segunda-feira, 22 de novembro de 2021

Luiz Caldas e Saulo Fernandes - Show Frenesi Para Ademar

Fonte Youtube: Show Frenesi Para Ademar


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O pioneiro e o grande herdeiro da Axé Music, juntos, interpretando novas canções e clássicos do movimento, em tributo a um dos maiores talentos da música baiana. Esse é o show "Saulo & Luiz Caldas apresentam Frenesi para Ademar" que aconteceu no dia 29 de outubro de 2018 no Cine Teatro Sesc Casa do Comércio, em Salvador. Toda a renda arrecadada foi revertida para o tratamento de saúde do cantor e compositor Ademar Furtacor.

Em formato intimista, vozes e violões, o espetáculo reuniu músicas como “Frenesi”, composição do próprio Ademar, “Magia”, faixa-título do primeiro LP de Luiz Caldas, e “Raiz de Todo Bem”, última canção perene do Axé, para homenagear o fundador da Banda Furtacor e, a partir de sua trajetória, reviver grandes momentos da música de carnaval de Salvador.

REPERTÓRIO

1-TEMA DE MILTON (INSTRUM.) 00:12
2- MIMAR VOCÊ - 4:50
3- FLOR CIGANA - 7:45
4- ANJO - 12:57
5- ESQUADROS - 15:49
6- É TÃO BOM - 17:57
7- LEVE-ME AO MAR - 21:08
8- AXÉ PRA LUA - 24:20
9- LUA DOS AMANTES -  28:09
10 - TAIANE - 31:03
11- FLORESÇA - 33:55
12- PINTA JAMAICANA - 37:34
13- SOL EM FESTA - 39:54
14- MAGIA - 43:10
15- ZANZIBAR - 46:32
16- AJAYÔ - 48:40
17- RAIZ DE TODO BEM - 51:54
18- FRENESI - 55:37
(BIS)
19- ASSIM PINTOU MOÇAMBIQUE
20 - CARA A CARA / O BEIJO

Realização: Macaco Gordo
Direção Geral : Chico Kertész
Concepção: Chico Kertész e James Martins
Produtor Executivo: Marco Antonio Duarte
Fotografia: Rodrigo Maia
Iluminação : Marlon Rocha
Técnico de Som: Jacksandro Silva
Produtor Técnico: Adeilton Silva (Branco)
Produtor: Márcio Bug
Roadie: Gilcelio Pinheiro
Produtora Luiz: Rebeca Almeida
Manager Luiz Caldas: Alan Barboza

Templo da Salvação Imperial do Terceiro Milênio


Manhãzinha de domingo e o Templo da Salvação Imperial do Terceiro Milênio já está lotado. O Templo localiza-se onde era o Grande Teatro de Rebolado do Reino, nos tempos áureos da jogatina liberal. A curiosidade dos fiéis seguidores do Maestro Apostolado Lindomar Flores D'Água devia-se à tão anunciada e esperada palestra do internacionalíssimo e poderosíssimo orador dos Mistérios da Natureza Celestial, Abissal e Média, Prof. Dr. Jaquelander Blues Roquenrol.

Dr. Jaquelander nunca fora visto por nenhum seguidor ou membros inferiores da Ordem. Mas dele emanava todo o poder do Templo.

Depois dos hinos, louvores e unções com óleo especial de canola — naturalmente adocicado com essência de Alfazema para as mulheres e Laranja Pera Rio para os homens —, o Coral entoou o Hino Oficial do Templo, que consistia num apelo subliminar bastante envolvente, de obstinação dizimal esplendorosa aos neurônios dos ouvintes, com segmentos de indução ao valor que vale a fé na escala fidelizante.

Em seguida, o Mentor da Ordem das Coisas anuncia com fervor o palestrante Jaquelander Blues, o santo do 5° Grau do 3° Céu, revestido do Grande Manto Místico da Ordem dos Templários Salvíficos. O homem surgiu de uma cortina de fumaça, do alto de uma escadaria cenográfica, e desceu placidamente olhando para o além.

Quando estava no último degrau, doze homens de estatura elevada, coincidentemente sentados na frente de toda a assembleia, levantaram-se em uníssono e exclamaram: — Vejam, o Orador Jaquelander está sendo arrebatado! Uma luz cintilante brilhou no alto, ouviu-se um coro de anjos.

Os fiéis ficaram em êxtase total, alguns delirantes, outros histéricos. Catarse coletiva para dar de sobra. Homens, mulheres e crianças pulavam, gritavam, urravam, batiam com as mãos no peito, giravam em torno do seu próprio eixo e, em seguida, caíam exaustos num sono profundo.

O Grão-Mestre do Apostolado Lindomar Flores D'Água imediatamente tomou a palavra e exclamou enfaticamente que Jaquelander fora arrebatado ali por misericórdia dos deuses, e principalmente porque fora um grande dizimista, dos mais generosos. "Pela fé, Templo, pela Fé e pela Obra aceitamos Pix, Cartão de Débito, Cartão de Crédito e Dinheiro em espécie, irmãos... Lembro que o céu não troca cheque."

