quinta-feira, 13 de abril de 2023

O Grande Circo Místico - (Edu Lobo/Chico Buarque)



Alto lá
Este texto não é meu
Confesso que copiei e colei
Publicação: https://virtualia.blogs.sapo.pt em 31 outubro 2009
Fonte da Imagem: IMMuB (Instituto Memória Musical Brasileira) 

Chico Buarque e Edu Lobo uniram-se algumas vezes para criar trilhas sonoras sob encomenda para o teatro. Dos chamados álbuns de teatro da dupla, O Grande Circo Místico(Youtube), de 1983, é o maior deles. O álbum é de uma grande sofisticação musical, trazendo uma poesia elaborada e de teor emotivo latente, arrebatado por um lirismo flamejante, poucas vezes alcançado dentro da MPB.

O álbum surgiu de uma encomenda do Ballet Guaíra, do Paraná, em 1982. Sua inspiração veio do poema surrealista de Jorge de Lima, “O Grande Circo Místico”, escrito em 1938, e publicado no livro “A Túnica Inconsútil”. Jorge de Lima, poeta do parnasianismo e do modernismo, criou o poema inspirado em um fato real acontecido na Áustria, no século XIX. A partir do tema, Chico Buarque e Edu Lobo criaram a trilha sonora para a apresentação do balé, contando musicalmente, a saga da família austríaca proprietária do Grande Circo Knieps e do amor entre um aristocrata e uma acrobata, que vagavam de cidade em cidade, apresentando os seus números circenses.

O sucesso do espetáculo musical originou uma longa turnê e um álbum clássico e imprescindível da MPB, reunindo grandes cantores como Gal Costa, Gilberto Gil, Simone, Tim Maia, Jane Duboc, Zizi Possi, Chico Buarque e Edu Lobo. Lançado em 1983 pela Som Livre, o álbum trazia 11 canções; mais tarde, quando lançado em CD, Edu Lobo acrescentou mais duas canções instrumentais, “Oremus” e “O Tatuador”, que pelo condicionamento do formato em vinil, ficaram de fora na época.

Sob o poema de Jorge de Lima, Chico Buarque criou letras de um conteúdo poético labirinticamente sedutor, casando-se com perfeição às músicas de Edu Lobo. Nenhuma das canções chegaram às paradas de sucessos, mas se tornaram irremediavelmente, clássicos conhecidos da MPB, como “Beatriz”, “A História de Lily Braun” e “O Circo Místico”. Muitas músicas alcançaram já no álbum, interpretações definitivas, apesar de várias revisitações futuras e diversificadas. “O Grande Circo Místico” dilui-se mesclado à música, à poesia, ao teatro e ao circo; trazendo a emoção que transporta o mais “ardoroso espectador” numa viagem lúdica e onírica até a última faixa.

Beatriz, Bela e Complexa

“O Grande Circo Místico” foi lançado em meados de 1983. Trazia um formato de álbum sofisticado, com um encarte luxuoso, com desenhos de Naum Alves de Souza para cada canção, além de ilustrar a capa. A direção artística era de Edu Lobo, que dividia os arranjos com Chico de Moraes.

Chico Buarque, que cinco anos antes encantara com a trilha sonora de “A Ópera do Malandro”, voltou com poemas complexos, lingüisticamente mais delicados, deixando as questões sociais e passionais dos personagens da sua ópera, para mergulhar nas mais profundas angústias do ser humano, dando a dimensão mais suave do balé, sem perder a emoção latente das palavras.

O álbum começa com a instrumental “Abertura do Circo” (Edu Lobo), numa canção que se inicia suave e densa, ao mesmo tempo, como se fosse explodir a atmosfera mística, o que acontece quando rompe o bombo, trazendo instrumentos que revivem as marchinhas circenses. O espetáculo estava apenas a começar, pronto para tragar o mais exigente dos ouvintes.

Passada a euforia da abertura, a voz de Milton Nascimento surge quente, como se rasgasse uma cortina à meia luz, cantando a mais emblemática das canções do álbum, “Beatriz” (Chico Buarque – Edu Lobo). 

No poema de Jorge de Lima existia a personagem Agnes, a equilibrista. Chico Buarque não conseguiu criar sobre o nome, mudou-o para Beatriz, transformando-a de equilibrista em atriz. Assim, em uma homenagem a Beatrice Portinari, de Dante Alighieri, ele a pôs no sétimo céu, fazendo uma das suas mais sofisticadas canções. “Beatriz” traz intervalos melódicos, modulações e exige extensão vocal, que faz dela uma das mais difíceis canções de ser interpretada. 

Milton Nascimento consegue a perfeição dentro de tão inóspito terreno, fazendo uma interpretação definitiva. Na década de noventa, a canção foi escolhida para uma das faixas de um song book em homenagem a Edu Lobo, a escolha da intérprete recaiu sob Gal Costa, outra cantora de extensão vocal insuperável!

Acompanhado apenas pelo piano de Cristóvão Bastos, Milton Nascimento fez da canção o apogeu do disco, navegando em uma valsa complexa e existencialista. As cordas foram inseridas posteriormente pelo arranjador Chico de Moraes. Edu Lobo explicaria mais tarde, que a nota mais grave da canção cai na palavra “chão” (“Me ensina a não andar com os pés no CHÃO”) e a mais aguda na palavra “céu” (“Se ela despencar do CÉU”). “Beatriz” é um poema de delicada beleza, fazendo uma metáfora aguda da vida de uma atriz. “Beatriz” é o sonho da mulher inatingível, ao mesmo tempo, é a maquiagem do rosto, a sombra da vida diante da arte, é a própria metáfora da realidade, travestida pelos palcos.

Sim, me leva para sempre, Beatriz
Me ensina a não andar com os pés no chão
Para sempre é sempre por um triz
Ai, diz quantos desastres tem na minha mão
Diz se é perigoso a gente ser feliz

Depois de passar pelos labirintos de “Beatriz”, o álbum segue com “Valsa dos Clowns” (Chico Buarque – Edu Lobo). A canção mergulha no universo do palhaço, visto tradicionalmente como um homem de rosto triste, escondido atrás de um rosto pintado. Entre simulacros de vida, somos transportados para o um frágil mundo chapliniano, como se fosse desenhar Carlitos com o seu olhar caído. Jane Duboc, cantora em grande evidência na época, foi a escolhida para interpretar a canção, o que faz com delicadeza e sutil suavidade.

