sexta-feira, 19 de abril de 2013

Lor, Crush e os marcs!




Era uma vez um Planeta, o Planeta Lor. Lá existiam muitos reinos, que viviam pacificamente em completa harmonia. Os mais famosos eram os Marcs, os Crushs e os Líps. Os Marcs habitavam nas montanhas, os Crushs nos vales e os Lips eram povos nômades, aqui, ali, sem lugar definido. E para todos os outros povos, a etnia era a Zaipidig.

Tudo ia bem até que um dia um príncipe de Crush resolveu dominar todo o mundo de Lor, afinal, pensou, alguém tinha que colocar Lor nos eixos, pois toda aquela felicidade era um atraso de vida. E foi assim, na base das Organizações de Convencimento Unilateral do Bem, também conhecido nos guetos, becos e botecos como Ocudobem, que Lor foi predestinada a se tornar coisa e propriedade de Crush.

No reino imperial de Crush tudo passou a ser possível para os crushs. Desde que se inventaram, invadiram dezenas de outros reinos, reduziram ou permitiram reduzir milhares e milhares de marcs, lips e zaipidigs.

Os marcs, que podem ser de várias matizes são responsáveis pela genealogia da ancestralidade crush, o que não impediu a dizimação da qualidade e quantidade de vidas das suas etnias, como a dos marcs creps. que jamais se envolveram em conflitos e nem os marcs trolls, que são ogros paleolíticos.

Bem, não é fácil falar de um crush, sem ter medo de falar de um crush. Tudo para eles é deles, e quando se diz tudo em Lor, estamos falando dos crushs. A água, a terra e o ar do planeta foi todo patenteado e registrado como coisa e propriedade crush. Os crushs odeiam e desconhecem a todos que não são crushs.

Consegui com um viajante interplanetário um decálogo do mundo em Lor:

1 - Todos em Lor tem direito à liberdade, desde que se submetam à Democracia Crush.
2 - Todos em Lor tem direito à saúde, desde que se submetam ao Modelo Crush.
3 - Todos em Lor tem direito a eleger os seus representantes, desde que aprovados por Crush.
4 - Todos em Lor tem direito à um sistema político partidário múltiplo, desde que atrelados a Crush.
5 - Todos em Lor tem direito a um exército, desde que subordinado e desarmado por Crush.
6 - Todos em Lor tem direito à alimentação, desde que beneficiada pelos Crushs.
7 - Todos em Lor tem direito aos medicamentos, patenteados por Crush.
8 - Todos em Lor tem direito a um vestuário digno, confeccionado em Crush.
9 - Todos em Lor podem ter todos os eletrodomésticos, criados por Crush.
10 - Todos em Lor devem visitar Crush pelo menos uma vez na vida.

Mas apesar de toda esta organização hierárquica e asséptica, este viajante espacial disse que em Lor não há mais felicidade nem momentos felizes, nem pessoas alegres, nem risos soltos, nada. Nada há que Crush não determine. Deve ser dura a vida em Lor, já que a democracia Crush é muito estranha.

É isto aí!




Aqui e ali.


Você já se deu conta de que não estamos dando conta de nada? Terremotos aqui e ali, carros e coisas que de forma abrupta deslocam o ar em ondas de alta concentração energética (falando assim desta forma não desperto o dragão) aqui e ali, meteoros que incendeiam e iluminam os céus aqui e ali, conflitos localizados de interesses dispersos aqui e ali.

Acidentes dos mais variados tipos, com os mais variados meios de transportes, aqui e ali. Pessoas diversas de diversas localidades abandonando entes queridos e nem tanto assim, de forma abrupta, aqui e ali.

Bem, voltamos ao blog. Muitas novidades para contar, mas vamos devagar.

É isto aí!


quarta-feira, 10 de abril de 2013

Bitcoin - A Moeda Virtual Mundial


Já está nos corredores da rede mundial uma moeda - Bitcoin - sendo manipulada para substituir o Dólar. Supõe-se que deverá ser o dinheiro corrente do poder mundial. Não seria controlada por um governo, mas por um sistema global. Só poderão manipular este modelo econômico pessoas com acesso à rede.

Fonte do texto abaixo: http://www.afp.com/pt/home/


PARIS - A compra de uma pizza pode marcar a história das finanças. Em maio de 2010, um programador chamado Laszlo pediu, em um fórum na internet, que alguém entregasse esse produto em troca de 10.000 bitcoins, uma moeda virtual experimental lançada em 2009 e cuja vertiginosa ascensão pode ser motivada pelo desejo de investidores russos e cipriotas de colocar seu dinheiro a salvo.

"Sem anchovas nem outros acréscimos extravagantes", indicava o pedido de Laszlo. Na cotação da época, seu pedido equivalia a 41 dólares. Hoje, essa pizza custaria 1,4 milhão de de dólares.

Na sexta-feira passada, esta moeda cibernética era cotada em torno dos 135 dólares - depois de roçar os 147 dólares no início da semana. É um aumento exponencial se levarmos em conta que, em fevereiro, o bitcoin podia ser negociado a 20 dólares.

Alguns analistas afirmam que a assombrosa valorização desta moeda, ainda pouco conhecida, pode ter sido causada pelo desejo de investidores russos e cipriotas de salvar seus euros quando a crise financeira eclodiu no Chipre.

Outros expressam suas preocupações diante do que consideram o nascimento de uma nova bolha financeira, que logo poderá ter o mesmo destino do que outras bolhas da internet: explodir de forma fatal.
"É algo totalmente irracional", afirmou à AFP Yannick Naud, gestor de valores da companhia Glendevon King Asset Management, com sede em Londres. Cada vez mais clientes perguntam sobre os bitcoins, mas, segundo ele, é impossível atribuir um valor racional a esta moeda.

O bitcoin foi concebido em 2009 por causa da crise financeira mundial. Seu criador, um programador conhecido pelo pseudônimo de Satoshi Nakamoto, queria uma moeda que não dependesse de nenhum banco central ou instituição financeira.