Jaquelander virou um mito togado, assim denominado pelas benfeitorias que realizou enquanto no plano terrestre. No ano seguinte, num evento imperdível do Templo da Salvação Imperial do Terceiro Milênio somente para o alto comando, eis que ressurge Dr. Jaquelander dos Nove Céus da Via Celestial Humana...

Fonte da imagem: UFMG Telescópio Hubble 

É isto aí!

domingo, 21 de novembro de 2021

Deslizes (Luiz Caldas)

Fonte da Imagem: Tenor

Não sei porque, insisto tanto em te querer
Se você sempre faz de mim o que bem quer
Se ao teu lado sei tão pouco de você
É pelos outros que eu sei quem você é

Eu sei de tudo, com quem andas, aonde vais
Mas eu disfarço o meu ciúme mesmo assim
Pois aprendi que o meu silêncio vale mais
E desse jeito eu vou trazer você pra mim

E como um prêmio, eu recebo o teu abraço
Subornando o meu desejo tão antigo
E fecho os olhos, para todos os teus passos
Me enganando, só assim somos amigos

Por quantas vezes, me da raiva te querer
Em concordar com tudo que você me faz
Já fiz de tudo pra tentar te esquecer
Falta coragem pra dizer que nunca mais

Nos somos cumplices, nos dois somos culpados
No mesmo instante em que teu corpo toca o meu
Já não existe nem o certo nem o errado
 o amor que por encanto aconteceu

E é só assim que eu perdoo os teus deslizes
E é assim o nosso jeito de viver
Em outros braços tu resolves tuas crises
Em outras bocas não consigo te esquecer

Página Luiz Caldas Youtube: Luiz Caldas
Página da música Youtube: Deslizes - Luiz Caldas
Videoclipe da faixa "Deslizes”, do álbum "Playlist Brasileira 1" (lançamento em 29 de outubro)
Composição: Michael Sullivan e Paulo Massadas 
Gravadora: Deckdisc
Direção videoclipe: Marcio Santos
Gravado na Sierra Moveis Salvador @sierra.ssa



O maldito Racismo Estrutural e Institucional


Fonte da Imagem: PGE - RJ 
Fonte do texto: Dr Zem

Na década de 1920, o pioneiro grupo de choro “Oito Batutas”, acabara de retornar de uma temporada na França, convidado pelo bailarino Duque. O grupo era formado por grandes nomes da música, dentre eles, Donga e o lendário Pixinguinha, que naquele tempo tinha a flauta como seu principal instrumento. O sucesso na França levou o jornalista Assis Chateaubriand a convidar o grupo para uma homenagem em um hotel do Rio de Janeiro. O evento daria o mote para a criação de um grande choro da MPB.

Pixinguinha teria sido barrado na entrada do hotel. O porteiro informou que lamentava, mas a ordem era que negros deveriam entrar pelos fundos. Pixinguinha, resignado, desculpou o funcionários: ”Lamento, mas sei que o senhor está cumprindo ordens” e atendeu as orientações do também constrangido porteiro. Entraram pela cozinha ouvindo os comentários revoltados de Donga, este bem mais contestador: “que absurdo, que vexame, que vergonha nós passamos” e Pixinguinha: “Eu lamento, mas não vamos comentar mais esse assunto”. Antes de receberem a homenagem, alguém se referiu ao fato e também lamentou o episódio. Pixinguinha, sempre resignado, novamente retrucou: “Eu lamento, todos lamentam, mas vamos evitar comentários”. Donga percebeu a repetição da palavra durante a noite e sugeriu: “Pixinguinha você disse a palavra “lamento” três vezes, por que não escreve um choro com esse nome?”.

Quem contou essa versão da gênese do choro foi outro famoso flautista brasileiro, Altamiro Carrilho, em depoimento registrado no livro “Os sorrisos do Choro”, escrito por Julie Koidin, curiosamente, uma americana também flautista e apaixonada pelo choro. Julie lembrou a Altamiro que a letra do choro tinha sido feita muitos anos depois. Altamiro confirmou, e atribuiu a letra a Hermínio Bello de Carvalho. Na verdade, a memória traiu nosso grande flautista, a letra de "Lamentos" é de Vinicius de Moraes, que escreveu o poema apenas para a primeira parte da melodia, em 1962, e não fez referências alguma ao episódio do hotel. Na verdade, a letra não tem nada a ver com a versão apresentada pelo flautista. Altamiro afirma ter ouvido a história do próprio Pixinguinha, de quem era grande amigo. O certo é que o choro tem uma linha melódica triste, até mesmo melancólica, portanto, se alinha à suposta inspiração contada por Altamiro.

Nota deste Blog - Por questão de registro, ouvi pela primeira vez esta história através do cantor e compositor baiano Luiz Caldas  . 


