sábado, 29 de março de 2014
Um beijo de tirar o fôlego
Todo mundo sonha com aquele beijo made in Hollywood, que
tira o fôlego e dá início a um romance incandescente. Pena que nem sempre isso
aconteça na vida real. O primeiro beijo entre um casal costuma ser suave,
investigativo, decente. Aos pouquinhos, no entanto, acende-se a labareda e as
bocas dizem a que vieram. Existe um prazo para isso acontecer: entre cinco
minutos depois do primeiro roçar de lábios até, no máximo, cinco dias. Neste
espaço de tempo, ainda compreende-se que os beijos sejam vacilantes: tratam-se
de duas pessoas criando um vínculo e testando suas reações. Mas se a decência
persistir, não espere ver estrelinhas na etapa seguinte. A química não
aconteceu.
Beijo é maravilhoso porque você interage com o corpo do
outro sem deixar vestígios, é um mergulho no escuro, uma viagem sem volta.
Beijo é uma maneira de compartilhar intimidades, de sentir o sabor de quem se
gosta, de dizer mil coisas em silêncio. Beijo é gostoso porque não cansa, não
engravida, não transmite o HIV. Beijo é prático porque não precisa tirar a
roupa, não precisa sair da festa, não precisa ligar no dia seguinte. E sem essa
de que beijo é insalubre porque troca-se até 9 miligramas de água, 0,7 grama de
albumina, 0,18 de substâncias orgânicas, 0,711 miligrama de matérias gordurosas
e 0,45 miligrama de sais, sem contar os vírus e as bactérias. Quem está
preocupado com isso? Insalubre é não amar.
Martha Medeiros
(Martha Medeiros é uma jornalista e escritora brasileira. É
colunista do jornal Zero Hora de Porto Alegre, e de O Globo, do Rio de Janeiro.)
sexta-feira, 28 de março de 2014
Meninas para casar...
Texto de Patrícia Sebastiany Pinheiro, no Blogueiras Feministas
Vemos reforçada a ideia de que mulher para casar é aquela focada, dócil, estável em todos os sentidos e que reclama pouco. É aquela que não tem nenhum vínculo positivo com relacionamentos amorosos anteriores. É aquela que jamais conheceremos na balada.
Independentemente do que as listas mágicas dizem, sabemos que a vida sexual de uma mulher é o elemento mais passível de julgamentos e o principal fator que a faz ser — ridiculamente, diga-se de passagem — categorizada entre “pra casar” ou “só pra pegar”. Mulher que já teve muitos parceiros sexuais é vista com maus olhos, enquanto o mesmo não é tão comum com os homens. A regra é clara, dar no primeiro encontro? Muito fácil! Não é pra casar.
Há, ainda, os que com boas intenções têm defendido o contrário: que mulher que dá no primeiro encontro, essa sim é pra casar! Acho isso igualmente problemático, pois defendo a liberdade da mulher de dar quando e quanto ela bem entender, sem que isso seja visto como nada além da satisfação voluntária dos seus desejos. Tentar classificar a mulher que dá no primeiro encontro de forma positiva acaba por corroborar, mais uma vez, com essa categorização limitadora; acaba por invadir a sexualidade feminina e transforma o que é exercício do livre arbítrio em potencialidade para algo que nunca nos é perguntado se queremos: casar.
Para que a indignação fique ainda maior, vale usar a mesma ferramenta de busca e procurar por: “homem para casar”. Percebam que, em meio aos resultados — que deveriam ser, seguindo a lógica da pesquisa anterior, listinhas das características dos “bons partidos” masculinos — encontra-se dicas para as mulheres conseguirem um homem, como “21 passos para conseguir um homem para casar”. Não há dicas de como um homem deve ser, apenas mais características do que os homens procuram em uma mulher para casar. Curioso, não?
É importante que nos questionemos acerca de todo o machismo que se encontra impregnado nesses discursos; que coloca o casamento como sendo o objetivo de vida de toda mulher — que, para tal, deve preencher uma lista requisitos, tornando-a merecedora disso — e o pesadelo de todo homem. O que é preciso para ser uma mulher para casar? Fico com as palavras que ouvi, certa vez, de uma mulher; número um: ser mulher. Número dois: querer casar.