Esta moeda eletrônica, criada a partir de complexos códigos informáticos gerados automaticamente por computadores ou dispositivos móveis, pode ser criada - em teoria - por qualquer usuário.

Mas a quantidade de bitcoins em circulação não pode ultrapassar os 21 milhões. Uma vez criados, os bitcoins são armazenados no disco rígido do computador do usuário e podem ser então intercambiados com terceiros.

No entanto, existem riscos. Em junho de 2011, harckers esvaziaram as "carteiras virtuais" de pessoas que possuíam esta moeda. Apesar disso, várias empresas e pequenos negócios aceitam bitcoins como meio de pagamento para serviços de todos os tipos e esta moeda está no centro das conversações na web.

Um americano afirma ter vendido seu Porsche por 300 bitcoins e um canadense colocou sua casa à venda nesta mesma moeda.

Robert Walker, um designer digital de Londres, afirma ter comprado cerca de 200 bitcoins desde o final de 2011, seduzido pela natureza descentralizada desta moeda, que não depende da confiança de nenhum emissor central. O investimento de Walker chega a 900 dólares, mas, no curso atual do bitcoin, poderá se valorizar para chegar a 27.000 dólares.

"No momento, não é um valor que mudaria minha vida, mas poderá mudá-la dentro de uns cinco anos", afirma Walker. Para Yannick Naud, no entanto, o valor desta moeda virtual está alcançando níveis insustentáveis.

terça-feira, 9 de abril de 2013

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Margaret já foi tarde!

Hoje o inferno está em festa com a chegada da Margaret Thatcher, pessoa que mais caçou, desempregou e destruiu a classe operária no mundo, sem precedentes. Seu mal se espalhou por todo o planeta, atingindo em cheio a pátria tupynambá, onde empresas estatais foram doadas a banqueiros e bilionários para controle do mundo.

Ela veio na frente, a dama de ferro, abrindo alas, limpando os trilhos e prejudicando milhões de seres humanos para o deleite de uma nobreza falida. A colheita da sua plantação está aí, com desemprego, crises e tensões. Para mim uma completa malvada, na sua mais fina quintessência.

A falácia dos seus seguidores em solo pátrio sempre recai sobre a telefonia - quanto benefício se fez com a sua política de destruição de uma nação. Hoje pagamos preço de Marte por um serviço de merda. Nossa, fico puto só em saber que esta desgraça demorou para morrer.

Se privatizar era a solução, e se estavam dando de graça para as hienas, por que FHC, tão bonzinho, não entregou as grandes empresas para os trabalhadores que fizeram esta riqueza? Malditos sejam todos.

Em todo o velho continente, principalmente em sua terra natal, as pessoas foram às ruas comemorar sua entrada para o portal do diabo. Triste é saber que esta vaca foi apenas um instrumento dos invisíveis dominadores, reais portadores da maldade humana, mas seus dias também estão contados.

É isto aí!


domingo, 7 de abril de 2013

A Dança de São Guido



Conhecida e documentada desde o século III dC, a dança macabra, no Extremo Oriente, era parte de uma cerimônia mórbida em que, no quarto de um moribundo, o dançarino executava uma dança em desarmonia com o corpo, composta de movimentos convulsivos e espasmódicos, até começar a babar e perder a consciência.

Com a chegada da navegação ocidental no século XV, e com a troca de tecnologia e conhecimentos variados, como a medicina, logo os ocidentais ligaram aquela dança aos espasmos. No século XVII, o médico britânico Sydeham denominou os espasmos provocados pela agravação da Febre Reumática como Coréia. A história tratou de incluir Sydeman ao nome da enfermidade, ficando então Coreia de Sydeman. 

Bem, até o século XIX, acreditava-se que uma outra manifestação clínica, conhecida como Dança de São Guido, era a mesma Coreia de Sydeman, até que cientistas mais antenados perceberam que a Dança de São Guido era uma manifestação de fungos alucinógenos que contaminavam os centeios utilizados para fazer os pães.

Desta forma a Dança de São Guido é uma falsa Coréia.

Neste domingo já primavera e ainda inverno no Hemisfério Norte, o presidente chinês, Xi Jinping, discursando num evento na ilha de Hainan, disse que nenhum país "deve ter permissão para jogar uma região e mesmo o mundo inteiro no caos para ganho próprio".

A enigmática frase logo foi traduzida pelos analistas precipitados como uma alusão à Coréia do Norte. Mas este blogueiro, com limitadas compreensões do mundo, vasto mundo, não se chama raimundo, não faz rima e nem vê solução para decifrar este embate. (Valei-me Drummond!)

Bem, é claro que Kim será demonizado de todas as formas, até que a choldra ocidental se certifique que ele é um perigo, tal qual Sadam Hussein, Kadaffi e outros tantos. Mas ocorre que isto não está ocorrendo. Talvez pela distância, ou então por que isto não cola mais.

A imprensa apache&sioux tem alertado para o tamanho do exército de Kim - o maior do mundo - dizem. Era esta a mesma frase sobre o Iraque. Aí fica difícil acreditar. Neste momento, pelo menos uns três submarinos SSGN, cada um com 24 mísseis Trident, segundo a G1, estão na área do conflito.

Apenas um míssil Trident custa 30 milhões de dólares, tem inteligência artificial e alto poder nuclear de destruição. E a Coréia do Norte tem armamentos da década de 60 e 70, segundo o site português http://www.publico.pt/multimedia/infografia/o-poder-militar-da-coreia-do-norte-53 .

E vamos que vamos! É isto aí!   

sábado, 6 de abril de 2013

A Coréia de Kim


Esta é a semana decisiva para a Coréia do Norte - Ou dá ou para de fazer c* doce. Ninguém aguenta mais esta especulação entediante. Se você procurar nas fotos de exercícios de guerra dos bravos soldados, perceberá que a grotesca duplicação de imagens é patente. Se querem ganhar a guerra, não será por aí.

Exercícios para entender a Coréia do Norte ameaçando alguém:

1 - Só está blefando. Neste caso a crise interna engole o Kim Jung Un, ou Cai Kim, como ficará conhecido.

