quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Quiprocó Fashion não deu no NYT




Uma semana depois de os Estados Unidos re-elegerem  presidente Barack Obama, chegam à mídia especializada informes de que milhares de moradores de mais de uma dúzia de estados pediram à Casa Branca para separar-se da União .

Os Estados Unidos da América, se isto for verdadeiro, aparentemente caminham silenciosamente para uma crise cujo precedente foi dramático para a sua sociedade, quando da Guerra da Secessão. A guerra civil americana ocorreu de 1861 a 1865.

Eu particularmente torço para que tudo não passe de febre pós-eleitoral, típica em eleições acirradas. Mas enquanto isto no Velho Continente, principalmente em Portugal e Espanha, a manifestação popular contra o golpe fatal sobre seus direitos e benefícios sociais foi às vias de fato no confronto com a força militar, sempre ela, inibitória dos gritos da sociedade.

Em Atenas, novamente o povo saiu às ruas, bem como em Roma, onde mendigos, estudantes e trabalhadores também bateram de frente com a polícia. Na França, em dezenas de cidades, a manifestação foi convincente e abalou o dia.

Até a Bélgica, país dividido por língua e costumes, a tensão social aflorou a unidade pelas ruas da bela Bruxelas.

Enquanto isto, a economia da grande nação tupynambá, apesar dos babacas de plantão, cresce, e o desemprego cai. Os idiotas de sempre insistem em desmerecer isto, logo eles que naufragaram o país em águas profundas...

E no Oriente Médio, a Síria bate com Israel que bate com os palestinos que apanham de todo mundo.

É isto aí!


Reflexões de Pushkin

Alexandr Sergeevich Pushkin 
(Moscou, 6 de junho de 1799 – São Petersburgo, 10 de fevereiro de 1837) foi um romancista e poeta russo da era romântica. É considerado por muitos como o maior poeta russo e fundador da moderna Literatura Russa. 
Pushkin foi pioneiro no uso do discurso vernacular em seus poemas e peças teatrais, criando um estilo de narrativa que misturava drama, romance e sátira associados à Literatura Russa, influenciando fortemente, desde então, os escritores russos seguintes. 
Também escreveu ficção histórica. Sua "Marie: Uma História de Amor Russa" fornece uma visão da Rússia durante o reinado de Catarina, a Grande.


Reflexões de Pushkin:

Existem duas espécies de cornos: aqueles que o são de fato e sabem como se comportar, e os outros, que o são pela graça do público, e o caso deles é o mais embaraçoso.

Genialidade e maldade não combinam.

A ilusão que nos exalta é mais querida para nós do que dez mil verdades.

Perder a razão é uma coisa terrível. Antes morrer. A um morto consideramos com respeito, rezamos por ele. A morte fá-lo igual a todos. Já um homem privado da sua razão deixa de ser homem.

A palavra de um poeta é a essência do seu ser.

As palavras de um poeta já são atos.

Eu quero entender você; por isto, estudo sua linguagem obscura.

Máximas morais são surpreendentemente úteis em ocasiões em que cismamos de inventar um pouquinho para justificar nossas ações.

Muitas pessoas acabam se tornando amigas por puro tédio.
  
Esteja sempre contente com a sua vida, com o seu jantar e com a sua esposa.

Por que lutar contra o que é conhecido?

De vez em quando, vou saborear a harmonia, me debulhando em lágrimas sobre alguma fantasia.
  
Por que sonhar? Você não poderá prolongar para sempre a minha felicidade.

Quando nos encontrarmos novamente à sombra das oliveiras vamos nos beijar em um amor sem dor.

A melhor universidade é a felicidade de viver.
  
Faça planos para viver. Olhe, tudo é pó, e morreremos.
  
Um engano que nos eleve é mais caro do que uma série de pequenas verdades.
  
Eu tento apagar com a minha razão as chamas que queimam em mim.
  
Eu quero entender você; por isto, estudo sua linguagem obscura.
  
Máximas morais são surpreendentemente úteis em ocasiões em que cismamos de inventar um pouquinho para justificar nossas ações.
  
Muitas pessoas acabam se tornando amigas por puro tédio.
  
Esteja sempre contente com a sua vida, com o seu jantar e com a sua esposa.
  
Por que lutar contra o que é conhecido?
  
De vez em quando, vou saborear a harmonia, me debulhando em lágrimas sobre alguma fantasia.
  
Por que sonhar? Você não poderá prolongar para sempre a minha felicidade.

Quando nos encontrarmos novamente à sombra das oliveiras vamos nos beijar em um amor sem dor.

Nunca encontrareis a poesia se não a tiverdes dentro de vós.
  
Nele, o remorso já pesava...
  
E como dados vão voando.
  
Eu vos amei, mudo, sem cor de espera,
Ora acanhado, ora de ciúme a arder.
Eu vos amei com ternura sincera.
Deus queira amada assim venhais a ser.

Aonde a espada da lei não chega, o açoite da sátira alcança.
  
Queres ser universal? Fala sobre o teu quintal.
  
Um momento mágico eu me lembro:
Eu levantei meus olhos e você estava lá.
Uma visão fugaz, a quintessência
De tudo o que é belo e raro.

... cabelos grisalhos do Universo que está envelhecendo.

Escolhe um caminho e segue por onde levar tua mente livre. Aperfeiçoa os frutos das idéias que te são caras, sem nada esperar por teus nobres feitos. Em ti estão todas as recompensas. De ti és o juiz supremo. Ninguém, com mais rigor, julgará tua obra. Judicioso artista, isto te apraz?

Vejo uma flor seca, sem ar, cá, esquecida, em um caderno...

Ternamente, faz que eu durma
Sereno até que sopre um dia alegre
E se dissipe a névoa noturna.

Eu não estou em posição de sacrificar o essencial na esperança de adquirir o supérfluo.

Eu preciso confessar: não tenho sorte. Jogo com precaução, nunca me empolgo nem perco a cabeça; entretanto, ainda assim continuo perdendo.