Da Opereta ao Blues

“Opereta do Casamento” (Chico Buarque – Edu Lobo), é um dos momentos mais densos do álbum. Interpretada pelo coro composto por Regininha e Zé Luiz (que cantam os solos da música), Márcia Ruiz, Luna, Maucha Adnet, Rosa Lobo, Verônica Sabino, Chico Adnet, Dalmo Medeiros, Márcio Lott, Paulinho Pauleira, Paulo Roberto e Ronald Vale; a canção assume a sua dimensão de opereta, revelando os costumes de um casamento conturbado, a honra defendida na mancha de sangue sobre o lençol nupcial, simbolizando a posse, sintetizada na quebra do hímen. Segue como uma saga, em que se casa, perde-se pelas armadilhas da vida, sofre-se com a desagregação moral do mundo, mas jamais se abandona a essência de cada um, refletida no palco, no espetáculo que não pode parar por dor alguma, por mais pungente que seja. Chora-se no intervalo, brilha-se no espetáculo. Os versos são densos, quase cruéis, porque a vida do artista de circo é uma ilusão da dor e da felicidade, mescladas num só ato, sem que jamais uma revele a outra.

Do pudor da noiva a bandeira
Após a noite primeira
Desfraldava-se ao sol
A sua virtude escarlate
Igual brasão de tomate
Enobrecendo o lençol

O álbum atinge outro ápice de sofisticação com “A História de Lily Braun” (Chico Buarque – Edu Lobo), que se transforma em um delicioso blues magistralmente interpretado por Gal Costa. Chico Buarque usa de rimas com palavras em inglês e em português, elevando a canção de Edu Lobo, transformando-a em um dos momentos mais luxuosos do álbum. Com malícia e sedução, a voz de Gal Costa vai além do lírico, suavizando a ironia das palavras, transformando-as em doces e ardis convites para o amor. Lily Braun é a estrela seduzida pelo espectador, que subiu ao palco e arrebatou-a para o seu espetáculo particular. Entre rosas e poemas, ela é levada ao altar, perdendo o brilho de estrela e de mulher apaixonada no cotidiano de um casamento. Doce ironia, adorável blues, incomparável Gal Costa.

Nunca mais romance
Nunca mais cinema
Nunca mais drinque no dancing
Nunca mais cheese
Nunca uma espelunca
Uma rosa nunca
Nunca mais feliz

Na versão para CD, segue-se com o coro a entoar “Oremus” (Edu Lobo), recuperando o clima onírico do álbum, apesar de indelevelmente despida da poesia de Chico Buarque.

Questionamentos Existencialistas

“Meu Namorado” (Chico Buarque – Edu Lobo), é um dos momentos mais mornos do álbum. Comparada à poesia de “Beatriz” ou à beleza estética de “A História de Lily Braun”, a canção parece simples, sem maiores atrativos. Simone faz uma interpretação acadêmica, sem elevar o pouco brilho da canção. É a paixão vista pela mulher, que se faz submissa diante do seu amor, mostrando-o ao mundo como um homem dominante, sendo ela, no íntimo da relação, quem conduz e domina a paixão, dando e recebendo o que decidiu sobre os sentimentos. “Meu Namorado” foi, com o passar do tempo, uma das canções esquecidas do álbum.

“Ciranda da Bailarina” (Chico Buarque – Edu Lobo) tornar-se-ia uma referência às bailarinas, decodificando o lado humano dessas mulheres. Jamais tocada na rádio, adquiriu fama nos bastidores da MPB, talvez por trazer a ironia lúdica e onírica desse universo, interpretada por um coro infantil, composto por Bebel, Lelê, Luiza, Mariana, Silvinha, Bernardo, Cristiano e Kiko, criando um clima malicioso de uma ciranda antiga. A bailarina é o símbolo da perfeição e da beleza, toda mulher sonha em ser uma, daí a ironia dos versos de Chico Buarque, transformando-a em uma estátua, sem as imperfeições humanas a deflorar-lhe a pele, o semblante, o mito. Nada atinge a bailarina na sua beleza plástica.

“Sobre Todas as Coisas” (Chico Buarque – Edu Lobo), é outro grande momento do álbum e da reflexão existencialista da poesia de Chico Buarque. Gilberto Gil dá vida à canção, acompanhado apenas por um violão. A canção cria um monólogo dirigido a Deus, com questionamentos seculares, sobre a criação e o papel do homem no universo do Criador. Gilberto Gil consegue dimensionar a canção em um ápice existencialista, às vezes pungente, às vezes angustiante, sem perder o lirismo poético da canção. A impotência do homem diante dos dogmas da vida, a sua rebelião eterna contra Deus, que se pergunta se a terra prometida onde jorra o leite e o mel, é apenas uma visão sugerida por Deus, mas não merecida pelo homem, que jamais a alcançará. A música teria outras versões de cantores da MPB, entre elas a do próprio Chico Buarque, que a gravou no álbum “Paratodos” (1993), mas a perfeição lírica só foi atingida por Gilberto Gil, numa interpretação que até os dias atuais, insiste em permanecer definitiva.

Ou será que o Deus
Que criou nosso desejo é tão cruel
Mostra os vales onde jorra o leite e o mel
E esses vales são de Deus

“O Tatuador” (Edu Lobo), é outra canção inserida na versão do CD. Preterida a outras na versão de vinil, em 1983, aparece sem letra, interpretada instrumentalmente. A ausência de uma letra de Chico Buarque não invalida a sua beleza, mas faz com que imaginemos que outra grande obra-prima da MPB poderia ter daqui surgido.

Hora de Partir e Cerrar as Cortinas

“A Bela e a Fera” (Chico Buarque – Edu Lobo), desafoga um pouco o questionamento existencialista, não se distanciando do caráter humano. Aqui a fera declara-se à bela. A fera é a tradução do homem rude, rústico e de músculos como símbolo do seu caráter, distanciado do intelecto. A canção traz um magnífico Tim Maia, único capaz de dar a interpretação histriônica que ela exige. A voz agreste do cantor consegue oscilar entre o homem rude e sensível, analfabeto por sua condição social, mas poeta na alma. Quase domesticada, a fera faz um poema verbal à amada, mas não se esquece da sua essência silvestre, ameaçando arrombar a janela se ela não a abrisse para o seu amor.