2 - Não está blefando e está sozinho. Aí pode internar o Kim, que ficará conhecido como Kim Doidin.

3 - Não está blefando e tem o apoio da China. Opa, apoio é sempre algo que tende a uma ação maior. Kim Solindo a Toa passará para a história.

4 - Não está blefando, tem o apoio e armas da China. Epa, começou a encrenca. Kim Foi Fundo!

5 - Não está blefando, tem o apoio e armas da China e apoio da Rússia. Aí passará para a história como Kim Fudeu Tudo...

É isto aí!

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Cebola australiana – passo a passo

 FONTE:   Cebola australiana – passo a passo




Atenção -  a imagem acima é apenas ilustrativa - 

Essa cebola faz muito sucesso. A receita é do chef Erasmo Santana Santos, do Australiano Bar, em Santos. Lá, eles usam o produto importado dos Estados Unidos, mas é possível fazer com a cebola nacional — basta comprar uma bem grande. Siga os passos e chegue ao paraíso, com essa cebola temperada e frita. Veja o passo a passo


Cebola Australiana

Chef Erasmo Santana Santos



Ingredientes

1 cebola grande (a maior que encontrar)

1 litro de leite

2 ovos

500g de farinha de rosca

2 colheres de sobremesa de sal

2 colheres de sobremesa de pimenta caiena

2  colheres de sobremesa de pimenta do reino

2 colheres de sobremesa de tomilho

Preparo

Pegue a maior cebola que encontrar. Corte fora o lado oposto ao da raiz (passo 1) em algum ponto entre a metade e 3/4 da cebola (quanto mais perto da metade, mais fácil fica). Descasque a cebola e corte fora a raiz, bem rente (passo 2).

Com uma faca grande, faça cortes perpendiculares, como numa pizza (passo 3), mas ao invés de 8 pedaços, faça no mínimo 16 e idealmente 32 cortes. Tome cuidado para não atravessar a cebola, parando estes cortes cerca de 2 cm antes de chegar a base.

Para deixá-la em forma de flor solte os gomos da cebola (passo 4), abrindo-a (deixar por duas horas na geladeira pode ajudar nesse processo).

Misture a farinha com o sal, as pimentas e o tomilho. Empane a cebola jogando esta farinha temperada em bastante quantidade para entrar entre os gomos da cebola (passo 5). Retire o excesso.

Mergulhe com o topo para baixo na mistura do leite e ovos (passo 6) e novamente acrescente farinha e retire o excesso (passo 7). Está pronta para fritar.

Em uma panela coloque óleo suficiente para submergir a cebola. Leve ao fogo alto. Com a ajuda de uma espumadeira, coloque a cebola com o topo para baixo e deixe fritar por 2 minutos. Gire-a e deixe fritar mais dois minutos, gire-a de novo e deixe mais 2 minutos.

Retire-a. Seque-a com papel toalha (passo 8), e coloque no prato.

Prenda o centro com um garfo e, com uma faca afiada, retire o miolo (passo 9).

Para terminar (passo 10), coloque no centro um potinho com seu molho preferido (molho rosé, maionese de alho ou ervas finas, por exemplo).




quinta-feira, 4 de abril de 2013

O que virá depois?




Observações e percepções: 

Estou visivelmente postando menos, talvez por que eu desanimei ou por que só tem especulação e nada acontece. Tudo bem, há uma tensão asiática, a Europa faliu, a violência avança sem precedentes no continente americano, de norte ao sul, as drogas são mecanismos banais e instrumentalização de monitoramento, mas nada acontece. Nem o Nibiru veio, talvez nunca tenha existido.

O mundo deve 300% do PIB mundial e no entanto o colapso econômico não aconteceu - como assim?! A economia baseada em créditos é uma grande pirâmide financeira oficial. Tudo pode, tudo lhe é permitido, e dela partem as determinações do César - polegares acima ou abaixo são determinantes para a choldra.  

Muita coisa não faz sentido! Hugo Chávez, teve morte cerebral em dezembro, segundo o ex-embaixador do Panamá, e só morreu oficialmente 60 dias depois; Evo Moralez surge com uma misteriosa enfermidade, o Papa é um Jesuíta, a Coréia do Norte surtou com o Gangnam Style, o Atlético Mineiro está vencendo jogos sucessivos, enfim, está tudo muito estranho! 

Será que só resta postar sobre os Chemtrails? Você nunca ouviu falar disto - não é mesmo? É mais uma paranoia escatológica. Os Chemtrails estão na mesma órbita do Nêmesis, dos ETs, dos Ufos e de todos os elementais que fizeram a nossa infância mais assustadora.

O capitalismo, mecanismo supostamente atrelado è democracia, já deveria ter acabado? Qual seria a nova corrente econômica? Alvin Toffler afirma em um dos seus aforismos - "Ou você tem uma estratégia ou é parte da estratégia de alguém". Qual seria esta nova estratégia?  

Concluo repassando aqui as palavras do sábio consultor de economia britânico Geoff Mulgan: 

"O resultado é que um grande espaço político está se abrindo. No curto prazo, está sendo preenchido com medo, raiva e confusão. A mais longo prazo, pode ser preenchido com uma nova visão do capitalismo, e sua relação com a sociedade e ecologia, uma visão que vai ser mais clara sobre o que queremos para crescer e o que não fazer. 

Democracias no passado repetidamente domaram, guiaram e reviveram o capitalismo. Elas impediram a venda de pessoas, de votos, repartições públicas, o trabalho infantil e os órgãos do corpo, e elas têm forçado os direitos e regras, ao mesmo tempo, despejando recursos para atender à necessidade do capitalismo para a ciência e habilidades, e foi para fora desta mistura de conflito e cooperação que o mundo alcançou o extraordinário progresso do século passado.