Autora
Patrícia Sebastiany Pinheiro tem 21 anos. É gaúcha de Santa Maria, onde estudou Psicologia na UFSM por três anos. Atualmente mora em Florianópolis. É escritora, feminista, apaixonada por moda e assumidamente viciada em filmes e séries. Escreve em seu blog pessoal e mantém uma página no Facebook.
Bunda mole, é?
Alto lá - Este Texto não é meu - Copiei e Colei.
Autora - Patrícia Travassos
Fonte - Livro "Esse sexo é Feminino!"
Bunda mole, é?
"Belinha acordou as seis, arrumou as crianças, levou-as
para o colégio e voltou para casa a tempo de dar um beijo burocrático em Artur,
o marido, e de trocarem cheques, afazeres e reclamações.
Fez um supermercado rápido, brigou com a empregada que
manchou seu vestido de seda, saiu como sempre apressada, levou uma multa por
estar dirigindo com o celular no ouvido e por estacionar em lugar proibido,
enquanto ia, por um minuto, ao caixa automático tirar dinheiro.
No caminho do trabalho, pensava quando teria tempo de fazer
a unha e pintar o cabelo antes que se transformasse numa mulher grisalha.
Chegando ao escritório, foi quase atropelada por uma gata escultural que,
segundo soube, era a nova contratada da empresa para o cargo que ela, fez de
tudo para pegar, mas que, apesar do currículo excelente e de seus anos de
experiência e dedicação, não conseguiu.
Pensou se abdômen definido contaria ponto, mas logo esqueceu
a gata, porque no meio de uma reunião ligaram do colégio de Clarinha, sua filha
mais nova, dizendo que ela estava com dor de ouvido e febre.
Tentou em vão achar o marido e, como não conseguiu, resolveu
ela mesma ir até o colégio.
Saiu esbaforida e encontrou seu carro com pneu furado.
Pensou em tudo que ainda ia ter que fazer antes de fechar os
olhos e sonhar com um mundo melhor.
Abandonou a droga do carro avariado, pegou um táxi e as
crianças. Quando chegou em casa, descobriu que tinha deixado a pasta com o
relatório que precisava ler para o dia seguinte no escritório!
Telefonou para o celular do marido com a esperança que ele
pudesse pegar os malditos papéis na empresa, mas continuava fora de área.
Tomou banho, deu o jantar para as crianças, fez os deveres
com eles e botou para dormir.
Artur chegou puto de uma reunião em São Paulo, reclamando de
tudo. Jantaram em silêncio.
Na cama, ela leu algumas folhas de um livro e começou a
cabecear de sono. Artur a acordou todo assanhado, a fim de jogo. Como aqueles
momentos estavam cada vez mais raros no casamento deles, ela resolveu fazer um
último esforço de reportagem e transar.
Após uma 'meio mais ou menos', quando estava quase pegando
no sono de novo, sentiu uma apalpadinha no seu traseiro com o seguinte
comentário:
- Tá ficando com a bundinha mole, Belinha... Deixe de ser
preguiçosa e comece a se cuidar...
Belinha olhou para o abajur de metal e se imaginou
martelando a cabeça de Artur até ver seus miolos espalhados pelo travesseiro!
Em seguida usou a técnica que aprendeu num livro de
autoajuda: Como controlar as emoções negativas...
Respirou três vezes profundamente, mentalizando a cor azul,
e ponderou. 'Não ia valer a pena, não estamos nos EUA, não conseguiria uma
advogada feminista caríssima que fizesse sua defesa alegando que assassinou o
marido, cega de tensão pré-menstrual...'
Resolveu agir com sabedoria.
No dia seguinte, não levou as crianças ao colégio, não fez
um supermercado rápido, nem brigou com a empregada. Foi para uma academia e
malhou duas horas.
De lá foi para o cabeleireiro pintar os cabelos de acaju e
as unhas de vermelho.