Fonte Youtube: Choro e Poesia
Álbum: Pixinguinha e Seu Tempo
Música: Lamentos (Pixinguinha)
Licenciado para o YouTube por
The Orchard Music, SME (em nome de Biscoito Fino); SODRAC, UMPG Publishing, BMI - Broadcast Music Inc., LatinAutor - UMPG, LatinAutorPerf, UNIAO BRASILEIRA DE EDITORAS DE MUSICA - UBEM e 4 associações de direitos musicais


Fonte da Imagem: Pixinguinha /Vida




sábado, 20 de novembro de 2021

Uma didática da invenção (Manoel de Barros)


Alto lá
Este poema não é meu
Confesso que copiei e colei
Fonte do poema: revistabula
Publicação original: O livro das ignorãças / Manoel de Barros. 
Editora: Alfaguara - RJ, 2016. 
Imagem: Carnaval de Arlequim (1924-25), de Joan Miró
Fonte da Imagem: todamateria

Uma didática da invenção (Manoel de Barros)

I  

Para apalpar as intimidades do mundo é preciso saber:
a) Que o esplendor da manhã não se abre com faca
b) O modo como as violetas preparam o dia para morrer
c) Por que é que as borboletas de tarjas vermelhas têm devoção por túmulos
d) Se o homem que toca de tarde sua existência num fagote, tem salvação
e) Que um rio que flui entre 2 jacintos carrega mais ternura que um rio que flui entre 2 lagartos
f) Como pegar na voz de um peixe
g) Qual o lado da noite que umedece primeiro.
etc.
etc.
etc.
Desaprender 8 horas por dia ensina os princípios.

II  

Desinventar objetos. 
O pente, por exemplo.
Dar ao pente funções de não pentear. Até que
ele fique à disposição de ser uma begônia. Ou
uma gravanha.
Usar algumas palavras que ainda não tenham
idioma.

III 

Repetir repetir — até ficar diferente.
Repetir é um dom do estilo.

IV 

No Tratado das Grandezas do Ínfimo estava
escrito:
Poesia é quando a tarde está competente para dálias.
É quando
Ao lado de um pardal o dia dorme antes.
Quando o homem faz sua primeira lagartixa.
É quando um trevo assume a noite
E um sapo engole as auroras.

V

Formigas carregadeiras entram em casa de bunda.

VI

As coisas que não têm nome são mais pronunciadas
por crianças.

VII

No descomeço era o verbo.
Só depois é que veio o delírio do verbo.
O delírio do verbo estava no começo, lá
onde a criança diz: Eu escuto a cor dos
passarinhos.
A criança não sabe que o verbo escutar não
funciona para cor, mas para som.
Então se a criança muda a função de um
verbo, ele delira.
E pois.
Em poesia que é voz de poeta, que é a voz
de fazer nascimentos —
O verbo tem que pegar delírio.

VIII

Um girassol se apropriou de Deus: foi em
Van Gogh.

IX

Para entrar em estado de árvore é preciso
partir de um torpor animal de lagarto às
3 horas da tarde, no mês de agosto.
Em 2 anos a inércia e o mato vão crescer
em nossa boca.
Sofreremos alguma decomposição lírica até
o mato sair na voz .
Hoje eu desenho o cheiro das árvores.

X

Não tem altura o silêncio das pedras.

sexta-feira, 19 de novembro de 2021

Love of my Life - Queen


Love of my Life foi composta por Freddie Mercury, após o término da sua relação de longa data com Mary Austin.

Freddie Mercury e Mary Austin permaneceram amigos durante toda a vida do cantor. Após ser diagnosticado com AIDS, Mary permaneceu cuidando dele e estava ao seu lado quando ele morreu em novembro de 1991, por complicações relacionadas ao vírus.

Ele deixou para ela metade da sua fortuna, sua mansão e parte dos dividendos dos futuros direitos autorais das músicas do Queen. Também coube a ela espalhar as cinzas do cantor, em um local jamais revelado.



Canal do Youtube: anubisctba

Love Of My Life (Freddie Mercury)

Love of my life, you've hurt me.
You've broken my heart,
and now you leave me.

Love of my life, can't you see?
Bring it back, bring it back.
Don't take it away from me
Because you don't know
What it means to me.

Love of my life, don't leave me.
You've taken my love,
and now desert me.

Love of my life, can't you see?
Bring it back, bring it back.
Don't take it away from me
Because you don't know
What it means to me.

You will remember
When this is blown over.
And everything's all by the way.
When I grow older,
I will be there at your side to remind
How I still love you
(I still love you).

Back, hurry back.
Please, bring it back home to me
Because you don't know
What it means to me.
Love of my life.
Love of my life.

Concerto Solidário Eduardo Roque da Silva Ferreira - Choro das 3 & Amigos


O Choro das 3 é um grupo familiar formado por três irmãs: Corina (flauta), Lia (violão de 7 cordas) e Elisa (bandolim, clarinete, banjo, acordeom e piano). O pai, Eduardo Ferreira, mestre no pandeiro, foi o grande incentivador e criador do grupo.

O conjunto se dedica a música instrumental brasileira, tendo como base o choro/chorinho, gênero instrumental que surgiu no Brasil no séc. XIX. 

Infelizmente Eduardo Ferreira faleceu vítima do COVID em Junho/2021 (reportagem). As meninas continuam com sua imperdível live no Youtube todas as quintas-feiras as 21 horas. 

Entre aqui no Youtube, assista e se inscreva no Choro das 3  

Agora atenção, pois na próxima quarta-feira, dia 24/novembro, 20 horas, as três filhas do Eduardo, do CHORO das 3, farão um grande homenagem póstuma ao seu pai, no dia que se comemoraria seu aniversário, numa live ao vivo, pelo Youtube. Quem não assistir, vai perder um grande espetáculo, com amigos e convidados especiais tocando as músicas que o Eduardo mais apreciava.