Mais que na lua ou no cometa
Ou na constelação
O sangue impresso na gazeta
Tem mais inspiração
No bucho do analfabeto
Letras de macarrão
Letras de macarrão
Fazem poema concreto

“O Circo Místico” (Chico Buarque – Edu Lobo), sintetiza todas as músicas, traduzindo a mensagem, a poesia e o imenso clima de teatro que gerou as canções, sendo o existencialismo humano arrancado no seu âmago, alcançando um ludismo quase que infinito. Zizi Possi tem um dos momentos mais belos da sua carreira, dando uma interpretação lúdica, beirando à perfeição da voz em encontro com a poesia. Derrama-se o véu da própria existência, a vida caminha às vezes dentro de um vagão apressado, outras vezes entre os refletores do palco, encerrando-se no infinito da morte, desenhada no vôo mortal do trapezista. O clima existencialista enlaça as canções. Depois da canção, já não há mais o que perguntar, o salto para a morte encerra tudo. Já não há tempo para os questionamentos, apenas para encerrar o espetáculo, cerrar as cortinas e seguir viagem, o show tem que prosseguir, como a vida.

Negro refletor
Flores de organdi
E o grito do homem voador
Ao cair em si
Não sei se é vida real
Um invisível cordão
Após o salto mortal

E o álbum é encerrado com “Na Carreira” (Chico Buarque – Edu Lobo), num espetacular dueto de Edu Lobo e Chico Buarque, mostrando a vida mambembe dos artistas de circo. A canção final já não traz questionamentos existenciais, mas a constatação dos efeitos daquela vida cigana, suas conseqüências, aspirações e desfechos. O importante é seguir, não deixar nunca o espetáculo morrer. A verdade é um sonho, jamais a realidade, o artista mambembe tem como função chegar subitamente nas cidades, envolver as pessoas, deixar suas marcas e seguir viagem, desaparecendo sem avisos, assim como chegou. O artista de circo pode sonhar, jamais fincar raízes na realidade ou em qualquer lugar. Sob este dueto, encerra-se um dos mais belos álbuns da Música Popular Brasileira.

O Grande Circo Místico, de Jorge de Lima

O médico de câmara da imperatriz Teresa - Frederico Knieps - resolveu que seu filho também fosse médico,
mas o rapaz fazendo relações com a equilibrista Agnes,
com ela se casou, fundando a dinastia de circo Knieps
de que tanto se tem ocupado a imprensa.
Charlote, filha de Frederico, se casou com o clown,
de que nasceram Marie e Oto.
E Oto se casou com Lily Braun a grande deslocadora
que tinha no ventre um santo tatuado.
A filha de Lily Braun - a tatuada no ventre
quis entrar para um convento,
mas Oto Frederico Knieps não atendeu,
e Margarete continuou a dinastia do circo
de que tanto se tem ocupado a imprensa.
Então, Margarete tatuou o corpo
sofrendo muito por amor de Deus,
pois gravou em sua pele rósea
a Via-Sacra do Senhor dos Passos.
E nenhum tigre a ofendeu jamais;
e o leão Nero que já havia comido dois ventríloquos,
quando ela entrava nua pela jaula adentro,
chorava como um recém-nascido.
Seu esposo - o trapezista Ludwig - nunca mais a pôde amar,
pois as gravuras sagradas afastavam
a pele dela o desejo dele.
Então, o boxeur Rudolf que era ateu
e era homem fera derrubou Margarete e a violou.
Quando acabou, o ateu se converteu, morreu.
Margarete pariu duas meninas que são o prodígio do Grande Circo Knieps.
Mas o maior milagre são as suas virgindades
em que os banqueiros e os homens de monóculo têm esbarrado;
são as suas levitações que a platéia pensa ser truque;
é a sua pureza em que ninguém acredita;
são as suas mágicas que os simples dizem que há o diabo;
mas as crianças crêem nelas, são seus fiéis, seus amigos, seus devotos.
Marie e Helene se apresentam nuas,
dançam no arame e deslocam de tal forma os membros
que parece que os membros não são delas.
A platéia bisa coxas, bisa seios, bisa sovacos.
Marie e Helene se repartem todas,
se distribuem pelos homens cínicos,
mas ninguém vê as almas que elas conservam puras.
E quando atiram os membros para a visão dos homens,
atiram a alma para a visão de Deus.
Com a verdadeira história do grande circo Knieps
muito pouco se tem ocupado a imprensa.

(A Túnica Inconsútil - 1938)

Ficha Técnica:

O Grande Circo Místico
Somlivre
1983

Músicas de Edu Lobo / Letras de Chico Buarque
Criado para o Ballet Guaíra
Interpretações : Milton Nascimento, Jane Duboc, Gal Costa, Simone, Gilberto Gil, Tim Maia, Zizi Possi, Chico Buarque e Edu Lobo
Direção artística: Edu Lobo
Arranjos: Chico de Moraes e Edu Lobo
Orquestrações e regência: Chico de Moraes
Concepção, roteiro, ilustrações da capa e encarte: Naum Alves de Souza
Produção: Homero Ferreira
Baseado no poema “O Grande Circo Místico” de Jorge de Lima
Coreografia: Carlos Trincheiras
Técnico de gravação: Edu de Oliveira
Técnico de mixagem: Alan Sides
Gravado nos estúdios da Som Livre, Rio de Janeiro, entre agosto e dezembro de 1982. Mixado nos estúdios da Ocean Way, Los Angeles, em janeiro de 1983.