Enquanto se hospedava num spa, ouviu o marido desesperado
tentar localiza-lá pelo celular e descobrir por que ela havia sumido.
Pacientemente não atendeu. E, como vingança é um prato que
se come frio, mandou um recado lacônico para a caixa postal dele:
- A bunda ainda está mole. Só volto quando estiver dura. Um
beijo da preguiçosa..."
Autora - Patrícia Travassos
Fonte - Livro "Esse sexo é Feminino!"
Bunda mole, é?
"Belinha acordou as seis, arrumou as crianças, levou-as
para o colégio e voltou para casa a tempo de dar um beijo burocrático em Artur,
o marido, e de trocarem cheques, afazeres e reclamações.
Fez um supermercado rápido, brigou com a empregada que
manchou seu vestido de seda, saiu como sempre apressada, levou uma multa por
estar dirigindo com o celular no ouvido e por estacionar em lugar proibido,
enquanto ia, por um minuto, ao caixa automático tirar dinheiro.
No caminho do trabalho, pensava quando teria tempo de fazer
a unha e pintar o cabelo antes que se transformasse numa mulher grisalha.
Chegando ao escritório, foi quase atropelada por uma gata escultural que,
segundo soube, era a nova contratada da empresa para o cargo que ela, fez de
tudo para pegar, mas que, apesar do currículo excelente e de seus anos de
experiência e dedicação, não conseguiu.
Pensou se abdômen definido contaria ponto, mas logo esqueceu
a gata, porque no meio de uma reunião ligaram do colégio de Clarinha, sua filha
mais nova, dizendo que ela estava com dor de ouvido e febre.
Tentou em vão achar o marido e, como não conseguiu, resolveu
ela mesma ir até o colégio.
Saiu esbaforida e encontrou seu carro com pneu furado.
Pensou em tudo que ainda ia ter que fazer antes de fechar os
olhos e sonhar com um mundo melhor.
Abandonou a droga do carro avariado, pegou um táxi e as
crianças. Quando chegou em casa, descobriu que tinha deixado a pasta com o
relatório que precisava ler para o dia seguinte no escritório!
Telefonou para o celular do marido com a esperança que ele
pudesse pegar os malditos papéis na empresa, mas continuava fora de área.
Tomou banho, deu o jantar para as crianças, fez os deveres
com eles e botou para dormir.
Artur chegou puto de uma reunião em São Paulo, reclamando de
tudo. Jantaram em silêncio.
Na cama, ela leu algumas folhas de um livro e começou a
cabecear de sono. Artur a acordou todo assanhado, a fim de jogo. Como aqueles
momentos estavam cada vez mais raros no casamento deles, ela resolveu fazer um
último esforço de reportagem e transar.
Após uma 'meio mais ou menos', quando estava quase pegando
no sono de novo, sentiu uma apalpadinha no seu traseiro com o seguinte
comentário:
- Tá ficando com a bundinha mole, Belinha... Deixe de ser
preguiçosa e comece a se cuidar...
Belinha olhou para o abajur de metal e se imaginou
martelando a cabeça de Artur até ver seus miolos espalhados pelo travesseiro!
Em seguida usou a técnica que aprendeu num livro de
autoajuda: Como controlar as emoções negativas...
Respirou três vezes profundamente, mentalizando a cor azul,
e ponderou. 'Não ia valer a pena, não estamos nos EUA, não conseguiria uma
advogada feminista caríssima que fizesse sua defesa alegando que assassinou o
marido, cega de tensão pré-menstrual...'
Resolveu agir com sabedoria.
No dia seguinte, não levou as crianças ao colégio, não fez
um supermercado rápido, nem brigou com a empregada. Foi para uma academia e
malhou duas horas.
De lá foi para o cabeleireiro pintar os cabelos de acaju e
as unhas de vermelho.
Enquanto se hospedava num spa, ouviu o marido desesperado
tentar localiza-lá pelo celular e descobrir por que ela havia sumido.
Pacientemente não atendeu. E, como vingança é um prato que
se come frio, mandou um recado lacônico para a caixa postal dele:
- A bunda ainda está mole. Só volto quando estiver dura. Um
beijo da preguiçosa..."