Um giro pelo mundo

 


Sai para um passeio pelo Reino da Pitangueira e resolvi visitar o incrível Putoscópio Imperial, instalado no alto da Colina do Observatório Real. É o maior putoscópio óptico do Cone Sul, de cunho peculiar e  único na região. Possui um espelho primário hexagonal de grandes proporções, composto de centenas de espelhos hexagonais individuais. Concentra-se em focar nas observações antropológicas, filosóficas, antropomórficas, espectroscópicas e fotométricas do que se consegue captar nas agências de notícia. 

O pouco que vi já foi assustador:

A professora Tânia foi barrada na porta da Secretaria Municipal de Educação de Natal-RN (G1 - RN), por que, segundo o Chefe de patrimônio da SME e um segurança da instituição, seu vestido foi considerado inadequado para entrar no prédio. Talvez acreditem que uma burca combina melhor com o clima nórdico do Nordeste. 

Segundo a Meteorologia, a temperatura média de Natal nesta semana variou entre 27 e 30°, logo se conclui que não se pode concluir nada quando um Chefe de Patrimônio do prédio público da Secretaria Municipal de Educação se faz de Fiscal de Posturas glaciais.

Ora, ora, um chefe de patrimônio deveria se concentrar especificamente em administrar o patrimônio da instituição, identificar melhorias nos processos de inventário físico do ativo imobilizado, controlar catalogação de bens e definir políticas e procedimentos na utilização e compra de materiais, resolve se envolver num tema que não é da sua alçada nem da sua competência..

Enquanto isto, na querida e pacata Belo Horizonte, deputados que honram os votos dos seus eleitores, reuniram-se numa sessão extraordinária para cuidar de assuntos que prejudicarão o futuro da bela capital. Segundo o jornal OTEMPO , os nobres deputados da Assembleia Legislativa de Minas Gerais marcaram para 23h45 da noite, pouco antes da meia noite, um grande debate de alto interesse público que deve pôr em pauta mineração na Serra da Moeda.

Nesta ocasião, tiveram um Parecer aprovado, com apenas um voto contrário, em reunião no horário incomum, para uma proposta do maior interesse do Estado de Minas, que é criticada por, em suma, permitir que uma área, atualmente protegida, seja explorada por mineradoras. No resumo, Mariana e Brumadinho são café pequeno...

Já o jornal espanhol El País publicou assim como todos os principais jornais da Europa, que o desmatamento na Amazônia é o maior em 15 anos, e Governo está sendo acusado de omitir e esconder dados da COP26. O descaso com o planeta fez com que os dados que estavam prontos desde o final de outubro, só fossem divulgados nesta quinta-feira, 18/11/21, de forma discreta, dias depois do final da cúpula do clima celebrada em Glasgow. Deve ter sido coincidência, ou vai ver, excesso de trabalho para adiar estas informações ao mundo.

Em apenas dois ou três anos tempestades de areia e falta de água na região sudeste e centro-oeste começarão a dar seu olá para estas ações feitas para atender a coisas que desconheço, e que por enquanto são escondidas  ou adiadas por motivos de força maior até de eventos internacionais. 

Fonte da Imagem: Reprodução da matéria citada, onde a professora Tânia documenta em foto o vestido com o qual foi barrada na porta da Secretaria Municipal de Educação de Natal-RN

É isto aí!




terça-feira, 16 de novembro de 2021

Ideias ideias ideias


Pensei numa máquina destas de fazer coisas que não existem. Achei que ficaria milionário com a ideia. Resolvi patentear, mas aí me informaram que Patente de Invenção (PI) é só para produtos ou processos que atendam aos requisitos de atividade inventiva, novidade e aplicação industrial.

Como assim atender a uma atividade inventiva com aplicação industrial? Que absurdo. Minha máquina consiste numa, espera, se contar perco a possibilidade de ficar rico. Melhor pensar em algo mais rápido, por que a crise esta múltipla de sete, e olha que qualquer cosia ser múltiplo de sete é de uma enorme dificuldade intelectual.

Coloquei a cabeça para funcionar e resolvi desenvolver um software da espessura de um fio de cabelo, que será implantado na cabeça, lógico, e será um emissor de conhecimentos. Criaria módulos de informação em composição hierárquica, relacionados à inteligência emocional da pessoa, maior de vinte e três anos . Não adianta perguntar por que não 18 ou 21, ora, ora, isto é pragmatismo puro.  

O software somente será acionado por telômeros portadores de idade acima de vinte e três anos. Por quê? Porque fui eu quem criou e decidi assim. Simples. Vou ficar bilionário com esta revolução, o pequeno detalhe é desenvolver o software, mas isto é só um detalhe. Vou patentear a ideia.

Fonte da imagem: francis beaurain

É isto aí!

Onde Quero Star (All About That Bass) - DEVIR | ESTÚDIO DEVIR


Fonte Youtube: Estúdio Devir



Projeto 'ESTÚDIO DEVIR'
Onde Quero Star (All About That Bass) - 03/07/2015

Gravado no Rio de Janeiro, no estudio OASIS, no dia 22 de Junho de 2015 - Mix e Master Ricardo Feghali.

