- Quer casar comigo?
- Só se for agora...
É isto aí!!
terça-feira, 11 de maio de 2021
Sobre padrões e ladrões
É isto aí!
domingo, 9 de maio de 2021
Sala da Quarentena.
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sexta-feira, 7 de maio de 2021
Há de haver soluções melhores (Paulo Abreu)
Tem dia que não deveria ser exatamente aquele dia,
deveria ser outro dia, outra época
Tem dia que você se dá conta
Tem dia que deveria se repetir de tão bom que foi,










