Alto lá! O texto abaixo não é meu!
Circula na Internet desde 2008.
Conforme pesquisei, a data mais antiga de postagem é 2008, e está no site rolananete.blogspot.com/2008_07_01_archive.html
A Solidão da Ilha (autor desconhecido).
Um analista de
sistemas conseguiu realizar o sonho da sua vida: um cruzeiro marítimo. Estava começando a desfrutar a viagem quando um furacão
virou o navio como uma caixa de fósforos.
O rapaz agarrou-se ao salva-vidas e chegou a uma ilha muito
remota e se deparou com uma belíssima paisagem: cachoeira, bananeiras,
coqueiros, etc.
Apesar do local ser paradisíaco ele se sentiu desesperado e
abandonado. Vários meses passaram, até que certo dia, uma belíssima mulher,
tipo aquela de parar o trânsito chegou remando e disse:
—Estou do outro lado da ilha. Você também estava no
cruzeiro?
—Estava, como você conseguiu esse bote?
—Sou engenheira. Tirei galhos de árvores, sangrei
seringueiras, defumei até virar borracha, fiz a quilha e os remos com
eucalipto.
— Com que ferramentas?
—Achei material rochoso, e esquentando ele ficou maleável.
Mas, chega disso. Onde tem vivido? Não
vejo um teto.
—Tenho dormido na praia...
—Gostaria de ver a minha casa?
Meio sem jeito ele aceitou. Ela remou ao redor da ilha, e quando chegou ao 'seu' lado,
caminharam por uma passarela construída pela engenheira e atrás dum coqueiro,
um lindo chalé construído sobre palafitas.
—Não é muito, mas é 'meu lar'. Aceita um drinque?
—Não, obrigado! Não aguento mais água de coco!
—Não é água de coco! Tenho um alambique rudimentar lá fora,
podemos tomar piñas coladas!
Ele aceitou e depois de contar suas histórias, ela
perguntou:
—Você sempre teve barba?
—Não.
—Se quiser tomar um banho e se barbear, tem uma navalha no
banheiro.
Ele subiu a escada em caracol e fez a barba com um aparelho
de osso e conchas tão afiado quanto uma navalha, tomou um banho e desceu.
—Você ficou ótimo! Também vou me trocar.
Nosso herói continuou bebericando sua piña colada e ela
voltou exalando um delicioso perfume de gardênias, num estonteante robe de
folhas de palmeira.
—Bom, disse ela, passamos longo tempo sem companhia... Do
que você sente muita saudade? Que lhe faz falta e todos os homens e mulheres
precisam?
Esquecendo um pouco a sua timidez, ele diz:
—Tem uma coisa que venho querendo todo esse tempo. Até
sonho com isso à noite. Mas seria impossível...
—Já não é impossível, se é que você me entende...
Tomado de excitação incontrolável, ele diz, quase sem
fôlego:
—Não acredito, você bolou um jeito de acessar a internet
??!!

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