Direção: Lucas Magno 
Produção: Produzo Filmes 
Maquiagem: Loeni Mazzei
Figurino: João Cordel


segunda-feira, 15 de novembro de 2021

Como um Átomo se parece?


Fonte no Youtube: Minuto da Física

Por que um átomo é representado dessa forma? O que é um átomo? Qual a melhor forma para representar um átomo? Como é um átomo de verdade? São muitas as formas de representar um átomo e a maioria não consegue mostrar o que, de fato, está acontecendo ali. Então, esse vídeo tem objetivo de mostrar como é um átomo de verdade.

Seja membro deste canal e ganhe benefícios:

Nosso canal no Telegram: https://t.me/minutodafisica

REFERÊNCIAS

A Suggested Interpretation of the Quantum Theory in Terms of "Hidden" Variables. I
David Bohm, Physical Review, Vol 85 No. 2, January 15, 1952

Speakable and Unspeakable in Quantum Mechanics
J. S. Bell

Trajectory construction of Dirac evolution
Peter Holland

The de Broglie-Bohm Causal Interpretation of Quantum Mechanics and its Application to some Simple Systems by Caroline Colijn

Bohmian Trajectories as the Foundation of Quantum Mechanics
http://arxiv.org/abs/0912.2666v1

The Pilot-Wave Perspective on Quantum Scattering and Tunneling
http://arxiv.org/abs/1210.7265v2

A Quantum Potential Description of One-Dimensional Time-Dependent Scattering From Square Barriers and Square Wells
Dewdney, Foundations of Physics, VoL 12, No. 1, 1982 

Minuto da Física: velhos e novos problemas da Física ensinados de maneira rápida, interessante e divertida!

Este vídeo é uma tradução de "A Better Way To Picture Atoms" 
https://youtu.be/W2Xb2GFK2yc

Tradução oficial e autorizada do canal Minute Physics, criado por Henry Reich: http://www.youtube.com/minutephysics

Tradução: Gui Ximenes
Narração: Lucas Mitre
Edição: Vini Marangon

Agradecimentos especiais aos nossos membros quânticos:

Vicente Sales e Merian Mendes

A inércia não é para amadores



Teve de súbito
mais uma ideia
genal, fantástica, 
imbatível e linda. 

Planejamento perfeito 
a maximização plena
dos seus muitos sonhos
numa vida de reclames

mas aí, sempre vem
a seguir a trágica recaída 
que o atropela com pressa
e desculpas infames.
 
Novamente em repouso
deu passos em falso
na direção da nada 
em absoluta inércia. 

É isto aí!

domingo, 14 de novembro de 2021

Sinto muito. Me perdoe. Eu te amo. Sou Grato.

Sinto muito. Me perdoe. Eu te amo. Sou grato.

Fonte:  Regina Restelli

1 – HO’OPONOPONO É UMA PRÁTICA RELIGIOSA?

O Ho’oponopono é uma técnica simples e eficiente no que diz respeito a relacionamentos, e não uma prática religiosa.

A proposta é assumir responsabilidade diante dos acontecimentos de nossa vida e repetir as frases: “Sinto muito. Me perdoe. Eu te amo. Obrigado” (se quiser saber mais sobre como fazer isso, assista ao vídeo).

O mantra está diretamente relacionado a valores como compaixão, humildade, amor, gratidão.

O objetivo é ajudar você a entender que seus problemas são memórias que se repetem no seu subconsciente.

Sendo assim, as dificuldades que possui não têm nada a ver com uma pessoa, lugar ou situação.

Tudo que lhe incomoda é de sua inteira responsabilidade, só você pode mudar. Ao vivenciar conflitos repetidos, de memórias reencenadas, você pode permanecer envolvido com elas ou escolher fazer diferente.

2 – É PRECISO REPETIR O MANTRA QUANTAS VEZES?

As frases podem ser usadas na sequência que você quiser e quantas vezes desejar. Se sentir que uma única vez é o suficiente, acredite, é o que você precisa. Eu já vi conquistas quase imediatas com clientes minhas que fizeram apenas uma única vez o Ho’oponopono.

3 – O HO’OPONOPONO SÓ FUNCIONA SE EU FALAR O MANTRA EM VOZ ALTA?

A técnica funciona se falarmos as frases em voz alta ou mentalmente, não importa.

4 – OS RESULTADOS DEMORAM MUITO A APARECER?

Percebo, com o passar dos anos, que os resultados dependem da determinação / verdade com que recitamos as frases.

Outro ponto importante é tentar se libertar completamente das expectativas em relação à rapidez que os efeitos aparecerão na sua vida.

E lembre-se sempre: a conquista do “milagre” proposto pela técnica está diretamente relacionada ao desapego, amor, aceitação, verdade e gratidão.

5 – HO’OPONOPONO EXIGE UM RITUAL PARA SER FEITO?

Não é necessário nenhum tipo de ritual para praticarmos a técnica.

6 – PRECISO REPETIR O MANTRA PERTO DA PESSOA COM A QUAL TENHO PROBLEMAS?