Para descobrir o que vem a seguir, talvez devêssemos olhar para cima. Horizontes fornecem o teste mais simples do que uma sociedade de valores, e onde seus excedentes são controladas. Alguns séculos atrás, os maiores edifícios em cidades do mundo foram fortes, igrejas e templos, e depois de um tempo eles se tornaram palácios. Posteriormente, no século XIX,  edifícios civis, estações ferroviárias e museus os sucederam. E então, no final do século XX em todos os lugares que eles existiram, estavam os bancos. Poucos acreditam que eles existirão por muito tempo. Mas o que virá depois? Palácios próximos a áreas de lazer e grandes estádios esportivos, universidades e galerias de arte; torres de água e jardins suspensos, ou talvez impérios de biotecnologia? Precisamos reacender a nossa capacidade de imaginar, e ver através da tempestade ainda encontro com o que está além." 

É isto aí!

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Lavar carros



Andei fazendo vários ensaios para lavar o carro. Afinal isto deveria ser uma rotina. O que tem de mais em lavar o seu carro? Imagina, tudo ali, sem nenhum problema. Pegar e lavar.

Pois bem, o rapaz chamou à porta. Era o responsável pela lavagem do veículo. Ao seu lado estava seu sócio. Seguiu-se o diálogo:

- Doutor, vai lavar hoje?
- Agora tenho que sair, mas quanto está custando?
- Mixaria, doutor, mixaria.
- Mixaria quanto?
- Vixe, vejo que hoje o senhor está de marcação.
- Quanto?
- trintinha para cada, doutor e jogo rápido...
- Mas aí é rápido, doutor.
- Mas aí é sessenta, não é trintinha.
- É rápido mesmo?
- Rapidinho, é porque temos cumprir a cota de 15 carros por dia, então não tem enrolo.
- Não pode ser sábado?
- Seguinte doutor - sábado é a pelada com a turma, daí não tem jeito, é sagrada.
- Tudo bem, eu espero.
- 30 minutos e pronto - carro cheiroso e limpo.

Bem, resolvi lavar o carro e fui fazer as contas. Cada um recebe 30 reais x 15 carros/dia dá 450 reais por dia. São 53 sábados mais 53 domingos/ano no máximo. Humm, deixa ver...365 - 106 = 259 dias.

259 dias, tira aí uns 90 dias- chuva, passou mal, férias, viagem com a família, etc. - 169 dias, arredondando para 170 dias a 450 reais. Isto dá 76.500 reais/ano, dividido por 12 meses...vejamos...6.375 reais/mês sem imposto, sem encargos, sem contador, sem nota fiscal, sem fiscal do trabalho, sem nada. Sem aluguel, sem custo de material principal - água. Ainda ganham café, almoço e lanche, dependendo onde estão e assim arrumam os horários para bater com suas necessidades.

De posse destes números, fui lavar o carro. Três horas depois, exausto e limpeza ainda por terminar, comecei a achar que se pedirem 50 reais para cada na próxima, eu pago e esqueço todas as contas que justificaram esta sandice..

É isto aí!

domingo, 31 de março de 2013

Kafe Kultura: A Instalação do Medo, de Rui Zink




Alto lá
Este texto não é meu
Confesso que copiei e colei

Obra comentada
Livro: A Instalação do Medo
Autor: Rui Zink 

Dois homens batem à porta. «Bom dia, minha senhora, viemos para instalar o medo. E, vai ver, é uma categoria».

“A história começa com a chegada de um par de técnicos que batem à porta de uma mulher anunciando que vêm instalar o medo na sua casa. Ao longo da instalação, vamos percorrendo o catálogo dos medos humanos, que não é pequeno. O capítulo em que se procede à demonstração do medo tem como epígrafe a imorredoira frase do sábio António Borges, e cito: «Diminuir salários não é uma política, é uma urgência».

O medo foi, desde sempre, o assessor principal da Política. Mas agora que o tempo não está para luxos, fez um golpe de Estado e tomou-lhe o lugar.

É muito mais fácil governar países através do medo do que através da negociação política – e a Europa começa agora a entender o encanto e as potencialidades deste método que tanto sucesso económico garantiu à China.

O medo torna as pessoas muito mais produtivas do que a pura ambição. Por isso, os neo-liberais entraram em metamorfose acelerada para se tornarem mais dirigistas do que o camarada Hu Jintao, e arranjaram na troika um comité central pós-moderno, que, como os comités centrais dos tempos soviéticos, significa emprego e segurança para o resto da vida, quer o povo coma raspas ou brioches.
O velho sonho de construir um mundo melhor para todos foi substituído pelo ainda mais velho discurso da pobreza honrada.

O problema é que é complicado ouvir serenamente um gestor multimilionário pregar a necessidade da pobreza alheia – e a antiga classe média que luta agora pela pura sobrevivência, revolta-se.

Os jovens turcos da Coisa Financeira ( que se tornou a única Coisa) não contavam com a revolta: os países magníficos como a China ou a União Soviética nunca tiveram classe média; os que nunca tiveram nada convencem-se calmamente a ter pouco e calar.

«O medo, pouco a pouco, torna-se virtualmente a única realidade», escreve Zink, na sua ficção mais verdadeira do que o pão de cada dia.

O medo varre todas as espécies de amor e garante a subsistência de uma única lealdade: a devida ao chefe. O estreitamento da oportunidade de ter um chefe, um trabalho – qualquer que seja – e um salário, exponencia o grau da subserviência.

Sempre que abre uma vaga, as pessoas esgadanham-se para a conseguir, utilizando todos os métodos de pressão e influência. É esta a paisagem.

O medo devora sentimentos, dignidade, consciência – tudo o que representa a diferença e a excelência da humanidade.

Os instaladores do medo pasmam de o ver tão eficaz. Também eles têm medo: medo que a estratégia do medo tome um dia conta dele, e se vejam no lugar dos pobres que hoje cozem no forno do barro do terror de amanhã.

