Tarde triste
Vivo só
Por onde andará quem amei
Sofrendo como só eu sei
Pensando um pouquinho em mim
Tarde triste Noite vem
Já esta descendo
E eu sozinho, sofrendo
Entenda o contexto. Na maioria das vezes, a dificuldade em optar por um determinado caminho reside em não compreender exatamente o que está em jogo. ...
1 - Ajuste seu foco.
2 - Lembre do que ensinou o passado.
3 - Siga seu instinto.
4 - Organize seus pensamentos.
5 - Corra riscos.
6 - Simule o resultado.
7 - Hora da escolha, mas antes:
7.1 – Identificação do problema
Sempre que você se encontrar em uma encruzilhada e precisar decidir por um dos caminhos, o primeiro passo é identificar e compreender o problema. Analise quais áreas da sua vida serão impactadas por essa decisão, defina quais são as suas prioridades e qual é o real alcance dessa escolha a ser feita.
Quem não faz essa análise detalhada, tende a sentir, no futuro, que não tomou a melhor decisão.
7.2 – Controle da impulsividade
Sua decisão não pode ser guiada somente pela emoção ou impulso. Se você se sentir pressionado ou agir sob a influência dos outros, as chances de arrependimento são enormes. Assim, fuja a todo o custo do imediatismo gerado pela impulsividade!
É claro que há muitas decisões que devem ser tomadas rapidamente, mas é importante que você compreenda que não deve decidir com base nas emoções e nas outras pessoas. Decida com base nos fatos e nas suas necessidades.
7.3 – Filtre as opiniões dos outros
Isso nos leva a próxima etapa: filtrar aquilo que os outros lhe dizem e recomendam. Na hora da tomada de decisão, nada mais comum do que recorrer a amigos e parentes para conversar e trocar ideias sobre a escolha que deve ser feita.
Entretanto, tenha cuidado! Nem sempre os fatores que pesam para as outras pessoas são relevantes para você, assim como os demais não vão pensar nas variantes que só você é capaz de assimilar. Afinal de contas, quem irá lidar com as consequências da decisão é você, não é mesmo?!
7.4 – Tenha os pés no chão
Seja realista e encare os fatos no momento da tomada de decisão. Isso lhe deixará mais otimista, reduzirá as chances de frustração no futuro e evitará a criação de expectativas destrutivas. Isso não significa que você não deve levar nenhuma emoção e intuição em conta no momento da escolha, mas ter os pés no chão dá mais segurança e reduz as chances de decepção no futuro.
7.5 – Procure alternativas
Atente-se aos detalhes antes da tomada de decisão. Não feche seu pensamento apenas para aqueles caminhos tradicionais e, teoricamente, seguros. Analise outras alternativas que você não havia considerado antes, pois nem sempre há somente dois caminhos.
7.6 – Pense das consequências da sua decisão
É muito comum no processo de tomada de decisão que as pessoas pensem apenas no efeito imediato. No entanto, o mais correto é pensar nas consequências no curto, médio e longo prazo.
7.7 – Não procrastine
A procrastinação é um dos grandes defeitos dos indivíduos na atualidade, e isso também é aplicável à tomada de decisão. Sempre que tiver uma decisão a ser tomada, não adie essa ação. Reúna todas as informações sobre a questão, pense sobre as consequências, avalie alternativas e quando tiver tudo em mãos, simplesmente decida. Prolongar o sofrimento da indecisão pode criar ainda mais ansiedade e deixar a rotina angustiante.
Fontes de pesquisa:
Fonte 1 - Isabela D'Ercolle
Fonte 2 - Febracis
Mas o que é, afinal, felicidade?
A pergunta que desde a antigüidade clássica, nunca deixou de ser formulada, constitui-se em um desafio


Mas mesmo assim pessoas próximas cobraram uma declaração explícita. Bem, vamos lá:
Prezados/Prezadas leitores/leitoras, estivemos fora do ar, como alguns narraram pessoalmente, e isto é uma coisa muito engraçada. Fora do ar deveria ser um vácuo, e não estivemos no vácuo, estivemos sem conseguir abrir processos saneadores de problemas. Não consigo imaginar-me fora do ar e permanecer respirando o ar que para os outros está ... confuso isto daí. Enfim, estivemos sem acesso ao conteúdo plantográfico.
Não tente corrigir o neologismo deste reino. Eu não quis dizer pantográfico, que é aquela coisa que se faz com um pantógrafo, (do grego pantos = tudo + graphein = escrever) que é um aparelho utilizado para transferir e redimensionar figuras e que pode ser regulado de modo a executar também ampliações e reduções nas proporções desejadas.
Plantográfico (do latim plantae = planta/plantar + do grego graphein = escrever) que é esta coisa que se faz ou pelo mesmo se tenta fazer aqui, ou seja - semear, adubar e florescer as palavras escritas neste reino da Pitangueira).
Para facilitar, estivemos fora do ar por motivos (marque um, dois ou todos que achar conveniente):
Helena Kolody (1912-2004), primeira mulher a escrever e publicar haikais no Brasil, este gênero de poesia de três linhas, foi uma poetisa brasileira, considerada uma das maiores representantes literárias do Estado do Paraná.