O que há em mim é sobretudo cansaço — Não disto nem daquilo, Nem sequer de tudo ou de nada: Cansaço assim mesmo, ele mesmo, Cansaço.
A subtileza das sensações inúteis, As paixões violentas por coisa nenhuma, Os amores intensos por o suposto em alguém, Essas coisas todas — Essas e o que falta nelas eternamente —; Tudo isso faz um cansaço, Este cansaço, Cansaço.
Há sem dúvida quem ame o infinito, Há sem dúvida quem deseje o impossível, Há sem dúvida quem não queira nada — Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles: Porque eu amo infinitamente o finito, Porque eu desejo impossivelmente o possível, Porque quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser, Ou até se não puder ser...
E o resultado? Para eles a vida vivida ou sonhada, Para eles o sonho sonhado ou vivido, Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto... Para mim só um grande, um profundo, E, ah com que felicidade infecundo, cansaço, Um supremíssimo cansaço, Íssimo, íssimo, íssimo,
Poesia e poema de autor português. Fernando António Nogueira Pessoa (1888 — 1935) foi um poeta, filósofo, dramaturgo, ensaísta, tradutor, publicitário, astrólogo, inventor, empresário, correspondente comercial, crítico literário e comentarista político português. Um dos maiores génios poéticos de toda a nossa Literatura e um dos poucos escritores portugueses mundialmente conhecidos. A sua poesia acabou por ser decisiva na evolução de toda a produção poética portuguesa do século XX. Se nele é ainda notória a herança simbolista, Pessoa foi mais longe, não só quanto à criação (e invenção) de novas tentativas artísticas e literárias, mas também no que respeita ao esforço de teorização e de crítica literária. É um poeta universal, na medida em que nos foi dando, mesmo com contradições, uma visão simultaneamente múltipla e unitária da Vida. É precisamente nesta tentativa de olhar o mundo duma forma múltipla (com um forte substrato de filosofia racionalista e mesmo de influência oriental) que reside uma explicação plausível para ter criado os célebres heterónimos - Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, sem contarmos ainda com o semi-heterónimo Bernardo Soares.
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Nunca Peça Desculpas Por Essas 13 Coisas (Mesmo Que Ache Que Deva)
Pedir desculpa, não é feio, pelo contrário, quando erramos, o ato de reconhecer um erro, é nobre. Porém, quantas vezes pedimos desculpas por algo que não éramos culpados ou errados?
Abaixo, listamos 13 itens, que você nunca deve se desculpar, nem carregar peso na consciência por isso.
1. Nunca peça desculpas por amar alguém.
São poucos capazes de amar genuinamente alguém, comemore. Não importa quem você ama, mesmo se for platônico, o fato de que você tem essa capacidade de amar, é o que importa.
2. Nunca peça desculpas por dizer não.
Auto-respeito e conhecer suas limitações são muito importantes. Se você não puder dedicar-se completamente do seu tempo para algo, você não deve sentir-se culpado por dizer não. Grandes líderes tem enorme capacidade de dizer ”não”.
3. Nunca peça desculpas por seguir um sonho.
Seguir nossos sonhos é o que nos torna vivo. Não existe idade para ir atrás de seus objetivos, são os sonhos que nos moldam. Se você contentar-se com o que tem e não com o que deseja, você será um eterno infeliz.
4. Nunca peça desculpas por tirar um tempo para si.
Cuidar de si é muito importante para a vida, tirar um tempo e ser feliz, dedicando-se apenas a suas necessidades.
5. Nunca peça desculpas por escolher suas prioridades.
Nunca deixe ninguém fazer você se sentir culpado por escolher suas próprias prioridades. Sempre cuide do que realmente importa em primeiro lugar. Se é importante para você, então é importante e o assunto dispensa maiores explicações. As pessoas que realmente importam respeitarão a sua decisão.
6. Nunca peça desculpas para terminar um relacionamento tóxico.
O único arrependimento que você deve ter por terminar um relacionamento tóxico é por não ter feito isso antes. Uma relação não prazerosa impede-o de alcançar seu potencial. Abrir mão dela não é algo para sentimento de culpa e sim para alívio.
7. Nunca peça desculpas por suas imperfeições.
É o que nos torna originais. Abrace-as e aceite.