Amanhã, não se esqueçam, estaremos todos mortos. A espécie humana é a única que o sabe – mas até a ideia da morte o medo parece ter comido. “ por Inês Pedrosa

«Recorrendo a frases curtas, à meta-linguagem […] e despido da ironia que o acompanha quase sempre, o escritor constrói uma narrativa que é uma forte crítica ao modelo civilizacional assente nos mercados. Os mercados são aqui o papão que tudo comanda e assusta […] Seco, cru, o livro arrisca na fórmula e é eficaz no efeito. No mesmo fôlego da escrita, o leitor entra na espiral construída por Rui Zink, sente o incómodo, sente-se vítima.» por Isabel Lucas, Público

Ao longo da história são conhecidos os vários momentos em que oriundas, ora de Inglaterra, ora da Alemanha, fomos invadidos por más notícias. Mas que me lembre nunca tivemos dessas más invasões em simultâneo.


(…). Tive, ao ler A Instalação do Medo, a mesma emoção feita de espanto causada pela leitura de O Processo, de Kafka. (…) Mais do que este medo que se anuncia porta a porta e se instala, de modo viral, incontornável, a descrição de situações com que deparamos dia a dia em destaque na net, nos jornais, na rua, -por todo o lado: a da indiferença perante o outro, despido da sua humanidade, como os judeus o foram outrora, de modo sistemático como nunca se vira até ao tremendo momento da “solução final. (…)

Este medo descrito, de diversas maneiras, é próximo parente dessa ideia de alguma solução final, agora modernizada e mais adequada ao que se julga ser de imediato mais útil: empobrecer, em vez de matar logo. Pois a promoção da pobreza, física, mental, moral – matará tanto ou mais do que as câmaras que consumiram os corpos mas acabaram por elevar as almas: hoje a consciência do Holocausto é mais viva e o apelo a que nunca mais se repita fala alto.

O medo fala baixinho, por isso se tornou em arma melhor escolhida, mais fácil de espalhar e mais actuante: medo e silêncio coabitam nas almas enfraquecidas (…) Nesta obra, Rui Zink deixa um grande fresco da nossa sociedade portuguesa e não só, pelo nosso exemplo passa a nova realidade que no mundo se enfrenta: e escusado será dizer, é uma realidade que ele, pela ironia crua nos convoca a combater”.

quarta-feira, 27 de março de 2013

A Rede de Intrigas



Este texto não é meu. Copiei e colei.
Fonte: http://www.jornalagora.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?e=4&n=41414


Um conflito virtual entre uma organização, com sede na Inglaterra e na Suíça, que combate spam (e-mails indesejados, uma verdadeira praga do mundo virtual), e uma empresa holandesa de hospedagem de sites, transformou-se em um dos maiores ciberataques já registrados, causando congestionamento generalizado na internet em todo o mundo.         

O serviço de vídeos sob demanda Netflix e outros sites populares ficaram lentos ou inacessíveis para muitos internautas, relata a imprensa internacional. As forças policiais de cinco países estão investigando o caso, segundo a rede britânica BBC.         

Tudo começou porque a ONG Spamhaus colocou em sua lista negra e bloqueou a Cyberbunker. A alegação foi de que a companhia holandesa mantém, em seus servidores, materiais usados por pessoas que enviam mensagens com propaganda ou golpes virtuais via e-mail. A organização também disse que a empresa está ligada a grupos criminosos da Rússia e de outros países do leste europeu.         

Em suposta retaliação ao bloqueio, a ONG foi alvo de ataques de origem ainda não divulgada. Steve Linford, um executivo da Spamhaus, disse à BBC que os ataques já duram mais de uma semana e que tem "escala sem precedentes". Segundo especialistas consultados pelo "New York Times", o problema é "preocupante" porque os ataques não pararam e vêm aumentando em intensidade.         

Os hackers que vêm causando o problema estão usando ataques de negação de serviço (DDoS, na sigla em inglês), tática relativamente simples. O objetivo não é invadir o sistema alheio, mas sobrecarregá-lo e "derrubá-lo", dependendo do tamanho da investida.      


O ballet das gordas empreiteiras


Não deveria, mas tantas coisas ao mesmo tempo interferiram na confecção de um texto para o blog nesta semana. Textos chatos e longos devem ser evitados sempre, afinal não é este o nosso objetivo, mas vamos aos fatos:

Inicialmente orçado em 60 milhões, o Engenhão acabou custando aos cofres públicos municipais do Rio de Janeiro 380 milhões de reais. Isto para atender o Panamericano de 2007, com vistas para as Olimpíadas de 2016. Agora foi lacrado por que o teto estava cedendo. E como sempre as empreiteiras não sabem de nada. Por estas e outras é que não há obras no Céu.

Enquanto isto as obras no Maracanã aproximam-se de 1 bilhão de reais, lotadas de denúncias de irregularidades grosseiras. E a Arena Corinthians parou. Não dá mais nenhum passo. É este o retrato de pessoas que detestam o país, mas adoram promover crescimento social de benefícios pouco claros.

E hoje o assunto no mundo foi a pane mundial da Internet. Como o assunto é interessante, estou fazendo em postagem separada. Veja só você como este sistema é frágil. E olha que estas turmas disputam e desfrutam da  DEEP WEB ("Web Profunda" em tradução literal), que são sites criptografados que não são encontrados em sites de buscas como o Google, Bing e Yahoo.

Não são piores nem melhores do que os empreiteiros e políticos tupynambás, apenas lidam com processos diferentes.

É isto aí!



sábado, 23 de março de 2013

OVNI's ao lado do Sol?


OVNI's ao lado do Sol?



Parravicini e o Papa




Alto lá
Este texto não é meu
Confesso que copiei e colei
Fonte: The Epoch Times


Profecias do pintor argentino Benjamín Solari Parravicini sobre o Papa e a Igreja
17/03/2013 19:07 Atualizado: 18/03/2013 13:03

Em sua psicografia intitulada “Chega a nova era!”, feita em 1972, Parravicini escreve: “Chega a nova era! O mundo disfarçado. Máscara perene” na parte superior e “A igreja entregará sua outorga com a renúncia do papado e o novo será jovem de ideias” na parte inferior.