Poema 20 - Pablo Neruda




do livro Veinte Poemas de Amor Y una Canción Desesperada

de Pablo Neruda

Poema 20

Puedo escribir los versos más tristes esta noche.

Escribir, por ejemplo: «La noche está estrellada,
y tiritan, azules, los astros, a lo lejos.»

El viento de la noche gira en el cielo y canta.

Puedo escribir los versos más tristes esta noche.
Yo la quise, y a veces ella también me quiso.

En las noches como ésta la tuve entre mis brazos.
La besé tantas veces bajo el cielo infinito.

Ella me quiso, a veces yo también la quería.
Cómo no haber amado sus grandes ojos fijos.

Puedo escribir los versos más tristes esta noche.
Pensar que no la tengo. Sentir que la he perdido.

Oír la noche inmensa, más inmensa sin ella.
Y el verso cae al alma como al pasto el rocío.

Qué importa que mi amor no pudiera guardarla.
La noche está estrellada y ella no está conmigo.

Eso es todo. A lo lejos alguien canta. A lo lejos.
Mi alma no se contenta con haberla perdido.

Como para acercarla mi mirada la busca.
Mi corazón la busca, y ella no está conmigo.

La misma noche que hace blanquear los mismos árboles.
Nosotros, los de entonces, ya no somos los mismos.

Ya no la quiero, es cierto, pero cuánto la quise.
Mi voz buscaba el viento para tocar su oído.

De otro. Será de otro. Como antes de mis besos.
Su voz, su cuerpo claro. Sus ojos infinitos.

Ya no la quiero, es cierto, pero tal vez la quiero.
Es tan corto el amor, y es tan largo el olvido.

Porque en noches como ésta la tuve entre mis brazos,
Mi alma no se contenta con haberla perdido.

Aunque éste sea el último dolor que ella me causa,
y éstos sean los últimos versos que yo le escribo.

VOCE SENDO VIGIADO PELO ORKUT/FACEBOOK E OUTRAS REDES SOCIAIS


Fonte do Texto: Revista Trip

Fonte do autor: *Ronaldo Lemos, diretor do Centro de Tecnologia da FGV-RJ e fundador do site www.overmundo.com.br. Seu e-mail é rlemos@trip.com.br

Errar é humano. Esquecer também. E isso é um problema para a internet. Ao contrário de pessoas reais, a internet não “esquece” o que é colocado nela facilmente. Aposto que muita gente já se irritou com algum texto, um comentário, foto ou vídeo que está postado na rede e que diz alguma coisa que preferíamos que fosse esquecida. E nem sempre é fácil remover conteúdo da rede. Quem já tentou sabe bem do que estou falando.

Isso pode ser especialmente complicado para crianças e jovens que estão crescendo agora na rede. Obviamente, a maioria não pensa que aquela participação mais empolgada no fórum dos Jonas Brothers ou aqueles comentários malvados deixados em algum canto da internet podem acabar disponíveis por muitos anos. Mesmo quando ter sido fã dos Jonas Brothers não for mais uma lembrança que queremos guardar ou compartilhar publicamente.

A situação agrava-se ainda mais por conta de atividades como o sexting, termo que se refere à prática nem um pouco saudável de adolescentes que mandam fotos sensuais de si mesmos para outros adolescentes e que muitas vezes acabam sendo postadas online. E, a partir daí, removê-las definitivamente da rede é uma tarefa bastante complexa.

É claro que parte da garotada, mesmo intuitivamente, começa a perceber os riscos da exposição excessiva. E criam eles próprios estratégias para se adaptar. Por exemplo, adotando apelidos diferentes para a vida online, que ocultam seu nome real. É comum ver na internet nomes como Bellavamp ou Lordmorpheus como principal forma de expressão da identidade de jovens online (claro que os apelidos mudam de acordo com a “turma” e os gostos de cada grupo). Isso ao menos afasta a possibilidade de vinculação direta entre o comportamento desses jovens na internet e sua identidade real.

Mas o fato é que a questão do esquecimento na rede vai ficar cada vez mais séria. Um exemplo é que começa a surgir, lentamente, a construção de um “direito ao esquecimento”, já visível em tribunais do mundo todo. Na França existe uma proposta de lei que está sendo debatida e propõe a criação do direito de qualquer usuário de pedir o apagamento de informações antigas sobre ele. É claro que o tema é complicadíssimo, especialmente porque se contrapõe a questões como interesses históricos, de memória e preservação da informação.

Jornais apagados

No Brasil o assunto ainda não tem definição, mas há decisões aparecendo aqui e ali. Uma delas sobre o caso Doca Street, condenado pelo assassinato da atriz Angela Diniz. Ele conseguiu uma decisão impedindo a Globo de fazer um documentário sobre o caso, alegando já ter cumprido sua pena e que queria ser esquecido, para poder viver uma vida normal.

As decisões no Brasil são ainda contraditórias e vão continuar assim por um bom tempo. Uma coisa é certa, no entanto. O direito ao esquecimento pode ser importante, mas precisa ser muito bem delimitado. De outro modo, pode chegar o dia em que jornais, sites e outros veículos de informação sejam obrigados a apagar seus arquivos, em nome de interesses pessoais. E, nesse caso, o direito ao esquecimento muda de nome e se torna um problema. Passa a se chamar revisionismo histórico.

Fonte do vídeo - Clique aqui - Youtube


terça-feira, 13 de novembro de 2012

Não minta, mas se precisar...



Colaboraram na elaboração do texto. Isto é verdade:
http://www.e-farsas.com/as-50-maiores-mentiras-do-mundo.html
http://ideiafix.wordpress.com/2008/08/17/como-mentir-e-ser-convincente-em-7-passos/

ATENÇÃO ESTE BLOG NÃO MENTE!

Hoje vou ajudar você com uma lição que não pode esquecer. Vai que você vai estar um dia em uma situação onde precisa tomar atitudes difíceis?

Mas o Ministério da Saúde Adverte - Minta com moderação. Algumas pessoas podem não levar a sério os mentirosos, e existem casos que se trata de uma doença muito perigosa, não contagiosa - Mitomania. As mentiras prejudicam não só a vida da pessoa que está mentindo, mas também das pessoas que convivem com ela. Existem vários tipos de mentirosos que mentem compulsivamente, por vários motivos e razões diferentes. Alguns para fugir de uma realidade, traumas do passado ou simplesmente porque não querem encarar o mundo real.

O problema está quando o mentiroso deseja ser o dono da verdade, aumentando mais ainda a história com dados falsos. Normalmente usam essa tática para tirar vantagem de alguma situação ou até mesmo para se mostrar superior a outras pessoas. Esses tipos de mentirosos são os mais perigosos.

Mas antes de sair por aí exercitando com moderação, aprenda:

1 - O cérebro é dividido em dois hemisférios
Enquanto o esquerdo controla os pensamentos analíticos, o direito coordena os pensamentos criativos.

 2 - Oxigênio é quase todo dele, portanto respire fundo para entender as coisas difíceis e fique ofegante só em condições extremas...

3 - Os homens conseguem processar primeiro a informação do lado esquerdo (analítico).
Por sua vez, as mulheres fazem essa tarefa com os dois lados do cérebro simultaneamente. Então presta atenção: Elas conversam ao telefone, dirigem, conversam com a amiga ao lado, vigiam o neném no banco de trás, observam a roupa das outras que andam na calçada, vasculham as vitrines - tudo ao mesmo tempo.

4 - A afirmação de que homens são racionais e mulheres são emocionais é verdadeira
Isso acontece porque as mulheres tem uma maior parte do sistema límbico, que controla as emoções. Porém, os homens tem uma porção maior da parte inferior, responsável por controlar as habilidades de cálculos.

Porque estou dizendo isto? Porque quando você mente, elas sabem, desde que já esteja processado no lado esquerdo

Mentir é uma necessidade básica, tão necessária quanto comer ou ir ao banheiro. Contudo, poucos são aqueles dotados da capacidade de mentir profissionalmente, de forma a conseguir enganar seus pares.
No Reino Ao Pé da Pitangueira, num serviço de utilidade pública, encontra-se o Manual da Mentira. Com as lições a seguir, você poderá se livrar de situações constrangedoras, vexatórias e quem sabe, conseguir alguns  benefícios.

Leia atentamente, siga em frente e conquistando  o mundo da mentira desfrute das maravilhas de ser um semi-deus da gula, da inveja, da  preguiça, da  ira, da soberba, da avareza, da criação dos pecados, enfim, o imitador barato das suas próprias histórias.

1 – Parcimônia: Só minta quando realmente precisar. Quanto mais você mente, menos credibilidade tem, mesmo que os outros acreditem na sua história. Sabe bem como é: Sabendo usar não vai faltar!

2 –Acredite na sua mentira! Se você não acreditar, ninguém mais acreditará. Não fantasie muito. Invente coisas verossímeis, possíveis de terem acontecido. Quanto mais real for sua mentira, mais fácil ela será de ser contada e engolida. Aquela história de “o cachorro comeu minha lição” ou “faltei ontem porque minha avó faleceu” estão muito surradas. Seja criativo!

3 – Controle suas emoções: É fundamental controlar as reações do seu corpo. Olhe nos olhos da pessoa, não trema, não fique gago, não fique vermelho, controle suas glândulas sudoríparas. Esses reações involuntárias vão estragar sua mentira. Outra coisa que vai acabar com a sua mentira é o tom que você usa para contá-la. Não exagere na emoção ou entonação… vai parecer piegas e muito inverossímil. Emoção de menos atrapalha, afinal, você está mentindo porque precisa, certo?

4 – Treine, treine e… treine: Mentir de improviso é muito arriscado. Você corre o alto risco de não seguir o passo 3 devido a alta dose de adrenalina no organismo. Quanto mais você treinar, mais fácil vai ser controlar a emoção, além de não cair em contradição. É importante salientar que mentira decorada (ao estilo telemarketing) não cola. Contar sua mentira com fluência demanda tempo, mas vale a pena.
Pensar em todas as possibilidades de contra argumentação também é importante. Você pode até não contar na hora (o famoso às na manga), mas se a pessoa rebater sua história, você vai estar preparado para o próximo passo:

5 – Mantenha sua história: Essa é a parte mais difícil e engloba todas as outras lições supra-citadas. Se você mentir pouco (passo 1) vai ser capaz de lembrar de todas as histórias, já que realmente acredita nelas (passo 2) e as tornou “reais”. Se você esquecer que contou a mentira, pode ser pego em contradição e aí não vai conseguir seguir o passo 3. Essa parte se tornará um pouco mais fácil, dependendo do seu grau de dedicação ao passo 4. IMPORTANTE: Caso alguém descubra alguma mentira sua, todas as outras correm perigo. Mantenha-se calmo e, já no passo 4, prepare algo para essas situações.

6 – Embalagem dourada: O melhor jeito de fazer uma mentira ser aceita é embalá-la com verdades. Uma mentira seca e deslavada pode até ser aceita, mas será mais eficiente se vier cercada com verdades. Mais uma vez a importância do passo 1.

7 – Fabrique verdades: O quê? Não tem verdades  para colocar na caixa? Ora …. fabrique-as! Você certamente tem algo verídico para contar. Quanto mais coisas realmente verdadeiras você tem, mais disfarçada será a sua mentira.

As vezes é importante admitir que errou, esqueceu, se atrasou. Isso provoca no ouvinte a sensação de “Puxa… ele tem coragem de falar a verdade“, além de te fornecer argumentos do tipo: “Porque eu mentiria agora se  já admiti que errei outras vezes?“. Lembrar dessas situações te ajuda muito a embalar aquela desculpa que você preparou com tanto esmero. São verdades saudáveis realmente eficientes!

Estas são as coisas que você nunca poderá dizer quando for mentir para ela. Ok? Estas são as coisas que você nunca deve dizer quando for mentis para ele. Ok?

01 – Satisfação garantida ou seu dinheiro de volta.
02 – Não nos procure, nós o procuraremos.
03 – Pode deixar que eu te ligo.
04 – Puxa, como você emagreceu!
05 – Fique tranqüilo, vai dar tudo certo!
06 – Quinta-feira, sem falta, o seu carro vai estar pronto.
07 – Pague a minha parte que depois eu acerto contigo.
08 – Eu só bebo socialmente.
09 – Isso é para o seu próprio bem.
10 – Eu estava passando por aqui e resolvi subir.
11 – Estou te vendendo a preço de custo.
12 – Não vou contar pra ninguém.
13 – Não é pelo dinheiro, é uma questão de princípios.
14 – Somos apenas bons amigos.
15 – Que lindo é o seu bebê.
16 – Pode contar comigo!
17 – Você está cada vez mais jovem.
18 – Eu nem reparei que você usava peruca.
19 – Nunca broxei antes.
20 – Você foi a melhor transa que eu já tive.
21 – Não contém aditivos químicos.
22 – Estou sem troco, leve um chiclete.
23 – Obrigado pelo presente, era exatamente o que eu estava precisando.
24 – Não se preocupe, essa roupa não vai encolher.
25 – Não se preocupe, essa roupa vai lacear.
26 – Essa roupa é a sua cara.
27 – Eu não pude evitar.
28 – Tudo o que é meu, é seu.
29 – A inflação vai cair.
30 – Eu não sou candidato.
31 – Só vou pôr a cabecinha.
32 – O trabalho engrandece o homem!
33 – Isso nunca aconteceu comigo.
34 – Isto vai doer mais em mim do que em você.
35 – Dinheiro não traz felicidade.
36 – Você sempre foi a única.
37 – Pode ir que vou depois.
38 – Eu nem estava olhando.
39 – Que bom que você já arrumou outra, estou feliz.
40 – A amizade é o que importa.
41 – Juro que não estava sabendo.
42 – Não fui eu que contei.
43 – Está perfeito!
44 – Esse carro nunca foi batido, só fica na garagem.
45 – Não folga que sou do jiu-jitsu.
46 – Eu liguei, mas ninguém atendeu.
47 – Beleza e dinheiro não importam, e sim estar feliz.
48 – Ela era virgem quando a conheci.
49 – Nunca te traí.
50 – Eu nunca falei nenhuma dessas mentiras acima

É isto aí!

O Brasil e a Mafia Verde



Publicado por: Geoforça Brasil
Portal:  Jornal Puro Sangue 
Youtube: Máfia Verde 

LIVRO: "Máfia Verde: o Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial"
AUTOR: Lorenzo Carrasco, Geraldo Lino, Silvia Palacios
SINOPSE: Na mira da Máfia Verde, estão projetos de infraestrutura, novas tecnologias, avanços científicos e o otimismo cultural necessários ao progresso. Pela sua ação, como mostra o mapa da Embrapa Monitoramento por Satélite, grande parte do território brasileiro se converteu em “áreas de exclusões de desenvolvimento”.
PAGINAS: 367
IDIOMA: PORTUGUÊS
EDITORA: Capax Dei

A Máfia Verde

http://www.capaxdei.com.br/mafiaverde.html
Você acredita no Greenpeace?:

O diretor de licenciamento do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Pedro Alberto Bignelli, disse, hoje, que a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará, não atinge diretamente as terras indígenas da região, ao contrário do que afirma a decisão judicial que suspendeu a realização do leilão e determinou que o Ibama conceda uma nova licença prévia ao empreendimento.


“Existem mapas e a anuência da Funai [Fundação Nacional do Índio] ao processo todo, e nenhum mapa do empreendedor nos estudos que foram feitos remetem a essa influência direta, que é justamente a base dessa lei na qual o juiz deu o parecer”, argumenta Bignelli.

Na decisão anunciada ontem, o juiz federal Antônio Carlos Almeida Campelo, da subseção de Altamira, argumenta que a emissão da licença prévia pelo Ibama descumpre o que estabelece o artigo 176 da Constituição Federal, que diz que qualquer aproveitamento hidrelétrico em terras indígenas deve ser precedido por uma lei específica.

Porque a Justiça Federal está embargando uma obra que não fere a Constituição do Brasil?

Quem banca esta manifestação contra o Brasil? Sim, ele, o Greenpeace:

As ONGs Greenpeace e WWF, de origem holandesa e suíça, são conhecidas por suas ações ambientais recheadas de lances midiáticos. Atualmente, têm sua atuação concentrada no Brasil, onde se posicionam contra a construção de hidrelétricas e a reforma do código florestal brasileiro. O escritor mexicano Lorenzo Carrasco resolveu tentar desvendar o que há por trás da ação dessas organizações. 

Segundo o escritor, as ações ambientais dessas ONGs são pura fachada. Por trás de suas ações estão interesses econômicos dos países e empresas que financiam suas ações no mundo. Com farta documentação que comprovam a instrumentalização política da ação dessas organizações, Lorenzo Carrasco publicou em 2001 o livro Máfia Verde e agora está publicando “Máfia Verde 2”. A WWF-Brasil entrou na justiça para impedir a distribuição do livro no Brasil, conseguiu liminares, mas teve seu pedido negado em última instância. 

Segundo o Carrasco, o Brasil é o país do mundo que exige maior percentual de área preservada nas propriedades agrícolas. Ele diz que na Europa e EUA os agricultores cultivam em suas fazendas sem qualquer limitação. “Porque essas organizações não lutam pela reconstituição de reserva legal em suas nações de origem e vêm fazer isso exatamente aqui no Brasil?”, pergunta ele.

Certo ou não, a verdade é que Carrasco toca numa questão importante. Nem na Holanda, sede do Greenpeace e nem na Suíça existem legislações ambientais como as existentes no Brasil. Na verdade, nesses países, o meio ambiente foi há muito esquecido. A Holanda é conhecida, aliás, pelos famosos diques que entram mar adentro para garantir áreas para construção de habitação. 

Uma outra questão intrigante é o fato da WWF ter tentado impedir na justiça a publicação do livro de Lorenzo Carrasco. Para quem fala em sustentabilidade como bandeira, impedir a livre manifestação da opinião soa estranho. 

Usina de Belo Monte - A Verdade!


Alto lá
Este texto não é meu
Confesso que copiei e colei
Autor: Mauro Santayana
Fonte: Contexto Livre
http://contextolivre.blogspot.com.br/search/label/Mauro%20Santayana

O consórcio que constrói a usina hidrelétrica de Belo Monte suspendeu provisoriamente as obras. Não tem como continuar, segundo informam seus responsáveis, diante da total insegurança de seus trabalhadores: grupos organizados destruíram instalações da empresa, ameaçaram os funcionários e espalharam o terror nos canteiros da obra.

Há que se entender, com o mínimo de lucidez, algumas verdades. O Brasil é uma nação, como quase todas as outras do mundo, construída pelos atos de conquista. Os europeus aqui chegaram, há cinco séculos, ocuparam o território com violência e solércia. Impuseram-se aos indígenas porque se encontravam em outro estágio de civilização. Conheciam armas de fogo, e isso os tornavam guerreiros invencíveis. Combinando a astúcia com a força, criaram aqui uma comunidade, primeiro colonial, sob o senhorio formal de Lisboa. Houve também enclaves franceses e holandeses no território. Durante seis décadas ficamos, juntamente com os portugueses, sob domínio espanhol, entre 1580 e 1640. Somos, há 190 anos, Estado nacional independente e com dificultada soberania.

Nos tempos atuais (com a mesma solércia com que os ocupantes se impuseram aos nativos), europeus e norte-americanos, com o submisso apoio de “neo-humanistas” brasileiros radicais, reclamam os direitos absolutos dos indígenas sobre o território que ocupam, mas quase unicamente na Amazônia. Não há o mesmo empenho de ONGs estrangeiras em atuar na defesa dos guaranis-caiová em Mato Grosso do Sul, estes, sim, condenados à miséria física e moral pela violência de fazendeiros brancos, que usam, ora a polícia, ora a “justiça”, ora os jagunços, para expulsá-los da pequena área em que se encontram confinados. Ali não há minerais raros.

A tese desses altruístas de ocasião é a de que os indígenas sul-americanos têm o direito de constituir estados independentes, porque neles viviam antes da chegada dos europeus. Como todos sabem, não há, no mundo — a não ser em certas áreas da África e da Ásia — Estado nacional que não tenha nascido da expansão e da conquista bélica. Sem essa violência, que a nossa consciência ética pode deplorar, mas não reparar, não teria havido civilização, nem história. Se fôssemos entender a doutrina do direito ancestral em seu radicalismo, os descendentes dos normandos teriam que desocupar as Ilhas Britânicas, os europeus seriam compelidos a deixar o Hemisfério Ocidental e, em última razão, voltaríamos todos para a África Negra, de onde partiu a diáspora para a ocupação do planeta.
É possível, ainda que não seja provável, que a sabotagem contra as obras de Belo Monte tenha sua causa na ação de trabalhadores, nas reivindicações trabalhistas, normais em obras dessa natureza. Mas não se pode descartar que os incidentes hajam sido insuflados pelos agentes e assalariados das ONGs internacionais que operam na Amazônia, cujo interesse é o de manter o vasto território inocupado e com sua biodiversidade destinada à futura exploração dos países centrais.

Temos que encontrar modo de convívio com os remanescentes dos primitivos ocupantes do território, de forma a que todos nós, brasileiros — brancos, negros, índios, mestiços — possamos desfrutar do espaço que a história nos destinou. Nesse sentido há paciente esforço do Estado, desde que um bravo mestiço, o marechal Rondon, foi encarregado, há 102 anos, de instalar e dirigir o Serviço de Proteção aos Índios. Esse esforço, sem embargo, não foi capaz de impedir o assassinato, dissimulado, de milhares de indígenas, vulneráveis a epidemias e endemias que desconheciam, e a tiro limpo, pelos remanescentes dos bugreiros, que ainda no século 19, e sem qualquer repressão, “limpavam” as glebas ocupadas pelos nativos para a ocupação agropecuária.

No caso de Belo Monte, o governo não pode intimidar-se. A construção da represa, já iniciada, corresponde ao interesse estratégico nacional de aumentar a produção de energia elétrica não poluente. E de ocupar— preservando a biodiversidade — de forma racional e inteligente, o vasto território. Há informações de que o governo já planejava entender-se com o estado do Pará, a fim de criar força-tarefa constituída de contingentes da Polícia Federal, da Força Nacional de Segurança, da Polícia Militar do Pará e das Forças Armadas, sob o comando de um general da força terrestre, e sob a ordem direta da presidente da República, a fim de realizar operação que reafirme a autoridade do Estado Nacional sobre a área.
Os incidentes repetidos em Belo Monte podem acelerar as providências cogitadas. Ao que se deduz, essa operação expulsaria da região todos os estrangeiros que ali se encontrem promovendo a desobediência às leis e às decisões do Estado nacional.

Há uma situação que incomoda os observadores atentos. A Amazônia é considerada pelos meios acadêmicos e jornalísticos, na Europa e nos Estados Unidos, como “um patrimônio do mundo”. Com esse argumento, pretendem que compartamos com o mundo (o dos ricos, é claro) a soberania naquela área. Toda a Amazônia — e não só a brasileira — tem a extensão, aproximada, de 6 milhões de quilômetros quadrados. Tão importante, ou ainda mais importante para o equilíbrio ecológico do mundo, se é que isso é realmente importante, é o território russo da Sibéria, com mais do dobro do amazônico (13,5 milhões de quilômetros quadrados), em sua maior parte coberto pela taigá, floresta sobre território úmido e tão pleno de águas quanto a Amazônia. A região, rica em biodiversidade e em minerais, vem sendo explorada intensamente pelos russos. No entanto, não há, ao que se sabe, ONGs norte-americanas nem europeias atuando na área.

Talvez seja porque a Rússia dispõe de forças militares, com suas armas nucleares, que dissuadem os “paladinos” do meio ambiente de se meterem ali.


Indignado

Não postei ontem e não sei se o farei hoje. Preciso refletir. O motivo é a indignação. Estou preocupado com o rumo que os barões, condes e duques desejam dar ao Brasil.

Quarenta e oito anos depois, prometem outro golpe e quando prometem, cumprem. Todos os componentes estão aí, fáceis de serem identificados - o cabo Anselmo, o David Nasser, o Carlos Lacerda, o banqueiro - neste caso atual são múltiplos banqueiros, .

Sabem, e têm a consciência plena que do outro lado não está um Getúlio Vargas com saída letal, na primeira tentiva de golpe, ou o Jango sem saída, e que desta vez a maioria silenciosa fará barulho, por isto querem minar com mentiras, acusações torpes e mídia enganosa. Só os que são crentes de sua fé, cerca de 30% da nação tupynambá, acreditam neles, mas acham que quem tem 30% de brancos ao seu lado já ganhou a cadeira.

Digo isto porque na eleição apache, os babacas globalantes, Merdal à frente, babavam na maioria branca do norte que daria vitória ao seu candidato pró-sionista e anti-persa. A cada instante Merdal lembrava que 73% dos apaches eram brancos. Enfim  tudo vindo de Merdal é um lixo. No que perderam, voltam seus holofotes para o sul e descem a borduna corrompida e podre em quem ousar enfrentá-los.

Só para recordar, transcrevo trecho de um interessante documentário de Celso Castro:


*Em 64, nos primeiros dias após o golpe, uma violenta repressão atingiu os setores politicamente mais mobilizados à esquerda no espectro político, como a União Nacional dos Estudantes, a Confederação Geral dos Trabalhadores, as Ligas Camponesas e grupos católicos como a Juventude Universitária Católica (JUC) e a Ação Popular (AP). Milhares de pessoas foram presas de modo irregular, e a ocorrência de casos de tortura foi comum, especialmente no Nordeste. O líder comunista Gregório Bezerra, por exemplo, foi arrastado amarrado pelas ruas de Recife.

O golpe militar foi saudado por importantes setores da sociedade brasileira. Grande parte do empresariado, da imprensa, dos proprietários rurais, da Igreja Católica, vários governadores de estados importantes (como Carlos Lacerda, da Guanabara, Magalhães Pinto, de Minas Gerais, e Ademar de Barros, de São Paulo) e amplos setores de classe média pediram e estimularam a intervenção militar, como modo de pôr fim à ameaça de esquerdização do governo e de se controlar a crise econômica. O golpe também foi recebido com alívio pelo governo norte-americano, satisfeito de ver que o Brasil não seguia o mesmo caminho de Cuba. Os Estados Unidos acompanharam de perto a conspiração e o desenrolar dos acontecimentos, principalmente através de seu embaixador no Brasil, Lincoln Gordon, e do adido militar, Vernon Walters, e haviam decidido, através da secreta "Operação Brother Sam", dar apoio logístico aos militares golpistas, caso estes enfrentassem uma longa resistência por parte de forças leais a Jango.




segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Igreja dos EUA se nega a casar negros

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=189806&id_secao=9#.UBbgR1clkZc.twitter


Igreja dos EUA se nega a casar negros

Uma igreja batista no Mississippi, Estados Unidos, se negou a oficializar a união de um casal porque era afroamericano, no mais recente evento que denota o racismo persistente na nação norte-americana.

Charles e Andrea Wilson pensavam casar-se na Primeira Igreja Batista de Crystal Springs (sul), mas o pároco principal proibiu a cerimônia com o argumento de que a congregação - majoritariamente branca - se mostrava contra.

"Pelo fato de que somos negros e alguns fiéis protestaram já não poderemos casar na igreja onde nós pensávamos que éramos queridos como irmãos de fé", comentou Charles Wilson na CNN.

Em uma decisão de última hora neste domingo, o pastor Stan Weatherford recomendou aos noivos mudar o casamento para outro templo "para não fomentar uma controvérsia nem piorar o precedente criado com esta situação".

Uma recente pesquisa do National Journal e da Universidade de Phoenix refletiu que 23 por cento dos estadunidenses consideram que o racismo aumentou e 42 por cento diz que nada mudou desde 2009.

Em janeiro desse ano, Barack Obama assumiu na Casa Branca como o primeiro presidente afroamericano na história de um país com amplos antecedentes de segregação e violência contra as minorias étnicas.

Fonte: Prensa Latina

Nú - Manuel Bandeira



Manuel Bandeira foi um poeta, crítico literário e de arte, professor de literatura e tradutor brasileiro.

É considerado como parte da geração de 1922 do modernismo no Brasil. Seu poema "Os Sapos" foi o abre-alas da Semana de Arte Moderna. Juntamente com escritores como João Cabral de Melo Neto, Gilberto Freyre, Clarice Lispector e Joaquim Cardozo, entre outros, representa o melhor da produção literária do estado de Pernambuco.

Os temas abordados por Bandeira são amplos e variados. Dentre os temas constantemente presentes, estão o erotismo, o pessimismo e a morte, dentre tantos outros. A despeito de ser ateu, temas como a mística cristã aparecem em sua poesia, ao lado de uma poesia voltada ao amor libertino e ao desejo carnal, por exemplo.


Nú (Manuel Bandeira)

Quando estás vestida,
Ninguém imagina 
Os mundos que escondes 
Sob as tuas roupas. 

(Assim, quando é dia, 
Não temos noção 
Dos astros que luzem 
No profundo céu. 

Mas a noite é nua, 
E, nua na noite, 
Palpitam teus mundos 
E os mundos da noite. 

Brilham teus joelhos, 
Brilha o teu umbigo, 
Brilha toda a tua 
Lira abdominal. 

Teus exíguos 
- Como na rijeza 
Do tronco robusto 
Dois frutos pequenos - 

Brilham.) Ah, teus seios! 
Teus duros mamilos! 
Teu dorso! Teus flancos! 
Ah, tuas espáduas! 

Se nua, teus olhos 
Ficam nus também: 
Teu olhar, mais longe, 
Mais lento, mais líquido. 

Então, dentro deles, 
Bóio, nado, salto 
Baixo num mergulho 
Perpendicular. 

Baixo até o mais fundo 
De teu ser, lá onde 
Me sorri tu'alma 
Nua, nua, nua...

domingo, 11 de novembro de 2012

Fora de Foco é a pqp

Professores e pais de alunos da escola básica municipal Maria Tomázia Coelho, em Florianópolis (SC), alegam que a "superexposição" do blog Diário de Classe, criado pela estudante Isadora Faber, 13 anos, estaria prejudicando o ambiente escolar. Eles divulgaram um manifesto via internet e acusam a blogueira de ter "desviado o foco" em seu perfil do Facebook.

Isadora Faber descobre aos treze anos que toda vez que denunciamos os desmandos públicos, somos indesejáveis porque desviamos do foco de sermos idiotas. Bom mesmo é lamber as botas dos donos da política, dos grandes e poderosos agentes da imprensa nacional e dos que desconhecem que a coisa pública é pública.

O que pouca gente sabe, porque é quase proibido divulgar, é que a família da Isadora Faber, está processando o candidato eleito pelo PSD à prefeitura de Florianópolis, Cesar Souza Júnior. Os pais de Isabela acusam o político de usar, sem autorização, a imagem da garota e da página em propagandas eleitorais na televisão e no site de campanha. 

Pois é, a menina desviou do foco...

Depois de 17 dias preso no Cadeião de Pinheiros, o banqueiro Luís Octávio Índio da Costa, ex-controlador do Banco Cruzeiro do Sul, não teve muitos motivos para festejar a volta para casa, através de Habeas Corpus. No seu primeiro dia de liberdade, o banqueiro soube que a sua ex-namorada Karina Granella já estava fora de foco, pois estaria namorando o jogador do Corinthians Paulo André Benin.

O sobrenome do banqueiro não te lembra nada não? Então vamos lá, tentar te dar foco: 

Busque na Wikipédia: Indio da Costa, candidato a vice-presidente da República, junto ao aliado José Serra, é formado em direito pela Universidade Candido Mendes e pós-graduado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Divorciado, tem uma filha. .Seu primo, Luís Octavio Indio da Costa, é dono do Banco Cruzeiro do Sul. 


Comercial Antitabagista da Holanda

Thai commercial

Memories of Green

sábado, 10 de novembro de 2012

O Discurso do Método da Imprensa Golpista




Ando vendo e lendo tanta bobagem, tanto ódio destilado que passo a quase acreditar que os valores que este próprio poder criou, a partir de Descartes, começam a pulverizar. É dele O Discurso do Método, onde propicia o princípio básico do pensamento universal que transformaria o mundo

É com Descartes que se inicia com plenitude a idade moderna. Busca o conhecimento que brota de si mesmo e das inúmeras experiências que o mundo lhe proporciona. Já no início do Discurso do Método, nos apresenta sua percepção filosófica, quando afirma que a razão está presente de maneira igual em todas as pessoas, não importando a condição social ou de nível de inteligência desenvolvida, o que vai contra o senso comum que classifica tudo automaticamente e naturaliza preconceitos com muita frequência.

Mas, o que diferenciava uma pessoas de outra seria o modo (ou o método) que cada uma conduziria sua razão. A distinção entre o verdadeiro e o falso seria igual em todos os homens, desde que o bom senso imperasse nas suas mentes.

O seu método, considerou fecundamente o processo matemático, devendo ter um espectro universal e a sua aplicabilidade nos mais variados ramos do conhecimento. Definiu-o como o conjunto de normas, que impossibilitam confundir falso e verdadeiro, e são idôneas na condução do ser humano ao conhecimento possível –  já que nem tudo é objeto de conhecimento.

O Discurso do Método estabelece quatro regras absolutamente essenciais:

- A evidência – para aceitarmos alguma coisa por verdadeira, não podemos ter qualquer dúvida sobre a sua veracidade. À evidência opõe-se a conjectura, que é no essencial, dúvida, mesmo que temporária. A evidência é atingida por intermédio da intuição, aqui entendida como um conceito da mente, que no estado de pureza e de atenção, não é atingida por qualquer dúvida objeto do pensamento;

- A análise – as questões devem ser observadas no maior número de partes possível, simplificando-as, para que a razão possa ter um entendimento mais perfeito;

- A síntese – conduzir a investigação do mais simples para o mais complexo, é regra de ouro;

- A enumeração – o investigador deve realizar enumerações exaustivas e revisões gerais, de molde a que tenha a convicção de nada ter omitido.

Cada vez que vejo uma denúncia falsa na imprensa golpista, nas redes sociais, nas conversas informais, penso lá dentro, escondido até de mim - Olha só como estes golpistas são safados - aparentemente Descartes morreu, só que sorrateiramente os bandidos o esconderam para que a choldra não questione a verdade, com evidências, análises, etc.

É isto aí!