Podemos estar perto, olhando para a pessoa, ou distante dela – mesmo em outro país. Devemos fazer a repetição das frases – em voz alta ou mentalmente – sempre que constatarmos algo desagradável em nossas vidas.

O principal é assumir que se algum relacionamento conflituoso está em sua vida, a situação é de sua responsabilidade. Afinal, você só reconhece aquilo que conhece. E se algo está incomodando, é porque conhece aquilo, está no seu inconsciente ou mesmo no seu consciente.

7 – POSSO FAZER HO’OPONOPONO PARA QUEM NÃO CONHEÇO?

Podemos e devemos recitar as frases de autorresponsabilidade e autocura para tudo e todos.

Por exemplo, se estou assistindo o telejornal e vejo uma notícia ruim que me emociona ou incomoda, aproveito para falar ou mentalizar o mantra em relação àquela situação.

Se meu desejo é viver em paz, aproveito todas as oportunidades para purificar em mim as possíveis crenças em meu inconsciente que fazem com que me identifique com aquela notícia.

Vamos lembrar que as situações que trazem emoções fortes, principalmente, são sinais de identificação. Ou seja, há algo dentro de você que encontra algum tipo de reconhecimento com o que está sendo mostrado.

Portanto, você tem toda a condição de integrar essas situações ou emoções por meio de seu perdão e amor.

Reflita e pratique! Um mundo mais amoroso começa a se tornar realidade através do seu comprometimento com o amor. A paz começa dentro de você!Sinto muito. Me perdoe. Eu te amo. Obrigado.


Sinto muito. Me perdoe. Eu te amo. Sou grato.


sábado, 13 de novembro de 2021

Procura-se um amor (Adriana Falcão)

Alto lá!
Esta crônica não é minha
Confesso que copiei e colei
Fonte¹ - Youtube (Manuela Mesquita Toda Poesia)
Fonte² - Site Goodreads 

Esta crônica foi publicada pela primeira vez, pela Editora Salamandra, no livro "Procura-se um amor", de Adriana Falcão, em 2013:



Procura-se um amor

Não precisa ser perfeito.
Não precisa ser para sempre.
Não precisa ser o maior de todos, desde que seja imenso.
Aceito defeitos de várias espécies, menos a indiferença.

Já vi no filme, na novela, no romance, e até na vida real (se bem que já faz um tempo). Sei que já foi mais frequente, ou porque antes a gente era diferente, ou porque o mundo era outro, mas ouvi dizer que existe ainda. É raro, eu sei, apesar disso procuro. Pode ser louro, moreno, bonito, feio, médio, esquisito, muito magro, meio bronco, pode ter cabelo liso ou cacheado, não importa. Se ele tiver alguma coisa de John Malkovitch misturado com Manoel de Barros, seria ótimo, mas não chega a ser exigência. De preferência, que ligue todos os dias, sempre morrendo de saudade. Seria lindo se ele me desse rosas vermelhas (mas também não precisa).

Exijo apenas que ele me beije arrebatadoramente sempre que a gente se encontre, que ele fique pelo menos um pouco triste toda vez que a gente brigue, que ele fique bambo, às vezes, quase morto de desejo (não vou sugerir aqui a possibilidade de ele exagerar um pouco, se for preciso, para me deixar mais contente, apesar de saber que essa é uma solução possível). Procuro um amor de verdade (mesmo que ele minta, muito raramente). Estou plenamente consciente de que não é fácil. Que dá trabalho. Medo. Insegurança. Dúvida. Dívida. Traz cobrança. Problema. Sofrimento. Ainda assim, estou preparada para arriscar, chorar, me descabelar, me virar, rebolar, me atirar do 8º andar, se valer a pena.

Prometo estudar sociologia, se for o caso, para tentar entender se antigamente os homens eram mais atirados ou se as mulheres é que eram mais simples. Se chegar a uma conclusão não muito satisfatória, prometo ainda dar a volta por cima.

Só vou dar uma única dica: homens, atenção, mulher gosta de ser seduzida. Através de pesquisas, observações, entrevistas ou o que se julgar necessário, procurarei compreender os motivos que levam o sexo masculino a priorizar o trabalho e o sexo feminino a dar tanta importância ao amor (será essa a maior dificuldade de todas?).

Levarei em consideração fatores biológicos, históricos, atávicos, hereditários, atípicos. Juro que, para me inspirar, vou ler muita poesia. Me comprometo a ser doce, louca, carinhosa e compreensiva, na medida do possível. Garanto aprender culinária, se isso for imprescindível. Faço qualquer negócio. Só não quero me jogar e depois ouvir um “ah, porque não sei que lá”. Porque não sei que lá, nada. Aceito tudo, a não ser desculpas esfarrapadas.

Faço questão de um mínimo de certeza, o suficiente para viver alguns dias felizes e algumas noites muito quentes. Não abro mão de uns poucos detalhes: segredo no ouvido, muita libido e pelo menos um olhar apaixonado por semana. O ideal é que o começo seja explosivo e o final – se houver final – seja por alguma razão inevitável (se não for o ideal, não faz mal. Tudo tem os seus defeitos).

