quarta-feira, 30 de julho de 2025
O amor, a sanha dos pretéritos imperfeitos e a saudade
segunda-feira, 28 de julho de 2025
Bilhetes avulsos
segunda-feira, 14 de julho de 2025
Bilhetes avulsos
Quando a saudade aperta
Foge-me a inspiração!
Sinto a alma deserta
Um vazio se faz
Em meu peito
E de fato eu sinto
Em meu peito um vazio ...
domingo, 6 de julho de 2025
Papo de Farmacêutico - Indutores Enzimáticos reduzem a eficácia de anticoncepcionais
Indutores enzimáticos, como por exemplo: carbamazepina, fenitoína, oxcarbazepina e topiramato aceleram o metabolismo hepático dos hormônios dos anticoncepcionais orais, reduzindo sua eficácia.
Neste caso, informe ao Ginecologista o uso contínuo destes medicamentos e pergunte quais são as opções de contracepção segura. Há Métodos recomendados nestes casos, que não dependem do metabolismo hepático, tem alta eficácia e longa duração:
Métodos Recomendados:
LARCs (Long-Acting Reversible Contraceptives) | DIU de cobre, SIU com levonorgestrel (Mirena®, Jaydess®), implante de etonogestrel
Injetáveis trimestrais, Acetato de medroxiprogesterona (Depo-Provera®). Possuem Menor risco de interação, eficaz por 12 semanas.
Barreira + hormonal ajustado - Preservativo + anticoncepcional oral com dose dobrada de levonorgestrel - Alternativa quando LARC não é viável |
Métodos menos indicados
- Anticoncepcionais orais combinados comuns: eficácia reduzida com indutores enzimáticos
- Adesivos e anéis vaginais: também podem ser afetados pelo metabolismo acelerado
Recomendações práticas:
- Evitar anticoncepcionais orais convencionais durante e até 28 dias após o uso de indutores enzimáticos
- Preferir DIU de cobre como contracepção de emergência em casos de falha ou risco de interação
- Consultar ginecologista para avaliar elegibilidade ao uso de LARC ou implante hormonal
sexta-feira, 27 de junho de 2025
Papo de Farmacêutico - Farmacinhas caseiras
domingo, 22 de junho de 2025
O Regimento de Kexholm
Fonte²: Blog MyHeritage
Fonte³: Magnus Mundi
sábado, 21 de junho de 2025
Teu Sonho Não Acabou - Taiguara
quinta-feira, 12 de junho de 2025
*Como Uma Empresa Envenenou o Planeta em Segredo*
quarta-feira, 11 de junho de 2025
Oração ao Santo Anjo da Guarda (Padre Chrystian Shankar)
Dos perigos, livrai-me;
do mal, libertai-me;
e nos momentos de angústia, consolai-me!
Durante o sono, velai sobre o meu descanso,
não deixais o mal de mim se aproximar.
Sob as asas do seu amor,
possa meus sonhos habitar!
Nesta noite de luz, afugentai as trevas do medo,
afastai também as tentações,
para que minha alma tranquila
descanse sem aflições.
E que no alvorecer de um novo dia,
eu acorde feliz e restaurado,
e seja para o mundo
testemunha de ser sempre por vós amado!
terça-feira, 10 de junho de 2025
terça-feira, 27 de maio de 2025
Cartas Avulsas XXVIII
Reino da Pitangueira,
27 de Maio de 2025
147.º dia do ano no calendário gregoriano.
Faltam 218 dias para acabar o ano.
Dia do Serviço de Saúde.
Por do Sol às 17h19 min
Lua Nova às 06h43 min
Estação Outono
quinta-feira, 22 de maio de 2025
Cartas de Amor XCIII
Planeta Terra&Lua,
3° do Sistema Solar,
Via Láctea, Zona Sul
domingo, 18 de maio de 2025
Libertação e cura de gerações (Parte 1)
Libertação e cura de gerações (Parte 2)
segunda-feira, 5 de maio de 2025
Quando há tristeza
desconsolado, falido
enlutado, atribulado
sexta-feira, 2 de maio de 2025
Coroa das Lágrimas e as Almas do Purgatório
terça-feira, 29 de abril de 2025
O ciclo do amor dorido
sábado, 26 de abril de 2025
Cartas de Amor XCII
Querida, somos argonautas dos nossos quereres,
Calma, meu bem — logo, logo explicarei todas estas viagens desbravadoras e épicas ao interior do seu interior.
Ocorreu um sonho, e lancei-me como um argonauta em busca da conquista do Velocino de Ouro que sabia escondido na sua alma. Sem mapas, movido apenas por uma esperança cega— quase desespero. Soube, desde o primeiro instante, que você seria minha busca — e nunca meu destino. E, ainda assim, segui navegando pelas turbulentas águas da saudade.
Cada travessia em sua ausência me afastava mais do que alcançam meus olhos cansados. Seu corpo tornou-se uma ilha distante, e eu, perdido nos mares revoltos do meu próprio coração, enfrentei ondas inclementes. E sabendo que nada disso é possível, continuo a busca determinado a velejar nas intempéries do mar das ilusões, embora tema o silêncio do imenso vazio que haverá ao aportar no deserto da sua existência.
Mas quem sou eu para reclamar dessa busca que me consome? Quem sou eu para duvidar do caminho, quando este é a minha sina e a travessia, em sua imensidão, é a minha vida? O amor que busco, ainda inalcançável, existe como uma chama — não para ser apagada, mas para ser carregada, dia após dia, como a vela que, embora tremule, nunca perde seu lúmen.
A dor que sinto faz parte do vasto ser que sou — sou a busca, o eterno movimento da maré que nunca cessa. E, assim, mesmo sabendo que a conquista nunca haverá de acontecer, parte sua vive em mim em cada instante.
Querida, enquanto argonauta hoje sou um náufrago a singrar mares de angústia!
É isto aí!
sexta-feira, 25 de abril de 2025
Carminha e Armandinho - Sinopses II
Minha única maestria incontestável reside no não agir — não como indolência, mas como repouso no Deus de Agostinho, eco daquele "Fizeste-nos para Ti, e inquieto está o nosso coração, enquanto não repousa em Ti".
Pois no doce não-fazer transcendental, descubro mais que resistência: um ócio consagrado ao Divino, herdeiro daquele ócio contemplativo que, segundo o Doutor da Graça, precede a verdadeira ação — pois até o Verbo, antes de criar o mundo, repousava no seio do Pai.
Aqui, na quietude que antecipa o Sétimo Dia eterno, compreendo que o não agir, longe de ser vão, é o gesto primeiro da criatura que, esvaziada de si, torna-se capaz de ser plenificada pela Graça, como a terra inculta que aguarda o cultivo celestial.
Na realidade ele só quer dizer:
"A única coisa que eu sei fazer bem é não fazer nada."
Quando Carminha diz:
Saiba, querido que às vezes vem à tona do oceano das memórias um episódio que ocorreu quando tinha apenas nove anos e ouvi uma sentença condenatória pela primeira vez. Minha tia ridícula e má puxou-me pelo vestido de festa, um rosa claro que eu amava, e disse cinicamente sorrindo: "Cuidado, princesa, já está ficando ondulado no abdome. Ninguém gosta de boneca com silhueta ondulada".
Nove Anos, puxa vida, era apenas uma criança feliz com nove anos. Naquele momento aprendi que meu corpo era um problema a ser resolvido. Que ocupar espaço era um pecado. Que eu deveria me encolher para sempre, até caber num mundo sufocante, condenatório e cruel, como uma coisa pequena, disforme e triste.
Sabe o que me assusta? Mesmo depois de tudo, dos livros, das dietas, das lutas pessoais, ainda tem dias em que olho no espelho e só consigo pensar em qual espaço eu existo. Logo interrompo o pensamento porque, em algum lugar obscuro da minha cabeça, crenças limitantes gritam que não mereço ser amada ou ser feliz. Você me ama?
Na realidade, ela só quer perguntar:
"Amor, estou gorda?"
É isto aí!
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