Músicos participantes:

Piano: Cristóvão Bastos
Piano Yamaha: Cristóvão Bastos e Chico de Moraes
Piano Rhodes: Antônio Adolfo e Raimundo Nicioli
Baixo Acústico: Sérgio Barroso e Ken Wild
Baixo Elétrico: Jamil Joanes e Jorjão
Violão: Edu Lobo, Gilberto Gil e Nelson Angelo
Percussão: Paschoal Meirelles, Chico Batera e Jorge de Oliveira
Flauta: Mauro Senise, Celso Woltzenlogel e Paulinho Guimarães
Bateria: Paulinho Braga
Guitarra: Hélio Delmiro
Bells e Xilofone: Pinduca
Minimoog: Chico de Moraes
Clarinete: Biju, Macaé, Mazinho, Zé Bodega e José Botelho
Requinta: José Botelho
Picollo: Celso Woltzenlogel
Trompa: Zdenek Svab, Antônio Cândido, Luiz Cândido e Luciano
Sax-Alto: Netinho, Oberdan Magalhães e Macaé
Sax-Tenor: Leo Gandelmann, Biju, Nivaldo Ornellas e Zé Bodega
Sax-Barítono: Aurino e Leo Gandelmann
Trompete: Formiga, Barreto, Niltinho, Bidinho, Hamilton e Márcio Montarroyos
Trombone: Edmundo Maciel, Edson Maciel, Flamarion, Berto, Jessé, Manoel Araújo e Serginho
Fagote: Noel Devos
Gaita: Maurício Einhorn
Harpa: Dorothy Ashby
Oboé: Braz
Violinos: Giancarlo Pareschi (spalla), Aizik Geliër, Alfredo Vidal, Carlos Hack, Francisco Perrota, João Daltro de Almeida, Jorge Faini, José Alves, Luiz Carlos Marques, Marcelo Pompeu, Michel Bessler, Walter Hack, Paschoal Perrota, André Charles Guetta, João de Menezes, José de Lana e Virgilio Arraes
Violas: Arlindo Penteado, Frederick Stephany, Hindemburgo Pereira, Murilo Loures, Nelson Macedo e José de Lana
Cellos: Alceu de Almeida Reis, Jacques Morelenbaum, Jorge Ranevsky, Márcio Mallard e Henrique Drach
Contrabaixos: Gabriel Bezerra de Mello e Sandrino Santoro
Coro: Luna, Márcia Ruiz, Maucha Adnet, Regininha, Rosa Lobo, Verônica Sabino, Chico Adnet, Dalmo Medeiros, Márcio Lott, Paulinho Pauleira, Paulo Roberto, Ronald Vale e Zé Luiz
Coro Infantil: Bebel, Isabel, Lelê, Luiza, Mariana, Silvinha, Bernardo, Cristiano e Kiko
Arregimentação e Regência do Coro Infantil: Cristina


1 Abertura do circo (Edu Lobo) Instrumental, 2 Beatriz (Chico Buarque – Edu Lobo) Interpretação: Milton Nascimento, 3 Valsa dos clowns (Chico Buarque – Edu Lobo) Interpretação: Jane Duboc, 4 Opereta do casamento (Chico Buarque – Edu Lobo) Interpretação: Coro, 5 A história de Lily Braun (Chico Buarque – Edu Lobo) Interpretação: Gal Costa, 6 Oremus (Edu Lobo) Interpretação: Coro, 7 Meu namorado (Chico Buarque – Edu Lobo) Interpretação: Simone, 8 Ciranda da bailarina (Chico Buarque – Edu Lobo) Interpretação: Coro Infantil, 9 Sobre todas as coisas (Chico Buarque – Edu Lobo) Interpretação: Gilberto Gil, 10 O tatuador (Edu Lobo) Instrumental, 11 A bela e a fera (Chico Buarque – Edu Lobo) Interpretação: Tim Maia, 12 O circo místico (Chico Buarque – Edu Lobo) Interpretação: Zizi Possi, 13 Na carreira (Chico Buarque – Edu Lobo) Interpretação: Chico Buarque e Edu Lobo

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Fonte Youtube: Canal JMS

quarta-feira, 12 de abril de 2023

netflix - série muito boa. Peaky Blinders

 Peaky Blinders / Netflix

2013 ‧ Drama ‧ 6 temporadas

Peaky Blinders é uma série de televisão britânica de drama criada por Steven Knight. Situado em Birmingham, na Inglaterra, segue as façanhas da gangue criminosa Peaky Blinders logo após a Primeira Guerra Mundial. A gangue fictícia é vagamente baseada em uma gangue de jovens urbanas reais de mesmo nome que esteve ativa na cidade de 1890 a 1910.



O Grande Circo Místico (Jorge de Lima)




O Grande Circo Místico (Jorge de Lima)

Jorge de Lima (1893-1953) - Conhecido como “príncipe dos poetas alagoanos”, foi um escritor modernista. Além disso trabalhou como artista plástico, professor e médico. Pertencente à segunda fase do modernismo no Brasil, também chamada de “fase de consolidação”, Jorge de Lima teve grande destaque na poesia de 30.

Este poema surrealista de Jorge de Lima, “O Grande Circo Místico”, escrito em 1938, foi publicado no livro “A Túnica Inconsútil”. Jorge de Lima, poeta do parnasianismo e do modernismo, criou o poema inspirado em um fato real acontecido na Áustria, no século XIX. 


O Grande Circo Místico (Jorge de Lima)


O médico de câmara da imperatriz Teresa - Frederico Knieps -
resolveu que seu filho também fosse médico,
mas o rapaz fazendo relações com a equilibrista Agnes,
com ela se casou, fundando a dinastia de circo Knieps
de que tanto se tem ocupado a imprensa.

Charlote, filha de Frederico, se casou com o clown,
de que nasceram Marie e Oto.
E Oto se casou com Lily Braun a grande deslocadora
que tinha no ventre um santo tatuado.

A filha de Lily Braun - a tatuada no ventre
quis entrar para um convento,
mas Oto Frederico Knieps não atendeu,
e Margarete continuou a dinastia do circo
de que tanto se tem ocupado a imprensa.

Então, Margarete tatuou o corpo
sofrendo muito por amor de Deus,
pois gravou em sua pele rósea
a Via-Sacra do Senhor dos Passos.

E nenhum tigre a ofendeu jamais;
e o leão Nero que já havia comido dois ventríloquos,
quando ela entrava nua pela jaula adentro,
chorava como um recém-nascido.

Seu esposo - o trapezista Ludwig - nunca mais a pôde amar,
pois as gravuras sagradas afastavam
a pele dela do desejo dele.

Então, o boxeur Rudolf que era ateu
e era homem fera derrubou Margarete e a violou.
Quando acabou, o ateu se converteu, morreu.

Margarete pariu duas meninas que são o prodígio do Grande Circo Knieps.
Mas o maior milagre são as suas virgindades
em que os banqueiros e os homens de monóculo têm esbarrado;
são as suas levitações que a platéia pensa ser truque;
é a sua pureza em que ninguém acredita;
são as suas mágicas que os simples dizem que há o diabo;
mas as crianças crêem nelas, são seus fiéis, seus amigos, seus devotos.

Marie e Helene se apresentam nuas,
dançam no arame e deslocam de tal forma os membros
que parece que os membros não são delas.

A platéia bisa coxas, bisa seios, bisa sovacos.
Marie e Helene se repartem todas,
se distribuem pelos homens cínicos,
mas ninguém vê as almas que elas conservam puras.
E quando atiram os membros para a visão dos homens,
atiram a alma para a visão de Deus.

Com a verdadeira história do grande circo Knieps
muito pouco se tem ocupado a imprensa.

terça-feira, 11 de abril de 2023

Sua boca nua

Fonte: Pinterest
Eu queria isto
desejaria aquilo
poderia sonhar
e queria fugir

chorar
sorver
sorrir
transpor

O que queria mesmo
é beijar sua boca nua
na onda alva do luar
e onde mais acordar

É isto aí!


O primeiro abraço


Dez horas, falta pouco
todas as horas chegam rápido
e esperou pela vida toda.

O primeiro abraço
o primeiro beijo
e sorriu pela sorte

Saudade do futuro  
eco da memória densa
colorida de amor

Nas vielas da vida
onde tudo é quantum
é imprevisível viver sem você,

Nas delícias vagarosas
o deserto da alma
está pleno do impossível.

É isto aí!






segunda-feira, 10 de abril de 2023

Minuto da Catequese

2022 teve umas dúzias de profetas que inundaram as redes sociais e templos com profecias voltadas para o futuro da pátria amada. E agora? Como ficam os que erraram e também os que acertaram  em nome de um deus? O que dizem as escrituras que eles dizem/alegam representar?

Você sabe se algum deles/delas, os tais profetas, se redimiram? Sabe se algum deles/delas veio a público pedir desculpas? Algum deles/delas justificou seus atos?

Veja o que diz a Palavra Sagrada:

Deuteronômio 18:20-22

"Porém o profeta que tiver a presunção de falar alguma palavra em meu nome, que eu não lhe tenha mandado falar, ou o que falar em nome de outros deuses, esse profeta morrerá.

E, se disseres no teu coração: Como conhecerei a palavra que o Senhor não falou?

Quando o profeta falar em nome do Senhor, e essa palavra não se cumprir, nem suceder assim; esta é palavra que o Senhor não falou; com soberba a falou aquele profeta; não tenhas temor dele."


É isto aí!


domingo, 9 de abril de 2023

Mulheres azuis

Gosto de mulheres azuis, 
disse o jovem, pausadamente.
Trás consigo a tranquilidade,
serenidade, harmonia e espiritualidade.

Mas o que o encanta tanto?
saiba  que está associada à frieza, 
monotonia e depressão. 
e além disto está fora de moda.

A mulher azul tem muitos predicados, 
simboliza a água, o céu e o infinito.
favorece o exercício intelectual,
tranquiliza e estimula a criatividade. 

A água tem tsunamis, o céu tempestades
o infinito é intangível, estranho.
a intelectualidade tem suas divagações
e a criatividade todas as limitações.

Entendo suas percepção de mundo
mas sua tonalidade é tão ...tão pálida, 
tão lânguida que sinto pouco ou nada, 
prefiro as mulheres azuis

É isto aí!


quinta-feira, 6 de abril de 2023

🎧174 Hertz | Alívio na Dor Física e Emocional-Analgésico Natural (Som Bi...



Fonte Youtube: Ariel Cristh 
Para seguir Ariel Cristh nas redes sociais clique aqui: @ArielCristhOficial 
Conheça também: Instituto CristhTanium

Se você é daquelas pessoas, que precisa sempre de um Analgésico pois vive com Dores, preste Atenção nesse Texto e ouça este Vídeo abaixo.

O Som deste Vídeo é um Solfeggio 174 Hz, e ao ouvi-lo nosso Cérebro Produz e Libera Endorfina, que é uma Substância Natural do Organismo Humano. E a Endorfina atua como um Potente Analgésico para nosso Corpo e Alma. A Frequência 174, Alivia Dores Físicas, auxilia no Pós Operatório, Alivia Dores Emocionais do Luto, Traumas e Depressão, por exemplo!

E além de todos esses Benefícios, essa Frequência ajuda Relaxar e eliminar o Stress, que é causador de várias Dores e Doenças.

Porem, em um mundo dominado pelo uso indiscriminado de Remédios, muitos Céticos vão dizer que isso tudo é uma Grande Baboseira.

Mas, se você é daquelas pessoas, que sempre toma um Analgésico para uma Dor Recorrente, experimente ouvir essa Frequência e depois deixe seu Comentário lá no Youtube, direto para a Ariel, ou aqui se preferir

OBS: Para melhores Resultados, ouça com Fones de Ouvido


segunda-feira, 3 de abril de 2023

O grito das plantas


Fonte do Texto: Jornal do Brasil

Cientistas alegam que as plantas 'gritam' em voz alta, nós apenas não escutamos.

No conto A máquina de som, o escritor Roald Dahl foi categórico ao dizer às crianças que, “se você machucar uma planta, ela grita”. O conto infantil foi publicado em 1949, mas recentemente cientistas da Universidade de Tel Aviv, em Israel, podem dizer que Dahl tinha razão. As plantas podem “gritar”, mas de uma forma diferente: elas emitem ruídos de estalo em frequências ultrassônicas, longe do alcance da audição humana.  

O grito das plantas é na verdade frequências ultrassônicas fora do alcance da audição humana que aumentam quando a planta fica estressada, é o que revela o novo estudo divulgado pela Science Alert.

"Mesmo em um campo silencioso, na verdade existem sons que não ouvimos, e esses sons carregam informações. Existem animais que podem ouvir esses sons, então existe a possibilidade de que esteja ocorrendo muita interação acústica", explica a bióloga da Universidade de Tel Aviv em Israel, Lilach Hadany, em seu estudo evolutivo.

De acordo com a pesquisadora, plantas interagem com insetos e outros animais o tempo todo, "e muitos desses organismos usam o som para comunicação, então seria muito abaixo do ideal para as plantas não usarem o som" a seu favor para possibilitar tais interações.