Não é difícil me encontrar. Tenho uns 20 e tantos anos, tenho lá os meus encantos, me chamo Suzana, Marina, Tatiana, Isabela, Ana Cecília, Karina, Beatriz, Daniele, Sabrina, Pollyana, Sarita, Manuelita, Simone, Malena, Érika, Gabriela, Camila, Carolina, Mariana, Beth, Natara, Janaína, Josane, Thaís, Ronielle, Maria, e estou espalhada pelo mundo inteiro.

sexta-feira, 12 de novembro de 2021

A Vida na hora (Wislawa Szymborska)


A Vida na hora (Wislawa Szymborska)
Fonte: Tudo é poema
Fonte da fotografia: Wislawa Szymborska  (foto Andrzej Banaś)

A vida na hora.
Cena sem ensaio.
Corpo sem medida.
Cabeça sem reflexão.

Não sei o papel que desempenho.
Só sei que é meu, impermutável.

De que trata a peça
devo adivinhar já em cena.

Despreparada para a honra de viver,
mal posso manter o ritmo que a peça impõe.
Improviso embora me repugne a improvisação.
Tropeço a cada passo no desconhecimento das coisas.
Meu jeito de ser cheira a província.
Meus instintos são amadorismo.
O pavor do palco, me explicando, é tanto mais humilhante.
As circunstâncias atenuantes me parecem cruéis.

Não dá para retirar as palavras e os reflexos,
inacabada a contagem das estrelas,
o caráter como o casaco às pressas abotoado
eis os efeitos deploráveis desta urgência.

Se eu pudesse ao menos praticar uma quarta-feira antes
ou ao menos repetir uma quinta-feira outra vez!
Mas já se avizinha a sexta com um roteiro que não
conheço.

Isso é justo — pergunto
(com a voz rouca
porque nem sequer me foi dado pigarrear nos bastidores).

É ilusório pensar que esta é só uma prova rápida
feita em acomodações provisórias. Não.
De pé em meio à cena vejo como é sólida.
Me impressiona a precisão de cada acessório.
O palco giratório já opera há muito tempo.
Acenderam-se até as mais longínquas nebulosas.
Ah, não tenho dúvida de que é uma estreia.
E o que quer que eu faça,
vai se transformar para sempre naquilo que fiz.

Fonte Youtube: 

Luciana Bollina declama  "A Vida Na Hora", de Wislawa Szymborska


Declamado por Luciana Bollina 

Sobre o Vídeo no Youtube: A Vida Na Hora

Postado em 23 de março de 2015

Direção Geral: Guilherme L. Pina
Produção e Assistência de Direção: Clarissa Braga
Assistência de Produção e Still: Julia Maria Ferreira
Fotografia, Edição e Finalização: Diego González
Mixagem e Edição de Som: Thiago Lucas
Coordenação Visual: Luisa Picanço


Deve ser tristeza!


Deve ser que ser triste 
é estado natural das coisas
talvez sorrir seja uma anomalia
uma ação passivo-agressiva

um sarcasmo progressivo
uma sacanagem celestial
um sacrifício aos deuses
uma sabotagem espiritual

Deve ser que ser triste
é a única emoção possível
neste imponderável vazio
onde habita minh'alma pia.

Só entre eu e minha pessoa
num papo franco e sincero
digo a mim mesmo, solene, 
que a felicidade é utopia.


É isto aí!





quinta-feira, 11 de novembro de 2021

Sentido da vida


Saiu na manhã
clara e contente

barbeado perfumado
arrumado e confiante.

da porta gritou:
mulher estou saindo.

Onde você vai, homem?
Já se arrumou?

Estou indo procurar  
o sentido da vida

Vê se volta antes do jantar
e aí nunca mais voltou.

É isto aí!
 

quarta-feira, 10 de novembro de 2021

A moral da história



Era uma vez, 
num reino muito 
muito distante, 
um rei perverso 
e um povo dividido
entre os muito 
muito pobres, 
os que queriam 
ser muito ricos 
e os que detestavam 
muito muito os pobres. 

Os muito muito pobres
eram tão pobres que 
perderam a esperança.
perderam a alegria da paz
e perderam sua identidade 
por qualquer vale gás.

Metade dos que 
queriam ser ricos 
apoiavam o rei perverso 
na esperança de 
serem percebidos
pelos muito muito ricos

Metade dos que detestavam 
muito os pobres 
eram muito muito ricos 
e bancavam o rei perverso 
para ficarem cada vez
mais e mais ricos.

moral da história: 
merdas acontecem o tempo todo.

É isto aí!

Fé demais



Senhor, fazei com que aconteça o que estou pedindo. Sinto no meu coração que mereço, que posso, que consigo, que já nasci para este momento. Como prova do meu fervor ardoroso pela vossa pessoa, em troca da sua magnânima benevolência para com este ser frágil que vos implora um pequeno milagre econômico de multiplicação, tal qual foram os peixes e os pães - sabe? - eu farei uma doação sensivelmente volumosa ao primeiro necessitado que encontrar.

Olha só, Senhor, para provar que sou um homem bom, reto e fiel, fica aqui registrado nos autos celestiais que doarei todo o dinheiro em espécie que tenho agora no bolso, para o primeiro andarilho ou mendigo que encontrar.

