segunda-feira, 14 de dezembro de 2020
Te estoy queriendo tanto (Flamengo Trio)
domingo, 13 de dezembro de 2020
Você é linda! (Paulo Abreu)
Enigmas (Pablo Neruda)
sexta-feira, 11 de dezembro de 2020
Coluna Social da Marquesa - O Nababesco Infame e suas Receitas de Philantropia
quinta-feira, 10 de dezembro de 2020
Interlúdio (Cecília Meireles)
Interlúdio de Cecília Meireles é, antes de mais nada, um poema que fala de uma entrega de corpo e alma. Nele o eu-lírico sublinha a necessidade de viver e sentir o momento - o aqui e agora -, sem se refugiar no passado ou se perder nas perspectivas de futuro.
O título do poema (Interlúdio) quer dizer literalmente pausa, intervalo. Possivelmente é uma alusão ao gesto do eu-lírico de refletir sobre os afetos e fazer um balanço da sua vida sentimental. A palavra interlúdio também quer dizer um trecho musical que interrompe duas cenas (ou dois atos), em uma peça dramática. Esse significado também não deve ser descartado porque a poética de Cecília está repleta de música.
Repare no poema como o terceiro verso se repete e é o último a concluir a escrita, simbolizando a certeza do eu-lírico. Apesar dos excessos do mundo (as inúmeras palavras e hipóteses, como mencionado), o sujeito poético sublinha aquilo que tem completa segurança: o desejo de estar o lado da pessoa amada.
Um caso de amor
Chegou no baile no avançar da hora. Baile na roça começa 19 hs e vai atééé 23 hs no máximo. Chegou aperreado, acabrunhado, abatido, prostrado, entristecido, ferido no amor-próprio, humilhado, transtornado e vexado. O cabra estava tão para baixo, mas tão para baixo que a testa parecia tocar chão.
Foi se achegando meio bisonho, se consertando no traje simples, sem muita confiança, pouca segurança, desequilibrado das firmezas quanto a si mesmo, muito tímido, acanhado e assustadiço. Não olhava para a frente, nem para os lados, nem para arriba nem para baixo. Naquela hora só tinha olhos para a caipirinha mais linda dentre todas as prendas mais lindas do mundo.
Apeou do desconforto interior, chegou quase que por atração gravitacional bem pertinho, bem coladinho, bem pareado com Nisinha, a musa dos seus sonhos, das suas histórias e do seu coração. Agora tudo era paz e relaxamento - estava ali, do ladinho dela. Deu um volteio ligeiro no próprio eixo vertical e pronto, olhos nos olhos.
Entreolharam-se, ela não se aguentando dentro do seu vestidinho de chita, ele se contorcendo de bem querer / mal querer, e naquele momento onde a coragem só se explica nos casos de amor, saiu de dentro da sua alma uma incontestável e verossímil frase autoexplicativa que custou-lhe anos para remir.
Pegou trêmulo as mãozinhas calejadas da moça e falou a verdade que estava ali como prova do seu sentir - Nisinha, eu quase não vim por causa da carreirinha, mas no súbito de não perder a prosa contigo, o espaço entre os barros diluídos e ardentes aumentou, mas deu que ao adentrar no arraial, o bagulho nas tripas se encurtou e estou agora aqui para te dizer que estou frouxo, te amo, casa comigo, mas digo logo por que estou todo cagado neste momento como prova do meu amor por você ...
Ela o tomou pelo braço, o levou até sua casa, cuidou do seu amor e viveram felizes para sempre!
É isto aí!
quarta-feira, 9 de dezembro de 2020
Nós!
terça-feira, 8 de dezembro de 2020
Personagens da nossa história
Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, era devoto de padre Cícero e respeitava as suas crenças e conselhos. Os dois se encontraram uma única vez, em Juazeiro do Norte, em 1926. Naquele ano, a Coluna Prestes, liderada por Luís Carlos Prestes, percorria o interior do Brasil desafiando o Governo Federal.
Nos endereços abaixo, clique e leia a imperdível história de Benjamin Abrahão, o homem que enganou o Padre Cícero.
Sobre o livro:
Benjamin Abrahão - entre Anjos e Cangaceiros
"Dono de uma trajetória curta, mas cheia de lances inacreditáveis, o imigrante sírio Benjamin Abrahão, que desembarcou no Recife na primeira década do século passado e morreu em 1938, aos 37 anos, acaba de ganhar uma biografia que faz jus ao seu espírito aventureiro, corajoso e controverso. O livro chama-se “Benjamin Abrahão – entre Anjos e Cangaceiros” (Escrituras), foi escrito pelo historiador e especialista em cangaço Frederico Pernambucano de Mello, e mostra como Abrahão acompanhou as demonstrações de fé e religiosidade que moviam os devotos do padre Cícero, no Ceará, e a violência e o banditismo praticados pelo grupo de Lampião. Dá o devido status a esse personagem que viveu na intimidade dois movimentos populares mais importantes do País".(https://istoe.com.br/270461_ENTRE+LAMPIAO+E+PADRE+CICERO/)
segunda-feira, 7 de dezembro de 2020
Lembro-me bem do seu olhar (Fernando Pessoa)
E a vida continua (Evaldo Gouveia e Jair Amorim)

domingo, 6 de dezembro de 2020
A mulher dos meus sonhos II
— Heitorzinho, acorda! Vamos, levante-se do box, coloque uma roupa e vamos conversar. Eu quero, ordeno e determino que explique tudo agora, de forma inteligível, clara e convincente e explique por que não atendeu o celular e deixou uma vaca atender no seu lugar?
— Heitor, para de mentir e fala sério
— Como é que é? Seu cachorro, safado, medíocre. Fala a verdade, eu quero a verdade.
— E você quer que eu acredite que uma vaca loira atendeu sozinha o seu celular? Quem era? Como sabia sua senha?
— Continua, Heitor. Ai, que ódio desta safada.
— Você está me dando nos nervos, Heitor. Não estou entendendo nada. Que mais aconteceu neste covil?
— Te enquadrando Heitor? Eu esfolarei vocês dois vivos, Heitor, pelo menos umas três vezes, aí depois eu te castro antes de raspar o cabelo dela. Antes vou pintar vocês dois de piche, ai, que ódio, que ódio... que mais?
— Heitor, que cara de pau, hem! Não se lembra de nada? Será que fui só um joguinho de faz de conta? Você ficou meses suspirando por mim, me desejando, me querendo, e era tudo mentira? Eu só vim por que uma piranha atendeu o telefone e disse que você estava ocupado tomando banho com ela. Cheguei, toquei a campainha, resolvi verificar se a porta estava aberta, por que eu queria bater nos dois, mas aí encontrei você dormindo sozinho no chão do box, com esta cara de retardado e sorriso ridículo, abraçado à toalha. Adeus, Heitor, não suporto mais suas mentiras.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2020
Tudo se cumprirá (Marjorie Dawe)
Filha, não gosta nada desse assunto,
Tudo que foi anunciado nas Escrituras
Desejo filha, que sua lucidez e equilíbrio
Hoje, diria que está apenas
Perdi seu olhar. (Paulo Abreu)
Tem como ser feliz ano novo em 2021?
quinta-feira, 3 de dezembro de 2020
Julgamento no Céu
quarta-feira, 2 de dezembro de 2020
Uma valsa vienense ao seu adeus
segunda-feira, 30 de novembro de 2020
Motivo para se estar vivo! (Marjorie Dawe)
Motivo para se estar vivo!
Olha para o Céu! (Marjorie Dawe)
Olha para o Céu! (Marjorie Dawe)