O estudo se apoiou justamente nesta premissa para compreender o que ocorre com esses organismos quando expostos ao estresse. Segundo as descobertas, eles passam por algumas mudanças bastante drásticas, uma das mais detectáveis (pelo menos para nós humanos) é a liberação de alguns aromas bastante poderosos. Eles também podem alterar sua cor e forma.

Essas mudanças podem sinalizar perigo para outras plantas próximas, que em resposta aumentam suas próprias defesas, ou ainda, podem acabar atraindo animais para lidar com as pragas que podem estar prejudicando a planta. Entretanto, no campo de sons, faltavam ainda estudos conclusivos.

Para descobrir a relação entre plantas e som, os cientistas registraram plantas de tomate e tabaco em várias condições. Primeiro, eles registraram plantas não estressadas, para obter uma linha de base. Em seguida, eles registraram plantas desidratadas e plantas que tiveram seus caules cortados. Essas gravações ocorreram primeiro em uma câmara acústica à prova de som e depois em um ambiente normal de estufa.

Em seguida, os pesquisadores treinaram um algoritmo de aprendizado de máquina para diferenciar entre o som produzido por plantas não estressadas, cortadas e desidratadas.

Os sons que as plantas emitem são como ruídos de estalo ou clique em uma frequência muito alta para os humanos entenderem, detectáveis em um raio de mais de um metro. Já as plantas não estressadas não fazem muito barulho em atividade de rotina.

Em contraste, as plantas estressadas são muito mais ruidosas, emitindo em média até cerca de 40 cliques por hora, dependendo da espécie. Plantas privadas de água têm um perfil sonoro perceptível. Elas começam a clicar mais antes mesmo de mostrar sinais visíveis de desidratação, aumentando à medida que a planta fica mais ressecada, antes de diminuir à medida que a planta murcha.

O algoritmo desenvolvido para o estudo foi capaz de distinguir entre esses sons, bem como a espécie de planta que os emitia — já que o estudo não se limitou apenas às plantas de tomate e tabaco, incluindo também as de trigo, milho, uva, cacto e henbit — e concluiu que a emissão desses sons era na verdade um comportamento compartilhado por várias espécies.

Apesar da conclusão do estudo, alguns pontos permanecem uma incógnita. Ainda não está claro como os sons estão sendo produzidos. Em pesquisas anteriores, descobriu-se que plantas desidratadas sofrem cavitação, um processo pelo qual bolhas de ar no caule se formam, se expandem e colapsam, como um estalar de dedos.

Apesar de ainda não compreendermos tudo ou sob que circunstâncias as plantas emitem sons, a hipótese mais apoiada é que esses organismos podem ter aprendido a responder a estímulos sonoros ao longo de sua existência, como um recurso adaptativo. Para compreender melhor essa interação, a equipe conseguiu desenvolver um algoritmo capaz de reconhecer e distinguir os sons das plantas, um recurso que pode ter sido desenvolvido até mesmo por outros organismos.

"Por exemplo, uma mariposa que pretende colocar ovos em uma planta ou um animal que pretende comer uma planta pode usar os sons para ajudar a orientar sua decisão", diz Hadany. Para nós, humanos, as implicações são bastante claras; poderíamos sintonizar os pedidos de socorro de plantas sedentas e regá-las antes que isso se tornasse um problema.

Mas se outras plantas estão ou não sentindo e respondendo ainda é um mistério. Mas se algumas estão emitindo som, talvez em uma tentativa de se comunicar de alguma forma, Hadany se pergunta "quem pode estar ouvindo?".


Audio recording of plant sounds
Fonte Youtube: ScienceAlert


quinta-feira, 30 de março de 2023

Coisas que devemos fazer quando estamos tristes:


Coisas que devemos fazer quando estamos tristes deveriam vir com manual de instruções já no trabalho de parto, logo na primeira contração. Assim, ao nascer, receberíamos aquele compêndio conciso e compacto contendo informações relativas às merdas sucessivas e acumulativas nas diversas áreas de equívocos humanos. Cada capítulo referiria a uma temática específica, comum à grande maioria. 

É curioso, agora posso notar, que "referiria" acima citada é uma flexão do verbo referir na 3ª pessoa do singular do futuro do pretérito do indicativo. Ou seja, tem uma condicionante. Puxa vida, que tempo doido é este? Futuro do Pretérito, não sei se posso expressar com palavras de baixo calão, mas futuro do pretérito do tipo condicional? PQP!

Em sendo assim, como aprendemos com a tia da 4a série, o Futuro do Pretérito existe no papel, nas tristezas e nos fracassos. Só que ela não ensinou esta parte e às duras penas aprendemos é que o Futuro do Pretérito que fica sacaneando a gente a vida toda, porque sempre que evocado expressa incerteza, surpresa e indignação, sendo comumente utilizado para se referir a algo que poderia ter acontecido posteriormente a uma situação no passado. Enfim, serve para lembrar nossos erros crassos.

Então é isto, meu inconsciente, que não dorme nunca, aparentemente trouxe à tona que a tristeza é culpa do Futuro do Pretérito. Então, lógico, para a certeza e euforia dos incautos, basta suprimir o futuro do pretérito e foda-se a tristeza.

Em assim sendo, fica declarado e doravante exposto nos murais da Lei e da Ordem do Reino da Pitangueira que está considerado extinto o uso do Futuro do Pretérito em pessoas tristes. Continuam tristes, mas sem justificativa para serem penalizados por algo que não fizeram.

Em tempo - este texto deveria supostamente ser revisado antes de estar aqui.

É isto aí!

quarta-feira, 29 de março de 2023

Os Códigos Grabovoi


Os Códigos Grabovoi.

Alto lá
Este texto não é meu
Confesso que copiei e colei
Fonte: Terra


Uma das principais dificuldades de se pôr em prática a Lei da Atração é atingir o foco necessário para a emissão de boas energias, sem deixar que quaisquer pensamentos negativos interfiram nesse processo. Visando facilitar essa prática, um estudioso russo chamado Grigori Petrovich Grabovoi criou uma técnica na qual é possível transformar os objetivos de cada pessoa em sequências numéricas e mentalizá-las, em vez de formulá-las verbalmente. Mas como isso é possível? Descubra a seguir como funcionam e de que maneira utilizar os Códigos Grabovoi.

Trabalhando com os números

De acordo com Grabovoi, que é doutor em matemáticas aplicadas, tanto as pessoas quanto tudo que esteja ao redor delas são estruturas de informações que podem ser codificadas e alteradas por meio dos números.

Segundo sua teoria,o que ocorre a nível global e o que ocorre a nível individual são eventos que estão entrelaçados indissoluvelmente. A técnica do matemático se trata de modificar o campo informacional e tudo aquilo que está incorreto em nosso sistema de crenças e que não nos deixa desenvolver nosso potencial como seres humanos.

Desta forma, pode-se dizer que a técnica Grabovoi é apenas uma parte de um método que busca unir ciência e espiritualidade. E vale ressaltar que a aplicação da técnica deve ser feita sempre para o bem de todos.


A base da técnica

Para criar as sequências numéricas que representam os desejos dos indivíduos, a fim de facilitar a correta atração de seus objetivos, Grabovoi entende que cada número possui uma capacidade de vibrar em certa frequência, ou seja, de atrair uma energia elementar que, unificando com outros algarismos, formam a sequência que corresponde ao pedido desejado. A lógica é semelhante à do alfabeto, onde uma letra se junta às outras e, com isso, palavras são formadas.


Significados dos algarismos segundo Grabovoi

0 Período de transição e efemeridade

1 Gênese e novos começos

2 Movimento e ação

3 Resultados e metas alcançadas

4 Mundo externo e comunicação com os outros

5 Amor próprio e ligação com o mundo interior

6 Valores, ética e filosofia

7 Conexão e desenvolvimento da alma

8 Relação entre espaço, tempo e infinitude

9 Ligação com o criador


Instruções para utilizar a Técnica Grabovoi

Ao utilizar a técnica Grabovoi, algumas instruções devem ser seguidas para aumentar as chances de sucesso da prática.

As sequências numéricas precisam ser mentalizadas recitando o nome de cada número individualmente. Exemplificando, 741 (que atrai solução imediata para algum problema) tem que ser falado "sete-quatro-um", e não "setecentos e quarenta e um". Às vezes, os códigos contam com pausas entre os algarismos, e elas devem ser mantidas durante a mentalização.


Personalizando os números

Quando imaginar a sequência, também dê a cada algarismo um formato, cor e profundidade, como se estivesse vendo-os em sua frente. Faça isso mais de uma vez ao dia. Além de mentalizar, você ainda pode escrever os números e colocá-los em lugares que tenham a ver com o objetivo a ser alcançado. Por exemplo, se quiser atrair um dinheiro inesperado, registre 520 em um pedaço de papel e leve-o na sua carteira.


Principais sequências numéricas Grabovoi


No amor

Para atrair a alma gêmea: 888 412 1289018

Para se apaixonar: 515889

Para fortalecer o vínculo em um relacionamento: 541


Na saúde

Para manter uma boa saúde: 1814321

Para estimular a auto cura do corpo: 91 87948181

Para aliviar o estresse: 819471


Nas questões financeiras

Para atrair muita riqueza: 318 798

Para aumentar as vendas: 54121381948

Para arrumar emprego rápido: 318514517618


Nos estudos

Para ter foco na aprendizagem: 212585212

Para deixar a preguiça de lado: 318 41791844

Para ter sucesso no curso: 398 117 918


Códigos gerais para a vida

Para ter proteção: 9187756981818

Para ficar em paz: 1001105010

Para trazer alegrias ao cotidiano: 51418123

A metalinguagem whatsappiana


Eu sei que pelo menos 90% dos habitantes e visitantes do Reino da Pitangueira não necessitam destas informações, mas estou publicando para os 10% incautos. Vamos falar dos códigos que a juventude tem criado para comunicarem entre si no WhatsApp.

7642 significa “não compartilhe essa mensagem com outras pessoas”.

1437: Significa “Eu te amo para sempre”, onde “1” significa “Eu”, “4” significa “Amor”, “3” significa “Você” e “7” significa “Para Sempre”.

737: É usado para dizer “Boa noite” a alguém.

143: Significa “Eu te amo” ou “I love you” em inglês, onde “1” significa “Eu”, “4” significa “Amor” e “3” significa “Você”.

1122: É usado para dar mais energia a alguém.

687: É frequentemente usado por casais que brigaram por algum motivo e significa “Sinto muito”.

14643: Significa “Eu sempre te amarei”, onde “eu” é representado pela letra “1”, “vontade” é representado pelo número “4”, “sempre” é representado pelo número “6”, “amor” é representado pelo número “4” e “você” é representado pelo número “3”.

7375: Significa “Obrigado por me fazer feliz”.

1543: Às vezes, significa “Eu te amo” ou “Eu ainda te amo”.


É isto aí!

sábado, 25 de março de 2023

Algumas coisas que você tem que SABER e FAZER para seu negócio dar lucro


 Balanço Patrimonial
  (Totus)

O balanço patrimonial é uma excelente ferramenta para basear suas análises financeiras e da situação econômica do negócio.

Existem diversas interpretações possíveis de um balanço patrimonial simples.

Entre elas:

Análise de liquidez
Análise de potencial de rentabilidade
Análise de sustentabilidade financeira
Acompanhamento de indicadores financeiros do negócio, como:
Lucratividade
Endividamento

De forma geral, os balanços proporcionam uma visão objetiva dos ativos e passivos da empresa.

Assim, é possível responder várias perguntas pertinentes à saúde financeira do negócio, como:

A empresa tem um patrimônio líquido positivo?
A empresa está muito endividada com seus funcionários ou fornecedores?
A empresa possui caixa e ativos de curto prazo suficientes para cobrir suas obrigações?



O capital de giro é composto pelos recursos (dinheiro, crédito, estoques etc.) que são necessários para bancar a liquidez, isto é, possibilitar que a sua empresa continue funcionando. 

O capital de giro é a diferença entre os recursos disponíveis em caixa e a soma das despesas e contas a pagar.