Para ficar claro, transparente e cristalino e constar oficialmente do pedido, acabo de conferir que tenho exatamente doze reais cá comigo neste instante. Ora, ora, seu filho também começou com doze, logo sei que quem receber estes doze reais poderá transformar o mundo, ou almoçar muito bem um mexidão no final da feira, ou talvez até comprar sandálias semi-usadas no brechó, ou então faz um pedido pessoal e talvez até repasse este valor místico dos doze para dobrar sua riqueza. 

Mas, veja bem, Senhor, antes de levantar deste genuflexório que adquiri com muita fé e convicção num Antiquário em Viena, preciso levantar algumas questões para que nosso trato esteja correto. Colocarei aqui algumas condições inegociáveis para validar meu sacrifício :

1 - Tem que ser exatamente como pedi.
2 - Não pode ter efeito colateral ruim, danoso ou negativo para mim
3 - A Receita Federal não precisa  saber 
4 - O credores não podem nem desconfiar.
5 - Os meus eleitores tem que continuar me adorando.

Algum tempo depois, em completa contrição, antes de ficar em pé, ainda com ares de glória, faz a sua melhor oração, guardada apenas para momentos de gozo íntimo: 

Senhor, vós que se orgulha - eu sei - de ter criado minha existência à vossa imagem e semelhança, vós que me locupletas com infinito poder moral, social, financeiro e viril, dai-me o que já é meu por direito pleno, amém!

Ao sair do ambiente de Paz e Glória, chega à sala e ao encontrar com seu fiel faz-tudo, o famoso Geraldinho, pergunta:

Geraldinho, o "Grande Líder" retornou o contato?

Sim, Excelência. Acabou de enviar uma mensagem.

Mensagem? Naquele celular com aquele chip?

Exatamente, Excelência.

E????

Já está na conta, Excelência.

Naquela conta?

Naquela conta, Excelência.

Amém!! Aleluia!! Amém!! Graças a mim eu sou fodástico nestas negociações com o céu. Geraldinho, minhas preces foram ouvidas! Como eu digo, Geraldinho - Fé demais sempre Fé demais.

Mais alguma coisa, Excelência?

Hummm, deixa ver, ah! Sim!! Tome estes doze reais e passe para algum pobre no caminho ao Palácio, Geraldinho. Hoje o céu faz festa com minha benevolência.

O senhor é um santo homem, Excelência! 

É isto aí!

terça-feira, 9 de novembro de 2021

Manhã de Carnaval (Com Isaac e Nora)

 


Franceses com ascendência sul-coreana, Isaac (12 anos) e Nora (9 anos) não precisam de cinco segundos para conquistar quem quer que ouça o sotaque francês cantando em português ou espanhol, em meio à timidez característica da idade. Enquanto ela canta, ele acompanha, ora na voz ora no instrumento de sopro, acompanhados do pai, Nicolas..

"Manhã de Carnaval" é a canção mais popular de Luiz Bonfá e Antônio Maria, gravada na trilha sonora do filme Orfeu Negro, em 1959. Esta canção se tornou tradicional nos meios de jazz estadunidense e é tocada regularmente também por muitos artistas internacionais. É considerada uma das mais importantes canções no mercado do jazz brasileiro nos Estados Unidos da América, que ajudou a estabelecer o movimento da bossa nova no final da década de 1950.

Existem várias versões da música com letra adaptada para o inglês, mas a versão mais popular, até mesmo no estrangeiro, ainda é a de nome e letra em português. Vários grandes nomes da música já interpretaram esta canção, com versões instrumentais ou a versão original com vocais, nomes como: Chet Atkins, John McLaughlin, George Benson, Placido Domingo, Stan Getz, Cher, André Rieu, etc.

Manhã de Carnaval introduziu Luiz Bonfá à fama com reconhecimento internacional em 1959: apresentando a bossa nova ao mundo todo com sua vasta produção sonora em discos de diversos artistas; com o lançamento internacional do filme Orfeu Negro; e, com a apresentação de vários shows de Luiz Bonfá no exterior além de outros nomes populares do mercado de música internacional interpretando esta canção ao vivo nos auditórios de outros países (ver gravações abaixo).

Manhã de Carnaval
Composição: Antônio Maria / Luiz Bonfá

Manhã, tão bonita manhã
Na vida, uma nova canção
Cantando só teus olhos
Teu riso, tuas mãos
Pois há de haver um dia
Em que virás

Das cordas do meu violão
Que só teu amor procurou
Vem uma voz
Falar dos beijos perdidos
Nos lábios teus

Canta o meu coração
Alegria voltou
Tão feliz a manhã
Deste amor



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🎸 Intérpretes: Nora Restoin, Isaac Restoin, Nicolas Restoin.

Créditos:

Dirección: Gonzalo Cáceres 
Producción: Jaime Pitillas | Catherine Eloy
Realización:  Alvaro Sainz | Adrián Santos 
Edición: Adrián Santos
Audio:  Juanfran Vázquez
Mezcla y Master: Sebastián Schon
Estilismo: Marta Bow | Gabi Montes
Vestuario: Señorita Lemoniez 
Social Media: Laura Ruiz

Agradecimientos: