sexta-feira, 31 de julho de 2026

Daqui a poucas semanas faremos 16 anos de Blog



Carta aos leitores e às leitoras

Estamos no finalzinho de julho. Logo chega agosto e, naturalmente, depois setembro. Em setembro, mais precisamente em 10 de setembro, faremos 16 anos a bordo desta nau. Dez de setembro é uma data que engraça (revisor, não apague). Claro que revisores, editores, analistas de risco, censores e toda a equipe são, na realidade, formados pela equipe do Eu Sozinho.

Este blog, enquanto o Google permitir, vai aprendendo sobre isto ou aquilo e trazendo essas descobertas para você. Não é comissionado; quer dizer, não recebe qualquer vantagem para escrever e publicar por aqui.

Dezesseis anos é muita coisa. Neste julho acabamos de alcançar oitocentos mil acessos. Já pensou nisso? Em oitocentas mil ocasiões alguém esteve aqui para achar ridículo, bonzinho ou muito bom o que foi postado. Mas esteve. E talvez, vai saber o porquê, tenha voltado. Só para ampliar sua performance gramatical, é "porquê", assim, junto e com acento, pois funciona como um substantivo, cuja explicação deixarei para você descobrir.

Quero agradecer a todos vocês. Vamos rumo ao primeiro milhão de acessos. Muitas perguntas chegam, mas ninguém quer aparecer. Então, vamos responder àquelas mais generalistas.

Qual é o princípio de funcionamento deste blog?

— Ao Pé da Pitangueira funciona como um diário de bordo poético e pessoal na travessia da vida, registrando crônicas, reflexões e memórias.

Que proposta o Reino da Pitangueira, monocrático e democrático, apresenta à sua comunidade?

— Este blog é, com orgulho, um espaço de crônicas e registros íntimos que funcionam como um diário de bordo existencial.

Se você pudesse condensar numa frase o que faz para chegar até aqui, o que diria?

— Boa pergunta. Crio personagens, situações e histórias; falo de amor e de desamor; arrisco-me tangenciando a filosofia. Enfim, escrevo e publico textos literários, reflexões sobre o cotidiano e passagens da vida comparadas a uma viagem ou travessia.

Gratidão, gratidão, gratidão, do fundo da minha existência.

É isto aí!

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Gratidão!