Cartas da mamãe!

Refletiu que esta geração que está aí na casa limite dos trinta anos não conheceu muita coisa que era essencial para a vida, como caixa de fósforo, vela, lamparina, penico, telefone fixo, antena pé-de-galinha com Bombril, tela azul, etc.
Mas cá pra nós, não perdeu muita coisa, pensou. Mas tem um evento que perderam. Durante séculos, a carta era o processo de contato pessoal entre pessoas distantes. Foram as cartas as primeiras manifestações de diálogo entre residentes em cidades, estados e/ou países distintos.
Foi pensando assim, que leu uma carta até então desconhecida e não enviada a ele, 40 anos passados, por sua mãe, quando estava na capital estudando:
Meu querido filho,
Escrevo estas poucas linhas que é para saber que estou viva.
Escrevo devagar porque sei que não gosta de ler depressa. Se
receber esta carta, é porque chegou. Se ela não chegar, avisa-me que eu mando
outra.
O teu pai leu no jornal que a maioria dos acidentes ocorre a
1 km de casa. Por isso, mudamo-nos pra mais longe.
Sobre o casaco que queria, o teu tio disse que seria muito
caro mandar pelo correio por causa dos botões de ferro que pesam muito. Assim,
arranquei os botões e coloquei-os no bolso. Quando chegar aí, pregue-os de
novo.
No outro dia, houve uma explosão no botijão de gás aqui na
cozinha. Teu pai e eu fomos atirados pelo ar e caímos fora de casa. Que emoção!
Foi a primeira vez em muitos anos que o teu pai e eu saímos juntos.
Sobre o nosso cão, o Joli, anteontem foi atropelado e
tiveram que lhe cortar o rabo, por isso toma cuidado quando atravessar a rua.
Tua irmã Laura vai ser mãe, mas ainda não sabemos se é
menino ou menina. Portanto, não sei se você vai ser tio ou tia.
Hoje, teu irmão Marcos me deu muito trabalho. Fechou o carro
e deixou as chaves lá dentro. Tive de ir em casa, pegar a reserva para abri-la.
Por sorte, cheguei antes de começar a chuva, pois a capota estava arriada.
Recados da mamãe:
Se vir a Dona Esmeralda, diz-lhe que mando lembranças. Se
não a vir, não digas nada.
Não ande com o Arnaldinho, filho da Filó. Não presta como companhia para você, meu filho.
Minha comadre Euphrasia disse que soube pela sobrinha dela que você e a Geraldinha do Zezé Barbeiro estão muito próximos. Meu filho, sai de perto, aquele povo não vale o angu que come.
Um beijo,
Tua mãe Marilda
PS: Era para te mandar os trezentos cruzeiros que me pediu, mas quando
me lembrei já tinha fechado o envelope.
Guardou cuidadosamente a carta no bolso e chorou até acalmar da dor da saudade.
É isto aí!
A pátria do índio loiro
A pátria vizinha ao Reino da Pitangueira, a grande nação Tupynambá é, de fato, uma grande nação de controvérsias e adversidades. Se pudessem, todos por ali seriam loiros, loiras, brancos, brancas, mas por enquanto, ainda sem o êxito do clareamento total, vão plantando ódio adubado com falsidade. Na representação abaixo, um típico índio nativo tupynambá, genuinamente loiro, como deveria ser. Mas vejamos alguns tópicos deste enredo da chiquita bacana:
1 - Uma determinada ação penal deveria ter sido desmembrada, para atender à Lei, mas o órgão máximo da Lei estava acima da Lei ou então, em um quadro mais intrigante - criou uma Lei. O resultado, gerador de ódio entre as várias tribos, transmitido ao vivo com narração do Chatão Ruendo, e análise do Bighouse, com apoio do Joseph Roberth Rato, foi o esperado. Vossas excelências, de todos os naipes cafetões e por todas as mães cafetinas gritavam pela impotente voz do Zé Mané: Crucifiquem...cortem as cabeças...destruam tudo..esta nação não pode ter o povo no poder...queremos os apaches&sioux apoiando os tanques e baionetas...o petróleo é nosso.
2 - Mas o tempo passa, o tempo voa, helicópteros sobrevoam e na relva aflora e abunda a pita (ou babosa como queiram os mais puristas). Eis que outra determinada ação penal de igual teor, porém com provas cabais de corrupção ativa e desvio de recursos públicos, com listas e listras, foi desmembrada. O resultado, gerador de ódio entre as várias tribos, não foi transmitido ao vivo com narração do Chatão Ruendo, e nem teve a análise do Bighouse, e faltou o apoio do Joseph Bob Rato, enfim foi o esperado. Vossas excelências, de todos os naipes cafetões e por todas as mães cafetinas gritavam pela impotente voz do Zé Mané: Crucifiquem...cortem as cabeças...destruam tudo..esta nação não pode ter o povo no poder...queremos os apaches&sioux apoiando os tanques e baionetas...o petróleo é nosso.
3 - Falando em Petróleo... que coisa hem... que obsessão... querem dar de qualquer jeito! O negócio é dar, não importa o local nem a hora. Dia destes, um engenheiro, destes bem qualificados e estudados, afirmou em alto e bom som que o problema da pátria tupynambá é que todos os seus executivos são corruptos, daí a necessidade de entregarem tudo aos apaches&sioux. Determinado chato ao lado perguntou: Vossa Excelência é corrupto? Ao que respondeu - não, claro que não - corruptos são os outros...
É o discurso do ódio, da boca para fora, enfim, esta eleição será um divisor de águas e os entregadores de sempre farão de tudo para assumirem e depois de assumirem seu lado metrô-trans-sexual, tudo será dado, e o que não for dado será destruído, darão festas em todos os bordéis, beberão todos os vinhos e destilados, aspirarão (opa) maiores posições na dinastia nórdica e sobretudo fecharão todas as portas para nunca mais deixarem o povo retornar.
É isto aí!
quinta-feira, 27 de março de 2014
O brinco do homem de brinco
Um dia, no escritório de advocacia, um homem reparou que o
seu colega, muito conservador, estava usando um brinco.
- Não sabia que você gostava desse tipo de coisas! -
comentou.
- Não é nada de especial, é só um brinco. - replicou o
colega.
- Há quanto tempo você o usa?
- Desde que a minha mulher o encontrou, no meu carro, na
semana passada e eu disse que era meu...
Mãe é foda!
Autor: Luis Fernando Veríssimo
Mãe: Alô
Filha: Mãe? Posso deixar os meninos contigo hoje à noite?
Mãe: Vai sair?
Filha: Vou.
Mãe: Com quem?
Filha: Com um amigo.
Mãe: Não entendo porque você se separou do teu marido, um homem tão bom.
Filha: Mãe! Eu não me separei dele! ELE que se separou de
mim!
Mãe: É. Você me perde o marido e agora fica saindo por aí
com qualquer um.
Filha: Eu não saio por aí com qualquer um. Posso deixar os
meninos?
Mãe: Eu nunca deixei vocês com a minha mãe, para sair com um homem que não fosse teu pai!
Filha: Eu sei, mãe. Tem muita coisa que você fez que eu não
faço!
Mãe: O que você tá querendo dizer?
Filha: Nada! Só quero
saber se posso deixar os meninos.
Mãe: Vai passar a
noite com o outro? E se teu marido ficar sabendo?
Filha: Meu
EX-marido!! Não acho que vai ligar muito, não deve ter dormido uma só noite
sozinho desde a separação!
Mãe: Então você VAI
dormir com o vagabundo!
Filha: Não é um vagabundo!!!
Mãe: Um homem que fica saindo com uma divorciada com filhos
só pode ser um vagabundo, um aproveitador!
Filha: Não vou
discutir, mãe. Deixo os meninos ou não?
Mãe: Coitados. com uma mãe assim.
Filha: Assim como?
Mãe: Irresponsável!
Inconsequente! Por isso teu marido te deixou!
Filha: CHEGA!!!