O Homem Velho (Caetano Veloso)


O homem velho (Caetano Veloso)

O homem velho deixa a vida e morte para trás
Cabeça a prumo, segue rumo e nunca, nunca mais
O grande espelho que é o mundo ousaria refletir os seus sinais
O homem velho é o rei dos animais

A solidão agora é sólida, uma pedra ao sol
As linhas do destino nas mãos a mão apagou
Ele já tem a alma saturada de poesia, soul e rock'n'roll
As coisas migram e ele serve de farol

A carne, a arte arde, a tarde cai
No abismo das esquinas
A brisa leve traz o olor fugaz
Do sexo das meninas

Luz fria, seus cabelos têm tristeza de néon
Belezas, dores e alegrias passam sem um som
Eu vejo o homem velho rindo numa curva do caminho de Hebron
E ao seu olhar tudo que é cor muda de tom

Os filhos, filmes, ditos, livros como um vendaval
Espalham-no além da ilusão do seu ser pessoal
Mas ele dói e brilha único, indivíduo, maravilha sem igual
Já tem coragem de saber que é imortal

Ausencia - Jorge Luis Borges



AUSENCIA

Habré de levantar la vasta vida
que aún ahora es tu espejo:
cada mañana habré de reconstruirla.
Desde que te alejaste,
cuántos lugares se han tornado vanos
y sin sentido, iguales
a luces en el día.
Tardes que fueron nicho de tu imagen,
músicas en que siempre me aguardabas,
palabras de aquel tiempo,
yo tendré que quebrarlas con mis manos.
¿En qué hondonada esconderé mi alma
para que no vea tu ausencia
que como un sol terrible, sin ocaso,
brilla definitiva y despiadada?
Tu ausencia me rodea
como la cuerda a la garganta,
el mar al que se hunde.


Tradução Google Tradutor:

Eu terei que criar a vasta vida
que mesmo agora é o seu espelho:
Todas as manhãs terei que reconstruí-lo.
Desde que você foi embora,
quantos lugares se tornaram vãos
e sem sentido, o mesmo
às luzes do dia.
Tardes que eram um nicho para a sua imagem,
música em que você sempre esperou por mim,
palavras daquela época,
Terei que quebrá-los com as mãos.
Em que buraco esconderei minha alma
para que eu não veja sua ausência
que como um sol terrível, sem se pôr,
brilha definitivo e implacável?
Sua ausência me cerca
como a corda em volta da garganta,
o mar em que afunda.

I just called to say I love you - Stevie Wonder (Live in London, 1995)






Se o vídeo não abrir, assista aqui no Youtube

Música I Just Called To Say I Love You (Live)
Artista Stevie Wonder
Álbum A Night of Wonder - Live in London
Compositores Stevie Wonder
Fonte Youtube arXter

Licenciado para o YouTube por

The state51 Conspiracy, ONErpm (em nome de Nova Entretenimento); SOLAR Music Rights Management, UMPI, UNIAO BRASILEIRA DE EDITORAS DE MUSICA - UBEM, ASCAP, LatinAutorPerf, Sony ATV Publishing, LatinAutor - SonyATV, CMRRA e 9 associações de direitos musicais


Habeas Corpus


Fonte: Jornal O Estado de São Paulo

Quatro brasileiros em lista internacional de corrupção



Débora Alvares - O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO - No momento em que os brasileiros acompanham o desenrolar de mais um escândalo de desvio de dinheiro público, o Banco Mundial lança um banco de dados em que cita 150 casos internacionais de corrupção. São diversas ocorrências em todo o mundo. E o Brasil não passa despercebido. Entre os representantes estão o deputado Paulo Maluf e o banqueiro Daniel Dantas.

Batizado de The Grand Corruption Cases Database Project, o projeto reúne informações de casos em que foram comprovadas movimentações bancárias de pelo menos US$ 1 milhão relacionados à corrupção e lavagem de dinheiro. A ideia teve origem em um relatório publicado pelo Banco Mundial no fim do ano passado. Segundo o estudo, a corrupção movimenta cerca de US$ 40 bilhões por ano no mundo.

O banco de dados coloca à disposição documentos e informações dos processos de cada caso, mas não há um ranking dos mais corruptos ou de qual país concentra casos mais graves e onerosos aos cofres públicos.

Entre os brasileiros presentes no levantamento, chama a atenção a dupla aparição do ex-prefeito da capital paulista e deputado federal, Paulo Maluf. Na primeira vez em que aparece no sistema, ele é acusado pelo procurador-geral de Nova York de movimentar US$ 140 milhões no Banco Safra, entre 1993 e 1996. Em outro processo, é acusado de desviar dinheiro de pagamentos fraudulentos para contas em bancos em Nova York e na Ilha de Jersey, no Reino Unido. O assessor de imprensa de Maluf, Adilson Laranjeira, disse ontem que "Paulo Maluf não tem nem nunca teve conta no exterior".

O banqueiro Daniel Dantas também é citado no banco de dados criado pelo Banco Mundial pelo caso do Grupo Opportunity, em 2008, quando teve US$ 46 milhões bloqueados em contas do Reino Unido. Em nota, o Opportunity afirma que esse relatório é datado de 2008 e está desatualizado. "Em 2008, a farsa da Satiagraha ainda não havia sido desmascarada em toda a sua extensão. Por conta de possíveis erros como esse, o Banco Mundial expressamente não garante a veracidade das informações."

O fundador e ex-presidente do Banco Santos Edemar Cid Ferreira também aparece na relação. Edemar rechaçou a publicação, alertando sobre a existência de um disclamer - segundo ele, um aviso da própria instituição de que "as constatações, interpretações e conclusões expressas no banco de dados não refletem necessariamente a opinião dos diretores executivos do Banco Mundial ou dos governos que eles representam".

O caso do propinoduto, que envolveu o ex-subsecretário de Administração Tributária do Rio Rodrigo Silveirinha Correa e outros três fiscais e quatro auditores da Receita Federal, também é citado. "Meu cliente é acusado de corrupção passiva, mas até hoje não foi identificado nenhum corruptor", afirmou o advogado de Silveirinha, Fernando Fragoso. Segundo ele, o fiscal não tomou conhecimento da citação do seu caso na lista.