Por que é tão importante? O capital de giro garante a saúde financeira da empresa, proporcionando:

Oferecer financiamento aos clientes (nas vendas a prazo);
Manter os estoques;
Pagar fornecedores (compras de matéria-prima ou mercadorias de revenda), impostos, salários e demais custos e despesas operacionais


quarta-feira, 22 de março de 2023

O amor e os multiversos


Tive um sonho estranho, o que não era novidade pois todos meus sonhos eram sempre estranhos, mas este superou todos os passados com a amada. A bela moça de corpo e alma recatados conforme os modos vitorianos, apareceu no reverso da sua natureza pudica com um despudor imensurável até para quem possui modos libertinos e/ou libidinosos. Estava com aquela resplandecência de propensão para a sensualidade incorporando a lascívia de uma forma tão sensual, libidinosa, desregrada, que causou espécie ao próprio sonhador.

A amada em seu avatar interessante, digamos assim, apresentou-se como a mulher de um dos múltiplos multiversos que a minha amada criou cada vez que uma decisão importante e definitiva era tomada pelo poder do livre arbítrio. Assim uma história de vida seguia num curso e a outra em outro universo paralelo. 

- Quem é você, perguntei.

- Sou seu oráculo, meu amor.

- Isto significa que você quebra o multiverso, definindo a decisão de forma linear, sem o livre arbítrio?

- Uau, de certa forma sim, não havia pensado desta maneira. Mas sou tão sua lá onde vivo, como aqui onde está.

- Tenho direto a quantos pedidos, perguntas, desejos?

- Meu amor, nosso sentimento, o que há entre nós dois, o amor que nos nutre e nos une é incondicional. Sou sua, faça  a pergunta que desejar.

- Sendo assim, vou perguntar. Hummm, vejamos, não, melhor que não, não também, hummmm, já sei - O que tenho que fazer para trazer a outra você, aquela pela qual meu amor flui e que habita este plano, de volta para mim?

- Em qual multiverso, amor?

- Como assim em qual multiverso?

- É por que na maioria deles estamos juntos. Trazer a versão deste plano para você poderá afetar uma cadeia de multiversos, filhos, passados, presentes e futuros em cada dimensão.

- Puxa vida, então como fazer para isto acontecer sem ter conflitos em universos paralelos?

- Você quer realmente saber? Tem certeza disto?

- Sim, eu quero saber, mas não tenho certeza de que é a solicitação exata.

- Entendo. Bom, neste caso a única solução é você fazer um delineamento experimental basicamente refazendo todo o roteiro de metodologia social, espiritual, acadêmica, religiosa, familiar e econômica da sua vida. 

- Caramba, mas aí eu teria que nascer de novo sincronizado com seu renascimento, digo, com o renascimento dela e ciente das nossas possibilidades e escolhas.

- Por aí, meu amor.

- Então teria que abrir mão do Livre Arbítrio?

- Exatamente, querido.

- Humm, quer saber, quero não, vai ficar muito chato. Mas tenho uma ideia aqui meio maluca, meio doida, meio fora da ordem universal.

- Conta, por que adoro ideias malucas.

- Quer casar comigo?

- Uau, preciso de tempo para pensar, mas aguarde, retornarei nos próximos sonhos.


É isto aí!

terça-feira, 21 de março de 2023

Dias maus


Tem dia que é noite
Há dias em imersão
Tem dia de tristeza
Há dias na angústia

Tem dia que choro
Há dias que lastimo
Tem dia de saudade
Há dias de solidão

Tem dia que perco
Há dias que suspiro
Tem dia solitário
Há de haver dias felizes

É isto aí!

domingo, 19 de março de 2023

Bolaines inéditos no Mar Morto! (Israel com Aline)

Fonte Youtube - Israel com Aline

Fonte do texto abaixo : BBC

A retração do Mar Morto é um fato. Cientistas constataram que o desaparecimento tem ocorrido a um vertiginoso ritmo de um metro por ano. E, à medida que o mar retrocede, enormes crateras ficam como registro dessa devastação. Hoje, há um total de mais de sete mil crateras em áreas que uma vez foram parte do Mar Morto.

Os poços são resultado da escassez de água, motivada em grande parte porque os afluentes naturais do Mar Morto estão sendo desviados para fins agrícolas e para a obtenção de água potável, necessária para uma população crescente em Israel.

Outro motivo para a degradação, segundo o governo israelense, tem a ver com a mineração na região.
Algumas organizações ambientalistas atribuem a situação a uma gestão hídrica falha no Oriente Médio, onde a instabilidade política impede o consenso para acordos internacionais que possam frear o retrocesso do Mar Morto.

Quando a água se esvai, uma grande camada de sal, que por milhares de anos ficou protegida, acaba sendo exposta. E, quando o sal se dissolve, o solo pode colapsar sem aviso prévio, gerando as enormes crateras, com até 100 metros de diâmetro e 50 de profundidade.

sexta-feira, 17 de março de 2023

Te amo - Pablo Neruda

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Te amo - Pablo Neruda

Te amo,
te amo de una manera inexplicable,
de una forma inconfesable,
de un modo contradictorio.

Te amo
con mis estados de ánimo que son muchos,
y cambian de humor continuamente.
por lo que ya sabes,
el tiempo, la vida, la muerte.

Te amo…
con el mundo que no entiendo,
con la gente que no comprende,
con la ambivalencia de mi alma,
con la incoherencia de mis actos,
con la fatalidad del destino,
con la conspiración del deseo,
con la ambigüedad de los hechos.

Aún cuando te digo que no te amo, te amo,
hasta cuando te engaño, no te engaño,
en el fondo, llevo a cabo un plan,
para amarte mejor.

Te amo…
sin reflexionar, inconscientemente,
irresponsablemente, espontáneamente,
involuntariamente, por instinto,
por impulso, irracionalmente.

En efecto no tengo argumentos lógicos,
ni siquiera improvisados
para fundamentar este amor que siento por ti,
que surgió misteriosamente de la nada,
que no ha resuelto mágicamente nada,
y que milagrosamente, de a poco, con poco y nada
ha mejorado lo peor de mí.

Te amo,
te amo con un cuerpo que no piensa,
con un corazón que no razona,
con una cabeza que no coordina.

Te amo
incomprensiblemente,
sin preguntarme por qué te amo,
sin importarme por qué te amo,
sin cuestionarme por qué te amo.

Te amo
sencillamente porque te amo,
yo mismo no sé por qué te amo.

[ Pablo Neruda ]