O artista argentino fala de uma renúncia do papado, algo incomum no Vaticano, como visto na renúncia de Joseph Ratzinger em seu papel de Papa Bento XVI. O novo papa é precisamente “jovem de ideia” e não de idade, segundo o texto, como novo Papa Francisco, o jesuíta argentino.

Desde seu primeiro dia, ele rejeitou os antigos costumes do Vaticano, desde a vestimenta, o uso de joias de valor, automóveis de luxo e declarou que em seus aposentos podiam caber cerca de 300 pessoas. Em seguida, declarou que queria “uma igreja para os pobres”, ressaltando ainda que o centro da instituição não está no papado, mas em suas crenças.

Da Argentina

A psicografia que descreve em latim um ‘rei argentino’: “Mistura de raças. Argentina. Cristo Rei. Novas correntes de sangue feliz”, escreveu Parravicini.

Pela imagem e palavras em latim, alguns associaram que quem governa a igreja católica é de origem argentina, como o Papa Francisco, embora isso não esteja claro.


Psicografias de Benjamín Solari Parravicini

Os dois papas

Outra psicografia é muito chamativa ao mostrar dois papas de uma vez, algo extremamente raro no Vaticano, mas coincidente ao que existe hoje.

Parravicini escreve: “O que? Divergências! O novo Papa será logo de árduas lutas internas. Duas luzes diferentes. Duas verdades, dois problemas. Avançará o confucionismo e, dele, emergirá o inesperado.”

A renúncia de Joseph Ratzinger do papado ocorreu após um ano de árduas lutas internas, que inclusive levaram ao cárcere seu secretário pessoal. Revelaram-se então documentos secretos do Vaticano que denunciam uma série de irregularidades internas, desde econômicas até sexuais.

O grupo que disse ter publicado os documentos advertiu em 2013, em declarações anônimas, que a luta interna no Vaticano foi forte, com duas posições divergentes, uma desejando ocultar a informação e bloquear as investigações e outra que queria esclarecimentos.

Ao renunciar, Ratzinger manteve seu status de Papa, não como Bento XVI, mas como Papa emérito, e continua a viver na residência do Vaticano, embora já haja um novo e inesperado Papa no poder. Ambos vivem no pequeno e incerto Estado em Roma.


Cataclismo e o Papa que viaja para a América

Parravicini também fez uma psicografia intitulada “Cataclismo”, relacionada a um Papa que viaja para a América, conforme a imagem central na figura acima.

Literalmente: “O papado entra novas normas. O mal de ontem deixará de sê-lo. A missa será protestante sem ser e os protestantes serão católicos sem serem. O Papa se afastará do Vaticano em viagens e chegará à América, enquanto a humanidade cairá.”

Este texto está associado a diferentes épocas, a dos dois Papas anteriores e a diversos conflitos, embora o cataclismo real, como indicado no desenho, ainda permaneça um enigma, que só ocorrerá de fato quando um Papa cruzar o mar até a América.

Desorientação no Vaticano

Parravicini em 1938  fala da desorientação no Vaticano.


“Roma na miséria, cai em desastre a cidade ducal. Hermetismo no Bairro de Nápoles. Desorientação no Vaticano. A igreja desmorona, o Papa sairá, mas se popularizará mais tarde. As reformas assustarão os católicos. Os jovens sacerdotes enfrentarão correntes passageiras de poder e dominação. Nova igreja. Novas formas. Conciliábulos em lutas. O amanhã será o regresso às catacumbas.”


Epoch Times publica em 35 países em 21 idiomas.


Siga-nos no Twitter: @EpochTimesPT


quarta-feira, 20 de março de 2013

A inútil invasão.



Dez anos depois da fracassada, inútil e desnecessária invasão ao Iraque, sua excelência, Mister Apache, festeja em receptiva e festiva reunião em Israel. Oficialmente os cofres públicos sioux gastaram 800 bilhões de dólares, mas  o economista vencedor do prêmio Nobel Joseph Stiglitz, e a professora de Harvard Linda Bilmes, afirmam que o custo real chega a US$ 3 trilhões (leia aqui e aqui) se os impactos adicionais no orçamento e na economia dos Estados Unidos forem levados em conta.

Oficialmente morreram em combate cerca de cinco mil soldados invasores ao país, e entre nativos os dados são prá lá de ocultos (veja aqui a estimativa de quase um milhão de mortos). Uns falam em cem mil - maioria civis honestos, trabalhadores e inocentes, fora mulheres e crianças, outros falam em números quase inacreditáveis, quando contabilizam suicídios, doenças em decorrência da falta de assistência médica e farmacêutica, fome, etc.

O que a humanidade ganhou com esta guerra? Do ponto de vista econômico, será que todas estas atrocidades terão valido a pena? Agora, fatalmente, virá a Síria e mais cedo ou mais tarde o Irã. Mais mulheres, mais crianças, mais trabalhadores, mais inocentes e mais mortes. Quando será o fim?

Enquanto isto Emílio Santiago partiu, e nos deixa menos felizes.

É isto aí!

Em homenagem ao Emílio Santiago, Rubens Mendes canta Saigon:



terça-feira, 19 de março de 2013

Coisas incríveis e recicladas.


Mais um ator global tem fotos vazadas na internet. Primeiro a Carolina, agora o Murilo. Hã-hãn, sei, hum-hum, claro, vazaram. É a mais pura verdade. Da mesma forma o senhor G.  veio a público manifestar sua antipatia pelo excesso de ministérios.

Pois é, por incrível coincidência um dos maiores jornais de circulação nacional, sediado em São Paulo, denuncia hoje que o sr. G. deve 232 milhões de reais de impostos federais e está recorrendo deste débito. Muito nacionalista mesmo o sr. G, bem como uma dezena de outras grandes empresas nacionais, que segundo a Receita Federal devem 60 bilhões de reais de multa.

Agora vamos aos fatos que nos fazem rir até estrebuchar: os tucanos vão reclamar, e acredito que deveria ser na Delegacia das Mulheres, visto que a Cacica é uma mulher, bem, suas excelências vão reclamar que a desoneração de impostos da Cesta Básica é idéia deles. É tão engraçado que chega a doer na alma saber que são capazes de tamanha bondade.

Já um candidato que escreveu a forma de fazer macarrão instantâneo em uma prova do ENEM, serve como parâmetro para idiotas falaram tudo o que não sabem sobre o ENEM e principalmente sobre redação. A sua nota foi 560, em um total de 1.000. Enfim, foi ruim, então qual é a intenção disto chegar à imprensa? Simples - combater o ENEM porque privilegia quem estuda e não quem tem dinheiro. Simples assim.

É isto aí!

segunda-feira, 18 de março de 2013

22 março 2013 - Que data é esta?




Alto lá - este texto não é meu - Copiei e colei.
Autor - Diego Cryptkeeper
Fonte - http://21dedezembro2012.blogspot.pt/2013/03/22-de-marco-de-2013-o-comeco-do.html?spref=fb

22 de Março de 2013: O Começo do Arrebatamento ou a Chegada do Segundo Sol?
Em menos de uma semana o mundo poderá viver um evento sem precedentes, segundo muitos teóricos conspiracionais. Tal evento ainda está encoberto por muitas dúvidas, podendo ser o início do Arrebatamento bíblico, da 3ª Guerra Mundial, da Nova Ordem Mundial ou mesmo a chegada do Segundo Sol (ou Nibiru, Planeta X, Hercólubus, Annunaki, etc).
  
Sabemos que a Bíblia é um códice muito antigo que prevê, assim como o Calendário Maia, alguns eventos com precisão. Muitos sabem que ela descreve um Arrebatamento nos últimos dias da Humanidade, mas desconhecem que a história egípcia também descreve um Arrebatamento feito por Osiris. Esses dois fatos se ligam a um terceiro, a sapiência Maia que dizia que um de seus deuses, Bolom Yokte, o nono em hierarquia e sempre associado à destruição e ao renascimento, na data "Baktun 13, Ajaw 4, Kankin 3" (21 de dezembro de 2012).

Os deuses maias eram, em geral, planetas, o que aponta que o nono planeta se aproximaria da Terra nessa data. O nono planeta então seria Plutão, mas este perdeu tal status, deixando vaga para crermos que o nono deus que os maias veriam é, de fato, o Planeta X. Em adição a isso, o profeta Daniel cita na Bíblia a data de 22 de março de 2013 como sendo o dia aproximado em que "a abominação e a desolação aparecerão nos céus".

Muitos estudos foram feitos para se chegar à conclusão de que Daniel realmente citou essa data. O mais proeminente deles diz que a Bíblia fala que os humanos ficarão sozinhos por 6 mil anos até que Deus volte 69 anos depois da volta dos judeus a Jerusalém. Sabemos que estamos no período dos seis mil anos (4000 aC + 2000 dC = 6000 anos) e que a volta dos judeus a Jerusalém foi ordenada em 1947. O Anjo Gabriel deu uma série de dicas que apontariam o momento exato:

"A Tribulação começará quando a Abominação for vista e durará 1260 dias"
"O Sacrifício cessará antes da abominação, e vai um período de 1290 dias e vem 1335 dias"

Os 1335 dias terminarão no dia do Tabernáculo de 2016, quando se dará o retorno do Messias. Com esses números, podemos chegar matematicamente à data dada por Daniel:

1947 + 69 anos - 1335 dias + 1290 dias - 1260 dias = 22 de março de 2013. Exatamente três meses depois do início da nova era Maia, 22 de dezembro de 2012, e início da Páscoa. Nesse período, Jesus foi crucificado e ressuscitou três dias depois.

A sociedade Iluminnati Skull & Bones tem um número de cunho secreto em sua ordem, o 322. Como em inglês o mês vem antes do dia na data, temos "março 22" (22 de março). O motivo para a ligação com os Iluminnati é a existência das Pedras Guias da Georgia, um monumento erguido no estado americano da Georgia por um arquiteto maçon no dia 22 de março de 1980. Exatamente 33 anos antes de 22 de março de 2013.

Sabemos que o 33 é um número sagrado Iluminnati e o maior grau dentro dessa sociedade. O 33 também prova que a queda das Torres Gêmeas em 2001 - 33 anos após sua inauguração - foi um trabalho interno tramado por Iluminnatis. Fato fortalecido quando se sabe que o então presidente George W. Bush é membro do Skull & Bones.

Temos então todas essas incógnitas apontando para 22 de março de 2013 como um dia histórico, o possível início do Arrebatamento. Mas a palavra "arrebatamento" também pode ser entendida como "morte, tristeza, abominação, desolação".

Nisso entra a idéia do entusiasta da Nova Era George Kassavalis, que também teve participação na construção das Pedras Guias da Georgia, de que o ciclo "precessional" - uma palavra chique para explicar que o Polo Norte do nosso planeta não é estacionário - da Terra é, na verdade, de 24.832 anos (o exato peso de todo o monumento na Georgia em libras). Ou seja, que a cada 24.832 anos os polos da Terra se invertem, o que, segundo a ciência, poderia causar algumas catástrofes ("morte, tristeza, abominação, desolação") se ocorressem no atual ponto da evolução humana.

Kassavalis também afirma que o Sol não é o centro da galáxia, mas que também gira em torno de outra estrela - possivelmente Sirius, a maior e mais brilhante que conhecemos. Ele também afirma que, se o Sol não gira em torno de uma estrela maior, é provável que tenha então um "irmão", um "segundo Sol" (ou ainda um planeta escuro ao estilo de Nibiru, Planeta X, etc) menor e mais escuro, ofuscado pela luz do objeto maior e mais brilhante, o que nos impediria de ver a estrela menor da Terra. Essa idéia não é nova, há relatos anciãos sobre um segundo Sol que passaria próximo à Terra causando destruição de tempos em tempos.