Mãe: Ainda por cima
grita comigo! Aposto que com o vagabundo que tá saindo contigo você não grita.
Filha: Agora tá
preocupada com o vagabundo?
Mãe: Eu não disse que
era vagabundo!? Percebi de cara!
Filha: Tchau!!
Mãe: Espera, não desliga! A que horas vai trazer os meninos?
Filha: Não vou. Não
vou levar os meninos, também agora não vou mais sair!
quarta-feira, 26 de março de 2014
Uma rodada no mundo
![]() |
| http://www.dinheirovivo.pt/Graficos/Detalhe/CIECO150428.html |
O desaparecimento suspeito do avião malaio ainda levará umas dezenas de anos para ser desvendado. Infelizmente interesses militares e econômicos, juntos ou separados fazem o mundo girar sem a nossa vontade. Estranhamente, quase duzentas peças foram avistadas no sul do planeta, e logo logo a mídia já informou que se tratam dos destroços do aeroplano. Se forem estes alguns dos destroços, fica parecendo um tanto de coisas, menos acidente.
Enquanto isto, o golpe nazista na Ucrania não chega a lugar algum. Um governo provisório, que representa uma minoria inconformada, não suportará o próximo inverno se persistir no confronto com a Rússia. E olha que estão em jogo milhões de seres humanos e bilhões de dólares para a manutenção da vida e do trabalho, a não ser que consigam em poucos meses uma alternativa viável de captar gás do Oriente Médio, mas isto é no mínimo impossível. Tem também o Mar do Norte, mas aí tem que pagar o preço do mercado.
Falando em mercado, em tempo de ano eleitoral no Brasil, a mídia entreguista, golpista e fascista não comenta nenhuma linha sobre a crise econômica europeia, particularmente Grécia, Portugal, Espanha e Itália. Não, meus amigos, a crise não acabou, apenas pararam de falar nela para destruir a economia brasileira nos jornais, cujo alvo é a Petrobrás. Se ganharem, poderão cumprir os acordos para entregá-la ao capital cínico e viciado que destrói a Europa, alegando que a Dilma e o Lula faliram a maior estatal do país.
Claro que não vale falar da Vale, cujo valor arrecadado pelo PSDB, em doação aos mesmos que abaixam a nota de Risco do país, três bilhões de dólares, já naquela época não pagaria toda a malha ferroviária da companhia, incluindo pontes, viadutos, estaleiros, máquinas e vagões. E as jazidas, bem, o que os olhos não vêem a mídia mente.
Em tempo - A Petrobrás vai bem, obrigado.
É isto aí!
Claro que não vale falar da Vale, cujo valor arrecadado pelo PSDB, em doação aos mesmos que abaixam a nota de Risco do país, três bilhões de dólares, já naquela época não pagaria toda a malha ferroviária da companhia, incluindo pontes, viadutos, estaleiros, máquinas e vagões. E as jazidas, bem, o que os olhos não vêem a mídia mente.
Em tempo - A Petrobrás vai bem, obrigado.
É isto aí!
terça-feira, 25 de março de 2014
Que oposição é esta?
Eis aí uma aula prática do exercício eleitoral da oposição. Repare bem.
PSOL (a esquerdinha vermelha no canto inferior da foto, voltada para a direita), PSDB, PSB e PPS (ex-comunistas que se converteram espiritualmente ao Zésserra) parecem estar ligados com muita energia em todos os acontecimentos do país, só que estão amarrados em uma só fonte, que gera energia a partir da Cantareira.
Na foto ao lado podemos ver o exato momento em que entregaram, constrangidos, uma solicitação de investigação do Ministério Público às ações da Dilma em 2006, à frente do Conselho da Petrobrás.
As três questões que envolvem o constrangimento que alimenta suas gulosas ilusões são:
1 - Não têm nada que possa condenar ou mesmo servir de apoio para usarem contra a Dilma.
2 - Os simpáticos senadores Ana Amélia, Randolfe Rodrigues, Pedro Simon, Cristovam
Buarque, Rodrigo Rollemberg e Pedro Taques querem que só a presidente Dilma seja
investigada por supostos crimes na compra da refinaria de Pasadena; grupo
representou ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
3 - Sem nenhum pudor, não citam nada contra outros conselheiros que também votaram a favor da transação da compra de Pasadena; entre eles,
Claudio Haddad, ex-Garantia, Fabio Barbosa, presidente da Editora Abril - Revista Veja, e Jorge
Gerdau, barão do aço que fez doações de R$ 100 mil à senadora Ana Amélia em sua
última campanha; por que será?
Estranho isto? Nada, só uma jogada de quem não tem jogador no banco de reservas para repor a falta dos que foram expulsos pelo povo.
E para desespero da causa anti-povo, Pasadena foi um bom negócio, limpo, transparente e correto. Leia aqui as informações documentais:
http://www.ocafezinho.com/2014/03/24/exclusivo-documentos-comprovam-que-astra-pagou-mais-por-pasadena/
E para desespero da causa anti-povo, Pasadena foi um bom negócio, limpo, transparente e correto. Leia aqui as informações documentais:
http://www.ocafezinho.com/2014/03/24/exclusivo-documentos-comprovam-que-astra-pagou-mais-por-pasadena/
É isto aí!
A Funkeira prá presidente

PSDB e PSB se fortaleceriam com a candidatura de determinada e famosinha (gostosinha também) funkeira para presidenta. Faz tudo para mostrar que mudou, Só que não! Não muda a voz, os gostos e o ritmo:
“Não tenho mais defeito”, diz a moça em entrevista exclusiva à Bobo (igual Dom Fernando, o Velho), que segue no texto abaixo.
Depois de passar por cirurgias nos seios, no nariz e na
barriga, a moça finalmente mostrou como está diferente todo seu visual. Em
entrevista ao "Fanático", ela falou sobre as intervenções estéticas
que fez.
(Nada mais Oposição do que sair bem no Fanático)
Ela está namorando herdeiro de rádio do Rio de Janeiro, diz a repórter.
(Nada mais Oposição do que ter um caso com a Mídia)
A mocinha fez cirurgia de redução dos seios (Nada mais oposição que uma repaginada no visual sem mudar o conteúdo):
“Eu descobri que meu nariz estava obstruído por conta da
cirurgia anterior que não deu certo. E eu falei aproveita e deixa ele bonito,
que eu acho ele horroroso?'. E ele deixou e tirei pneuzinho. Agora eu não tenho
mais defeito, agora acabou, nem a saúde, está tudo maravilhoso”, declarou. (é a revolução da massa cheirosa!)
A redução de seios, segundo ela, foi feita por uma questão
de saúde (ela já havia feito esta cirurgia aos 18 anos, mas eles voltaram a
crescer). "Porque eu não deveria ter feito tão nova. Aí eu deixo um recado
para todas as meninas. Não façam isso. Quando vocês pensarem em corrigir algum
problema, com calma, pesquisa, vê direito que isso é muito sério. É importante.
Mas eu sempre fui muito ansiosa. Eu queria fazer porque pesava demais. Era
muito incômodo", conta. (Não façam isto - esqueçam tudo o que escrevi!)
Nas redes sociais, fotos da moça antes da fama
impressionam pela diferença das fotos dela atuais - nem parece a mesma pessoa. (o antes: Dom Fernando, o Velho e o agora: Dom Neves, o Neto)
Mas a cantora afirma que não se importava muito com questões de beleza. (Nunca se apegaram às coisas sociais, nem ao patrimônio público):
"Eu não me preocupava tanto com isso. Sabia? Com
estética e tudo o mais. Depois que eu passei a trabalhar com isso e depender
disso que eu passei a me preocupar. Antes eu nunca ligava. Nunca pensaria
nisso. Acho que a gente muda de opinião às vezes, sabe? Nem sempre a gente está
pensando exatamente a mesma coisa. Somos todos humanos. A gente troca de roupa,
troca de namorado, enfim", disse a rainha do Funk. (Nunca souberam que existe povo, agora que descobriram, tentam ensaiar um afago, de luvas, mantendo distância, é claro)
segunda-feira, 24 de março de 2014
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