8. Nunca peça desculpas por lutar.
Não abra mão de suas crenças, defender valores, moral e ética é sinal de determinação e liderança.
9. Nunca peça desculpas por não saber a resposta.
Todos estamos em busca constante por conhecimento, é isso que mantém nosso cérebro jovem, porém, infelizmente, nunca iremos alcançar o conhecimento pleno. E nesses momentos, em que não sabemos a resposta, devemos ser capazes de admitir, pois isso é um sinal de força e humildade.
10. Nunca peça desculpas por ter grandes expectativas.
Ter grandes expectativas em alguém, não é motivo de culpa, apenas significa que você se importa o suficiente para empurra-los para frente.
11. Nunca peça desculpas por gastar dinheiro consigo mesmo.
Nunca peça desculpas por tratar-se de maneira especial. Comprar algo agradável para si melhora a auto-estima. As pessoas felizes e bem-sucedidas sabem que, se as compras forem algo saudável e não compulsivo, realizar seus próprios desejos pode ser um bom ingrediente para uma vida plena. O único cuidado é não se perder na sociedade consumista em que vivemos hoje.
12. Nunca peça desculpas pelo atraso em sua resposta.
Nós não vivemos apenas para responder os outros, temos nossas obrigações, demora na resposta, não é sinal de não dar importância, as vezes existem outras prioridades ou emergências que devem ser cuidadas de imediato.
13. Nunca peça desculpas por dizer a verdade.
Pessoas brigam pela verdade, mas vivem constantemente na mentira, e quando o que falamos não é de seu agrado, nos acham rudes. Pessoas fortes dizem a verdade, por mais dolorosa que seja.
Thomas Gray: “Poesia são pensamentos que respiram, e palavras que queimam”.
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John Keats: “Se a poesia não surgir tão naturalmente como as folhas de uma árvore, é melhor que não surja mesmo”.
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Alexander Pushkin: “Nunca encontrareis a poesia se não a tiverdes dentro de vós”.
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Cecília Meireles: “A arte de amar é a mesma de ser poeta”.
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Clarice Lispector: “A palavra é meu domínio sobre o mundo”.
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Rebelo da Silva: “A indignação, o poeta o disse, forja o verso, e aonde ela clama, agitada e comovida, tudo aquece e se torna incisivo e elevado”.
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Pablo Picasso: “A pintura nunca é prosa. É poesia que se escreve com versos de tinta plástica”.
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Voltaire: “Um mérito inegável da poesia: ela diz mais e em menor número de palavras que a prosa”.
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Voltaire, de novo: “A pintura é poesia sem palavras”.
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Leonardo da Vinci: “A pintura é poesia muda; a poesia, pintura cega”.
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Plutarco: “A pintura é poesia silenciosa. A poesia é pintura que fala”.
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Don Quixote: “Na poesia medíocre a rima é uma tapeação; barulho de guizos que distrai os ouvidos, para que eles não percebam que a frase oca está vazia de ideias”.
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Manoel de Barros: “Tem gente que nasce poesia”.
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Manoel de Barros, de novo: “Noventa por cento do que escrevo é invenção. Só dez por cento é mentira”.
Autor: Accioly Neto José Accioly Cavalcante Neto (Goiana PE, 11 de julho de 1950 - Recife, 29 de outubro de 2000) foi um cantor e compositor de música popular brasileira.
Autor: Accioly Neto José Accioly Cavalcante Neto (Goiana PE, 11 de julho de 1950 - Recife, 29 de outubro de 2000) foi um cantor e compositor de música popular brasileira.
No mito de Caos, a desordem uniu-se à noite para criar o destino, que dizem ser cego, sem visão física mas com visão espiritual. O destino não sabe o que está em sua frente, mas sabe o que vem pela frente. Deus primordial, o Caos está na vida das pessoas que se esquecem de viver bem o presente para criar melhor o seu futuro.
Todos nós temos oportunidades de fazer as coisas certas, das atitudes moderadas para construir um futuro digno de um deus de verdade. Porém se nos deixarmos corromper por pensamentos e atitudes negativas, estaremos criando o nosso Destino, deus cruel para aqueles que se esquecem que o Destino se faz. Quem não cria seu destino e vai à cegas pela vida, com certeza dá sorte ao próprio Caos.
Caos era o deus grego primordial. Representava a desordem inicial do mundo. Segundo a cosmogênese narrada no mito, com o surgimento de Eros começou a haver alguma ordem. Caos representava, ao mesmo tempo, uma forma indefinida e desorganizada, onde todos os elementos encontravam-se dispersos, e uma divindade rudimentar capaz de gerar.
Tal como a Terra em seus tempos originais, nele estavam reunidos os elementos que compuseram todos os seres – mortais e imortais. De Caos nasceram Nix e Érubus e ambos uniram-se para a geração de novas deidades.
No próprio Caos havia, entretanto, a força capaz de trazer-lhe ordem: Eros, tão antigo quanto os próprios elementos dispersos no Caos. Junto a ele, também Anteros. São forças de coesão e separação, espécie de yin e yang na visão grega dos primórdios.
Caos, junto com sua filha Nix, teria gerado as Moiras, deusas do Destino, cego a todos os mortais e deuses imortais.
Cloto, em grego significa fiar, segurava o fuso e tecia o fio da vida, atuava como deusa dos nascimentos e partos.
Láquesis sorteava o quinhão de atribuições que se ganhava em vida. Láquesis, em grego significa sortear, puxar e enrolar o fio tecido.
Átropos, em grego significa afastar, ela cortava o fio da vida, determinava o fim da vida e jamais retrocedia depois de uma decisão.
Na mitologia grega, destino são as Moiras que, na roda da fortuna, teciam a sorte dos homens e deuses, e a cortava quando bem entendesse. Nem mesmo o todo poderoso Zeus podia ir contra elas, pois qualquer coisa que fizesse alteraria de modo definitivo a sorte de todo universo.
Sampson Gordon "Sam" Berns (23 de outubro de 1996 - 10 de janeiro de 2014) foi um ativista americano que teve progéria e ajudou a aumentar a conscientização sobre a doença. Ele foi o tema do documentário da HBO Life Segundo Sam , que foi exibido pela primeira vez em janeiro de 2013.
Seus pais, Scott Berns e Leslie Gordon, ambos pediatras , receberam o diagnóstico do filho quando ele tinha menos de dois anos. Aproximadamente um ano depois, eles estabeleceram a Progeria Research Foundation em um esforço para aumentar a conscientização sobre a doença, promover pesquisas sobre as causas subjacentes e possíveis tratamentos para a doença e oferecer recursos para o apoio de sofredores e suas famílias.
Esta palestra foi dada em um evento TEDx, que usa o formato de conferência TED, mas é organizado de forma independente por uma comunidade local. Para saber mais visite http://ted.com/tedx
“O mineiro Affonsinho é um grande guitarrista, compositor e cantor. Seu estilo é uma bossa pop com forte pegada de blues. Ele é um dos fundadores da banda Hanói Hanói ( com Arnaldo Brandão) e se formou na Berklee College of Music nos Estados Unidos. Lançou mais de dez discos autorais ( com destaque p Tudo Certo?, Zum Zum, e Belê) e suas canções já foram gravadas por Samuel Rosa, Fernanda Takai e Vander Lee. Entre os parceiros de composição estão Chico Amaral, Tavito e Leo Minax. Affonsinho também tem 2 discos gravados só com canções do Clube da Esquina, homenageando esses compositores fundamentais da nossa MPB. No nosso dueto zoombido cantamos juntos a sua linda canção “Escândalos de Luz”, que me apaixonei quando escutei na rádio. A felicidade nesse mundo é pra quem quer. Obrigado, amigo Affonsinho!”
Direção: Pablo Casacuberta
Gravação e mixagem de audio: Nilo Romero
Os áudios da série foram extraídos das gravações de “Zoombido", programa que foi apresentado por Paulinho Moska no Canal Brasil.
Parceria da MP ENTRETENIMENTO com o Canal Brasil e distribuição digital da ONErpm.
Ran D. St Clair é Manufacturing Engineer, designer, construtor e piloto, e aqui abaixo, responde às dúvidas e perguntas sobre este projeto:
Quanto tempo pode voar? Quase tão longo quanto este vídeo. Restavam 27% da capacidade da bateria no pouso, portanto, uma boa margem de segurança.
Por que ele quer virar à esquerda? Isso só acontece quando o nível automático está desligado. Ligeiros problemas de guarnição com as várias configurações do elevador.
Qual é o objetivo desta experiência? Para ver se é possível. Para aprender como fazer. Porque é divertido.
Qual é a aplicabilidade prática? Aeronaves movidas a energia solar de alta altitude são muito grandes e delicadas. Essa técnica reduziria as tensões estruturais ao voar em turbulência.
Qual não seria a aplicabilidade prática? Homens carregando aeronaves (para decolagem). Isso não é adequado para uso em aeronaves autônomas.
Como funciona? 3 receptores, todos ligados ao mesmo transmissor, enviam sinais idênticos para todos os 9 aviões. 9 controladores de vôo interpretam esses sinais para dizer a cada avião o que fazer. Cada avião tem apenas acelerador e elevador. O acelerador diferencial fornece controle de guinada (direção). O profundor diferencial fornece controle de rotação (como ailerons). Todos os elevadores juntos controlam a inclinação (cima-baixo).
O que o controlador de vôo faz? Ele fornece estabilização de giroscópio, bem como estabilização de nível automático. Ele também mistura os sinais de entrada de maneira diferente, dependendo da localização dos planos na matriz.
O fator P está fazendo-o girar? Não, o fator P está relacionado ao empuxo diferencial através do disco da hélice devido ao ar que passa através do disco em um ângulo. Não é um problema aqui, em parte porque as hélices em lados opostos do avião giram em direções opostas, de modo que qualquer fator P seria cancelado.
Você pode envolvê-lo em um círculo e voar? Os aviões Círculo ou Anel podem voar, mas não este. Não há estrutura que permita manter sua forma circular.
É mais eficiente? Em teoria, sim. O arrasto induzido, que é o arrasto devido à elevação, é reduzido pelo quadrado do vão, portanto, um vão muito grande tem um arrasto muito baixo. Este plano específico não é muito eficiente porque não é muito aerodinâmico.
Quanto custa isso? Não muito. Todo o equipamento é simples e de baixo custo para passatempo.
Como isso consegue energia? Cada avião tem uma pequena massa de polímero de lítio de 2 células, capacidade de 1A hora. Ele usa pequenos motores sem escovas e controladores eletrônicos de velocidade (ESC) para acioná-los. É tudo material de classe de passatempo barato e prontamente disponível.
Por que ele balança e balança tanto? Principalmente porque ainda não está devidamente ajustado. Este foi o primeiro vôo. No entanto, ele sempre vai balançar e dobrar na turbulência, esse é o ponto. Se fosse rígido, as tensões estruturais seriam maiores.
Do que é feito? Parece papelão, mas é realmente foamboard (placa de espuma). É o mesmo material que você pode comprar na loja local que as crianças usam para fazer apresentações. É marrom porque o papel do lado de fora é marrom e resistente à água. É mantido junto, principalmente com cola quente derretida. A fuselagem é um tubo de fibra de vidro semelhante a uma flecha. É uma técnica de construção muito simples, barata e não muito elegante, mas funciona bem para uma experiência rápida.
Foi difícil construir? Não, é tão fácil quanto um avião pode ser, exceto que você tem que construir 9 deles.
(No início do vídeo a contagem para o lançamento vai até o 4)
Quem lança no 4? Eu acho bom (contar até 4), mas até 3 teria funcionado muito bem também.
Por que lançá-lo das pontas das asas? Porque não há outra maneira boa de pegá-lo. Você poderia ter 4 ou 5 pessoas segurando 2 aviões cada, mas seria difícil coordenar todos eles.
Por que não adicionar o trem de pouso? Porque é mais simples viver sem ele, e o local de vôo que usamos é coberto com grama, então as rodas não funcionariam facilmente. Em uma superfície plana e lisa, as rodas funcionariam perfeitamente.
Você pode fazer um com 100 aviões? Em teoria, sim, mas seria muito trabalhoso, difícil de lançar e uma dor de cabeça logística. Além disso, para o propósito de escala total pretendido, 9 cada módulo de 40 pés teria um vão de 360 pés, que já é muito maior do que um 747 a cerca de 200 pés
Ele voaria melhor se os módulos fossem arrastados para trás como um bando de gansos? Na verdade os gansos voam assim porque não estão presos. Idealmente, os vários módulos seriam uma asa suave e contínua, mas este é apenas um experimento científico. Os gansos voam em V pela mesma razão básica, porém, para aumentar sua amplitude combinada para melhor eficiência.
Que tipo de drone foi usado para as filmagens? Era um “quadriciclo de corrida” mais ou menos comum com adereços de 5 ”e um Go-Pro na fonte. O piloto, entretanto, é excepcionalmente habilidoso.
Por que estava tão cinza? A fumaça do “Camp Fire” no sul da Califórnia se assentou na área da baía de São Francisco por vários dias, além de estar nublado.
Vai voar de novo? Sim, ele já voou e caiu desde então. Os voos continuarão a cada fim de semana, se o tempo permitir, até que sintonizemos da melhor maneira possível. Haverá mais vídeo, mas sem todas as agitações provavelmente será chato.
É difícil pousar? Sim, ele é. Se todos os 9 aviões não pousarem ao mesmo tempo, ele rompe os acopladores de espuma entre os planos. É uma coisa fácil de consertar, mas mesmo uma boa aterrissagem é um leve acidente.
Para Aristóteles, a felicidade é o maior desejo dos seres humanos. Do seu ponto de vista, a melhor forma de conseguir ser feliz é através das virtudes. Cultive as boas virtudes e alcançará a felicidade, afirmou o filósofo. Ainda segundo sua percepção, a felicidade é um estilo de vida: o ser humano precisa exercitar constantemente o melhor que tem dentro dele.
Também acreditava que para obter a felicidade plena seria preciso cultivar a prudência de caráter e ter um bom “daimon” (boa sorte). Por isso, a sua tese é conhecida como “eudaimonia”.
Filósofo grego, que teve muitas contradições com os filósofos metafísicos. A diferença maior entre eles é que Epicuro não acreditava que a felicidade provinha somente do mundo espiritual, mas também tinha muito a ver com as dimensões terrenas. Fundou a “Escola da Felicidade” e a partir dela chegou a conclusões que considerava muito interessantes.
Postulou o princípio de que o equilíbrio e a temperança davam origem a felicidade. Essa abordagem se reflete em uma das suas grandes máximas: “Nada é suficiente para quem o suficiente é pouco”.
Acreditava que o amor, ao contrário da amizade, não tinha muito a ver com a felicidade. Insistia na ideia de que não devemos trabalhar para adquirir bens materiais, mas por amor pelo que fazemos.
Nietzsche acreditava que viver pacificamente e sem qualquer preocupação era um desejo das pessoas medíocres e que não valorizam a vida. Para Nietzsche, “estar bem” graças a circunstâncias favoráveis ou a boa sorte não é felicidade. Isto é uma condição efêmera que pode mudar a qualquer momento.
Estar bem seria uma espécie de “estado ideal de preguiça“, onde não existem preocupações e sobressaltos. Em vez disso, seria a felicidade é força vital, espírito de luta contra todos os obstáculos que restrinjam a liberdade e a autoafirmação.
Ser feliz, para Nietzsche seria a pessoa ser capaz de provar dessa força vital, através da superação de dificuldades e criando formas diferentes de viver.
Para Ortega y Gasset, a felicidade é definida quando “a vida projetada” e a “vida real” coincidem. Ou seja, quando a vida que desejamos coincide com o que realmente somos. Ele observou que se nos perguntarmos o que é felicidade, encontraremos facilmente uma primeira resposta: a felicidade consiste em encontrar algo que nos satisfaça plenamente.
Mas, na verdade, essa resposta não faz sentido. O que é esse estado subjetivo de satisfação plena? Além disso, quais são as condições objetivas para que algo consiga nos satisfazer? - Todos os seres humanos têm potencial e desejo de ser feliz. Isto quer dizer que cada um define o que irá fazê-lo feliz; se conseguir construir a sua vida de acordo com os seus desejos, será feliz.
Zizek acredita que a felicidade é uma questão de opinião, e não de verdade; ele a considera um produto dos valores capitalistas que prometem implicitamente a satisfação através do consumo. No entanto, o ser humano é um eterno insatisfeito porque na realidade não sabe o que quer.
Segundo Zizek, as pessoas acreditam que se alcançarem algo melhor (comprar uma casa, elevar o seu status, etc), poderiam ser felizes. Mas, na realidade, inconscientemente o seu desejo é outro e por isso permanecem insatisfeitos.