A própria ciência admite que "ao se olhar para o espaço infinito, só se pode concluir que sóis solitários são, na verdade, mais exceção do que regra" e faz a pergunta: "Com tantas estrelas binárias no Universo, por quê  somente nosso Sol não teria um companheiro?". Mas com tanta tecnologia, se existisse um segundo Sol, mesmo que menor e em uma órbita que privilegiasse sua ocultação, já não teriamos visto ele? A resposta da ciência é categórica: "Não, pois nem todas as estrelas podem ser vistas, como os buracos negros e velhas estrelas de nêutron. E há também as 'anãs negras', que são quase indetectáveis."

Como uma órbita de 24.832 anos é muito longa e poderia ajudar a ocultar a segunda estrela, a única forma de "vê-la sem vê-la" seria observar a taxa de movimento do Sol. Em um sistema binário, o movimento não é constante e isso causa mudanças nos polos dos planetas vizinhos. Em um sistema não binário, o movimento seria constante e levaria mais ou menos 26 mil anos. Mas algumas teorias já apontam para a mudança do ciclo precessional da Terra, o que indicaria a presença de uma segunda estrela que se aproxima do Sol (o que abre espaço para teorias sobre Nibiru, Planeta X, Annunaki, Hercólubus e tantos outros).

Outro sinal de uma estrela companheira do nosso Sol foi observado na geologia da Terra. O matemático Maluten Malancovich concluiu depois de anos de estudo que nosso planeta teve ciclos de aquecimento e resfriamento global que se assemelham ao período orbital defendido por Kassavalis - 24.832 anos -, o que comprovaria a existência, na esfera matemática, de um segundo Sol que se aproxima da Terra pelo menos uma vez a cada cerca de 25 mil anos. Nesse âmbito, o momento de sua aproximação seria agora, entre os anos 1850 e 2050.

Uma descoberta feita em 2001 por um grupo de cientistas também colaborou para a idéia de um sistema binário. Ao estudarem o cinturão de asteróides presente na borda de nossa galáxia, eles notaram que a extensão das pedras terminava abruptamente e não da forma esperada, sinalizando que ali pode existir um segundo objeto que tenha seu próprio cinturão de asteróides que cruza com o nosso, fazendo com que a borda fique uniforme por simples polimento por atrito. Da mesma forma, um grande número de cometas de órbita gigante vêm de uma pequena parte do céu. Alguns matemáticos como John Matthis e Daniel Whitmayer defendem que eles vêm de um ainda desconhecido décimo planeta, mas uma estrela binária também produziria este efeito.

Um outro enigma é o fato de que todos os corpos celestes têm um "momentum angular", uma força que corresponde à suas massas e movimentos. Mesmo assim o momentum angular está distribuído de forma desigual em nosso sistema solar. O Sol tem 99,9% da massa total, mas somente 1% do momentum angular total. Se reconhecessemos que nosso Sol está se curvando no espaço em uma órbita binária de mais ou menos 25 mil anos, descobririamos que o momentum angular estaria lá o tempo todo. Não só em seu giro, mas primariamente em seu movimento orbital.

Embora a existência de uma estrela binária concorde com muitos fatos observados, ainda há diversas perguntas a serem respondidas. A mais comum é o por quê de não termos visto essa segunda estrela até agora. Mas talvez já a tenhamos visto em um passado muito distante e perdido entre as ruínas das civilizações passadas. Muitas delas tinham o perfeito conhecimento da existência de um "ano astral", um grande ciclo que conectava os movimentos dos céus e da vida na Terra. Muitos falam desse momento como "a volta dos deuses" e o "período de julgamento"; para os cristãos, a volta de Jesus e o Arrebatamento.

Isso significava, para aqueles povos antigos, o nascimento e a queda das civilizações. Esses eventos eram descritos como grandes catástrofes, morte, e desolação na Terra. Mesmo que não possa ser comprovado, a existência de um segundo Sol e a sua aproximação da Terra causaria efeitos devastadores que bem podem estar descritos em detalhes nos textos perdidos dessas civilizações.

O que esperar para o dia 22 de março de 2013, a data do fim da Tribulação segundo Daniel? Em um momento em que milhares de teorias conspiratórias estão sendo criadas, é difícil saber e mais fácil crer que nada acontecerá.

domingo, 17 de março de 2013

Presente de grego?



Um jogador grego foi banido da seleção nacional daquele país por que fez uma saudação nazista ao comemorar um gol. O grego Giorgos Katidis, de apenas 20 anos, publicou em sua conta no Twitter que não sabia o significado do gesto. “Não sou racista de jeito algum. Abomino o fascismo. Não faria o gesto se soubesse que significa alguma coisa. Eu sei das consequências e não farei mais isso”, escreveu.

Ocorre que a fúria grega contra aquilo que seus governantes consideram ser uma campanha alemã para tomar conta da sua economia está além do limite. Já em 2012 foram queimadas várias bandeiras alemãs durante protestos populares e a fachada do Banco da Grécia foi "desfigurada" para se parecer com o Banco de Berlim.

Os gregos acreditam que a Alemanha está constantemente a alterar as condições para o acesso a novos fundos da União Europeia, para que a nova ajuda à Grécia não se concretize. Enquanto isto, nas ruas, surgiram uns posteres com a figura de Angela Merkel, vestida como um oficial nazista e usando uma braçadeira com a suástica rodeada pelas estrelas da União Europeia. 

A interferência alemã na política econômica do país está a fazer reviver as piores recordações históricas dos dois países, como a invasão da Grécia pelos exércitos nazis, há mais de 65 anos. 

A questão crucial é que o Partido Aurora Dourada, de ideologia nazi-fascista, vem crescendo e atropelando partidos e políticos históricos da Grécia, e justo agora quando começa a ameaçar as bases do governo, um João Qualquer saúda a torcida com seu Hei Zeus, ou seja lá o que falam.

Então, visto assim desta maneira, Giogos foi só o primeiro de uma série de insatisfeitos que vêm por aí, sem casa, sem teto, sem comida, sem emprego, sem rumo, sem esperanças e sem uma ideologia definida, ou seja, quase metade dos gregos...

É isto aí!